OFERTA FORMATIVA

Ref. 2301 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139393/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-10

Fim: 2026-11-26

Regime: Presencial

Local: None

Formador

William Gaviao

Destinatários

Professores dos Grupos 100 e 110

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A Improvisação teatral, o Teatro propriamente dito e suas inúmeras técnicas aplicadas em contexto escolar, quer no âmbito curricular quer em projetos, é potenciadora de sociabilização estimulando a comunicação, a criatividade, o espírito crítico, a capacidade de resolver problemas, o autoconhecimento e, ao mesmo tempo, constitui fator de sensibilização para a cultura, instrumento de desenvolvimento humano. Esta oficina visa o desenvolvimento de competências que permitam ao docente a criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações e leituras dramatizadas dentro das escolas e no contexto de sala de aula.

Objetivos

- Desenvolver a utilização do Teatro – A Improvisação teatral em contexto escolar. - Explorar estratégias de autoconhecimento e de desinibição. - Explorar e estimular a criatividade e domínio dos conteúdos propostos. - Desenvolver a expressão oral - voz - Explorar o corpo e espaço - ritmo e equilíbrio. - Explorar e desenvolver capacidades de respostas imediatas ante os desafios e problemas - Desenvolver o equilíbrio entre o emocional e o racional como capacidades afirmativas de intervir e agir em simultaneidade com respostas assertivas aos desafios propostos. - Estimular competências individuais nas práticas coletivas para respostas coletivas - o jogo – doar e receber – partilha de forças para bem comum do grupo e das individualidades. - Estabelecer pontes entre o Teatro – A Improvisação e outras formas de arte inerentes ao universo teatral: a pintura, a dança, música e escultura. - Fomentar o gosto pela arte e fornecer ferramentas que capacitem o formando para a criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações, leituras dramatizadas dentro das escolas e no contexto de sala de aula.

Conteúdos

A. O teatro como desenvolvimento do espírito crítico, fomento da criatividade e capacidade de agir ante obstáculos e desafios. B. Estratégias de autoconhecimento e de desinibição. C. O desenvolvimento individual e interação com o coletivo. D. Os mecanismos do universo teatral e de técnicas específicas. E. O ato teatral, o ator, as personagens, ações e improviso. F. Técnicas teatrais e dinâmicas artísticas do improviso. G. A criação de um resultado final (no formato intimista ou como breve espetáculo) criado pelos alunos, como resultado de todo processo vivenciado. H. Apresentação pública ou em contexto intimista ou privado.

Metodologias

Presencial: As sessões terão um caracter predominantemente prático, suportadas por enquadramentos teóricos, em formato de textos e materiais multimédia acerca do universo teatral e das suas diversas práticas. Serão explorados jogos dramáticos, exercícios emocionais, físicos, de voz, de respiração, de concentração e de Improvisação. Será realizado um debate alargado sistemático, ao longo da oficina, a propósito de todos os trabalhos e ações teatrais desenvolvidas no contexto da escola e da sala de aula pelos formandos. Apresentação de trabalhos através da experimentação do teatro e sua aplicação, através de formatos adequados ao contexto da escola e da sala de aula, pelos formandos. Nas sessões práticas serão implementadas várias técnicas do universo teatral. Trabalho Autónomo: Essas técnicas serão depois testadas no contexto de cada formando no âmbito da criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações, leituras dramatizadas dentro da escola e no contexto de sala de aula.

Avaliação

A avaliação dos formandos será efetuada ao longo de toda a oficina de formação, assumindo um caracter contínuo e formativo. Esta avaliação basear-se-á no interesse, desempenho e reflexão individual, observados no decurso da oficina e na elaboração do trabalho individual. A avaliação será qualitativa (Insuficiente, Suficiente, Bom, Muito Bom e Excelente), a que corresponderá a avaliação quantitativa. 1 a 4,9 para uma ponderação <50% para quem não assistiu a 2/3 da formação; 5 a 6,4 para uma ponderação entre 50% a 64% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação e elaborou um trabalho individual; 6,5 a 7,9 para uma ponderação de 65% a 79% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível bom. Elaboração de trabalho individual. 8 a 8,9 para uma ponderação de 80% a 89% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível muito bom. Elaboração de trabalho individual. 9 a 10 para uma ponderação de 90% a 100% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível excelente. Elaboração de trabalho individual.

Bibliografia

Nietzsche,Spolin, Viola,Spolin, Viola,Boal, Augusto,


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-09-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
2 17-09-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
3 24-09-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
4 01-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
5 08-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
6 15-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
7 22-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
8 29-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
9 05-11-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
10 12-11-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
11 19-11-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
12 26-11-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial


274

Ref. 2391 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140158/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-19

Fim: 2027-01-09

Regime: Presencial

Local: None

Formador

Rui Marcelino Maciel Oliveira

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

No âmbito da Educação Física, a pertinência desta acção assenta em várias razões:  Superar uma abordagem do ensino dos jogos desportivos ainda dominada pela técnica isolada e descontextualizada, oferecendo aos professores um modelo alternativo com forte suporte empírico e crescente adopção internacional.  Actualizar os conhecimentos dos professores relativamente ao modelo Teaching Games for Understanding (TGfU), desenvolvido por Bunker e Thorpe na Universidade de Loughborough (1982), e cuja influência se reflecte em numerosas abordagens contemporâneas do ensino do jogo, como o Game Sense, o Play Practice e o modelo táctico.  Desenvolver competências de planeamento e condução de situações de aprendizagem centradas no jogo condicionado, onde a compreensão tática precede e contextualiza a aprendizagem técnica, potenciando a transferência para o jogo formal.  Promover práticas pedagógicas que valorizem o questionamento, a tomada de decisão e o pensamento táctico dos alunos, contribuindo para o desenvolvimento da sua literacia desportiva e para uma participação desportiva mais autónoma e informada.  Incentivar a reflexão crítica sobre a articulação entre jogo, tática e técnica no ensino dos jogos desportivos, e dotar os professores de ferramentas práticas e imediatamente aplicáveis às modalidades do programa nacional de Educação Física.

Objetivos

Compreender os fundamentos teóricos, a origem e a evolução do modelo Teaching Games for Understanding (TGfU), situando-o no quadro mais amplo das abordagens centradas no jogo e nos modelos pedagógicos para a Educação Física.  Capacitar os professores para conceberem, adaptarem e implementarem o TGfU no ensino dos jogos desportivos, em diferentes categorias de jogo (invasão, campo e taco, rede e parede, alvo) e em diferentes ciclos de ensino.  Desenvolver competências de design de jogos condicionados, capazes de criar os problemas táticos adequados ao nível dos alunos e de promover a transferência para o jogo formal.  Fomentar a utilização do questionamento estruturado como estratégia pedagógica central, habilitando os professores a orientar a reflexão dos alunos sobre o quê, quando e porquê agir em jogo.  Estimular a autonomia tática, a tomada de decisão informada e a literacia desportiva dos alunos, promovendo aprendizagens significativas e duradouras que ultrapassem os limites da aula de Educação Física.

Conteúdos

1. Modelos Pedagógicos para o Ensino dos Jogos Desportivos (5 horas presenciais + 5 horas de trabalho autónomo)  Definição e conceito de modelos pedagógicos aplicados ao ensino dos jogos.  Limitações das abordagens técnicas tradicionais no ensino dos jogos desportivos.  Características e princípios orientadores das abordagens centradas no jogo: TGfU, Game Sense, Play Practice e modelo táctico.  Análise crítica e comparada dos diferentes modelos: fundamentos, estrutura, evidência e aplicabilidade em contexto escolar.  Relação entre os modelos pedagógicos centrados no jogo e os objectivos educativos do programa de Educação Física. 2. Teaching Games for Understanding — TGfU (10 horas presenciais + 10 horas de trabalho autónomo)  Origem e evolução do TGfU: Bunker e Thorpe (1982) e os desenvolvimentos subsequentes à escala internacional.  O modelo original de seis componentes: jogo → apreciação do jogo → consciência táctica → tomada de decisão → execução técnica → desempenho.  Classificação dos jogos em categorias: jogos de invasão, de campo e taco, de rede e parede, e de alvo — implicações pedagógicas de cada categoria.  Design de jogos condicionados: princípios de modificação (representação e exagero), progressão táctica e ajuste às características e ao nível dos alunos.  O questionamento como ferramenta pedagógica central: tipos de questões, timing, estrutura e exemplos práticos por categoria de jogo e por nível de ensino.  Avaliação da compreensão táctica e do desempenho em jogo: GPAI (Game Performance Assessment Instrument), critérios de observação e instrumentos de registo.  Exemplos práticos de aplicação do TGfU em modalidades do programa nacional de Educação Física, por categoria de jogo e por ciclo de ensino.

Metodologias

Presencial: Exposição dialogada: o formador apresenta os conceitos e princípios do TGfU, incentivando a participação activa dos professores e promovendo a reflexão sobre a sua aplicabilidade na prática docente.  Dinâmicas em grupo: os professores são organizados em grupos para conceberem e experimentarem jogos condicionados, promovendo a troca de experiências e o aprofundamento do design de situações de aprendizagem.  Estudo de casos: são analisadas situações de ensino reais, onde os professores identificam as opções pedagógicas do modelo TGfU e discutem alternativas de intervenção.  Demonstração e vivência prática: o formador propõe situações de jogo condicionado que os formandos vivenciam na primeira pessoa, reflectindo sobre a experiência do aluno e sobre a eficácia da sequência pedagógica.  Utilização de recursos multimédia: vídeos de aulas, apresentações e exemplos práticos são utilizados para ilustrar os conceitos apresentados e estimular a reflexão e a participação dos formandos. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo, os professores são incentivados a conceberem e a aplicarem sequências de ensino baseadas no TGfU nas suas turmas, documentando o processo e recolhendo evidências para discussão nas sessões seguintes.

Avaliação

A avaliação dos formandos resultará da média ponderada de três parâmetros:  Planificação de Unidade Didáctica baseada no TGfU, incluindo a selecção e classificação dos jogos, a progressão táctica, o design dos jogos condicionados, o plano de questionamento e os instrumentos de avaliação da compreensão em jogo (60%)  Reflexão individual acerca dos conteúdos abordados nos vários blocos temáticos, a entregar até ao prazo máximo de uma semana após o término da acção (25%)  Participação e apresentação, avaliando a qualidade do envolvimento nas sessões presenciais, nas actividades práticas, nas discussões colectivas e na apresentação oral da planificação desenvolvida (15%) Na última sessão, será solicitado aos formandos o preenchimento de uma ficha de avaliação, com vista a avaliar a qualidade da ação de formação (em relação aos objetivos, metodologias, recursos utilizados, organização da ação, cumprimentos do cronograma, entre outros), e a atividade dos formadores (em relação às suas competências, capacidades comunicativas, disponibilidade, conhecimentos técnicos, entre outros).

Bibliografia

Bunker, D., & Thorpe, R. (1982). A model for the teaching of games in secondary schools. Bulletin of Physical Education, 18(1), 5–8.Griffin, L. L., & Butler, J. I. (Eds.). (2005). Teaching Games for Understanding: Theory, Research, and Practice. Human Kinetics.Kirk, D., & MacPhail, A. (2002). Teaching games for understanding and situated learning: Rethinking the Bunker- Thorpe model. Journal of Teaching in Physical Education, 21(2), 177–192. https://doi.org/10.1123/jtpe.21.2.177Light, R. L. (2013). Game Sense: Pedagogy for Performance, Participation and Enjoyment. Routledge.Metzler, M., & Colquitt, G. (2021). Instructional Models for Physical Education (4th ed.). Routledge.;Mitchell, S. A., Oslin, J. L., & Griffin, L. L. (2013). Teaching Sport Concepts and Skills: A Tactical Games Approach (3rd ed.). Human Kinetics.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 19-09-2026 (Sábado) 08:30 - 13:30 5:00 Presencial
2 10-10-2026 (Sábado) 08:30 - 13:30 5:00 Presencial
3 09-01-2027 (Sábado) 08:30 - 13:30 5:00 Presencial


281

Ref. 2151 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138851/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-22

Fim: 2026-10-28

Regime: e-learning

Local: Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto

Formador

Fernando Lima

Destinatários

Professores do Ensino Básico, Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Ensino Básico, Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A escola contemporânea enfrenta desafios complexos relacionados com a diversidade dos alunos, a motivação para aprender e a necessidade de promover aprendizagens significativas e duradouras. Esta ação de formação visa reforçar a reflexão pedagógica e dotar os docentes do ensino básico e secundário de métodos, estratégias e recursos que coloquem a aprendizagem no centro do processo educativo, promovendo práticas pedagógicas mais eficazes, inclusivas e ajustadas aos contextos reais de sala de aula. Partindo da análise de evidências de aprendizagem, serão exploradas estratégias de diferenciação pedagógica, metodologias ativas e práticas de avaliação formativa enquanto instrumentos reguladores do processo educativo. A crescente complexidade dos contextos educativos exige práticas pedagógicas que ultrapassem a mera transmissão de conteúdos, colocando a aprendizagem efetiva dos alunos no centro da ação docente, promovendo a reflexão crítica sobre o ensinar e o aprender e o papel do professor como mediador e facilitador da aprendizagem. Damos a matéria, cumprimos o programa, a aula corre bem…, mas será que os alunos estão, de facto, a aprender? Serão explorados métodos, estratégias e recursos pedagógicos que colocam o aprender no centro da aula. Uma formação reflexiva e diretamente ligada aos desafios reais. Se ensinar fosse suficiente, todos os alunos aprenderiam. Mas sabemos que não é assim. Esta ação de formação desafia os professores a olhar criticamente para a sua prática e a reencontrar o essencial: fazer aprender. Com base em fundamentos pedagógicos sólidos e estratégias concretas, a formação propõe caminhos para transformar aulas “que funcionam” em aulas que produzem aprendizagem. Porque ensinar não é o fim. Aprender é.

Objetivos

Objetivo geral: Promover a reflexão crítica sobre as práticas pedagógicas, desenvolvendo estratégias e metodologias que assegurem aprendizagens significativas, diferenciadas e sustentadas por avaliação formativa. Objetivos específicos: Analisar conceções de ensino centradas na transmissão de conteúdos e identificar limitações. Analisar criticamente práticas pedagógicas tradicionais e inovadoras. Distinguir ensino e aprendizagem, compreendendo as implicações pedagógicas dessa distinção. Analisar fatores que condicionam a aprendizagem dos alunos. Planificar situações de aprendizagem centradas no aluno e alinhadas com as Aprendizagens Essenciais. Aplicar metodologias ativas promotoras da aprendizagem significativa. Aplicar estratégias de diferenciação pedagógica. Aplicar estratégias pedagógicas que promovam envolvimento cognitivo e aprendizagem significativa. Utilizar avaliação formativa e feedback como instrumentos reguladores da aprendizagem.

Conteúdos

Este processo, assente no ato reflexivo e crítico das posturas assumidas no exercício profissional contextualizado, contribuirá para a construção de uma nova ordem escolar e social. Portanto e no sentido de fazer uma pedagogia e didática que resulte em maior motivação para os alunos e, sobretudo, aprendizagem que seja significativa para o discente, procura-se dar a conhecer e aprofundar um conjunto de percursos, meios, atividades do ensino e da aprendizagem, que sejam utilizadas como um campo em que o aluno é ator, pesquisador, construtor, aprendiz do seu saber, motivando-o para a descoberta e conhecimento, cativando-o para aprendizagens mais interessantes para ele. Os conteúdos propostos da ação, situam-se na utilização de um conjunto de métodos ativos e dinâmicos que ajudem o professor a realizar aulas ativas e eficazes. Os conteúdos da ação: Dinâmica da ação e interação entre formador e formandos. Reflexão sobre o estado da escola e da educação em Portugal – 2h Ensinar não é aprender – conceções de ensino e aprendizagem e evidência pedagógica sobre a aprendizagem significativa. – 2h Características e competências de um bom professor. O professor mediador e o aluno ativo. Fatores cognitivos e motivacionais. – 2h Metodologias ativas, aprendizagem com base em projetos e problemas, e aprendizagem colaborativa/cooperativa – 2h Diferenciação pedagógica e estratégias que fazem aprender num clima de envolvimento e motivador para a aprendizagem. Trabalho-projeto e o Jigsaw. – 2 h Dimensões da gestão da sala de aula: atitudes docentes e relações interpessoais. Ritmos, estilos e tipos de inteligência. – 2h A Avaliação formativa vs. Sumativa. Feedback eficaz e autorregulação da aprendizagem – 3h Apresentação, defesa e partilha dos trabalhos de grupo e respetivos materiais – 3h Trabalho assíncrono – Elaboração do produto final em grupo. – 7h Assim, teremos 18 horas síncronas distribuídas por 6 sessões (6x3h) com desenvolvimento dos conteúdos e discussões em grupo e 7 horas assíncronas com trabalhos colaborativos e cooperativos (pares ou grupos de 3, 4 elementos) conforme as disponibilidades dos formandos e orientados pelo formador.

Metodologias

Ação expositivo-dialógica, prevê e exige uma análise de práticas pedagógicas, uma reflexão crítica à gestão da aula e uma partilha de experiências entre formandos. As sessões síncronas destinam-se à sustentação teórica, recorrendo a exercícios práticos e debates. Privilegiará a interação entre a teoria e a prática, a conferência e o debate, a construção de produtos, com metodologia de investigação-reflexão, visando a (re)construção das práticas. Incidirá sobre cada um dos conteúdos previstos e serão abertos espaços para análise dos contextos, enquadramento teórico e/ou normativo-legal e de dinâmicas colaborativas. Nas assíncronas, em grupos e numa perspetiva de investigação sobre a prática e com o objetivo de apresentar, interpretar e analisar o processo das aprendizagens, vão elaborar planos de aula, sequência didática ou projeto interdisciplinar, com aplicação de estratégias ativas e avaliação formativa. Assim: enquadramento teórico e sínteses de conteúdos científicos atividades de pesquisa e recolha de informação em pequeno e médio grupo trabalho de campo acompanhamento dos trabalhos apresentação de trabalhos.

Avaliação

A avaliação dos formandos docentes é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação, trabalho de grupo e o trabalho individual, com as seguintes ponderações: Participação, interesse e motivação nas atividades – 30% Qualidade do trabalho produzido – 70%: -Relatório crítico final individual do trabalho desenvolvido – 40% -Trabalho de grupo – 60% Os formandos serão avaliados quantitativamente numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com os critérios definidos pela Comissão Pedagógica do Centro de Formação e pelo Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua de Professores.

Bibliografia

Black, P., & Wiliam, D. (2009). Assessment for learning: Why, what and how? Institute of Education, University of London Hattie, J. (2013). Visible Learning for Teachers: Maximizing Impact on Learning. London & New York: Routledge Tomlinson, Carol Ann (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora Vygotsky, L. S. (1978). Mind in society: The development of higher psychological processes. Harvard. University Press

Anexo(s)

Ficha de Ação


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-09-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 23-09-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
3 29-09-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 30-09-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
5 06-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 07-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
7 13-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
8 14-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
9 20-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
10 21-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
11 26-10-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
12 27-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
13 28-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona


249

Ref. 2361 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140227/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-10-06

Fim: 2026-11-17

Regime: e-learning

Local: None

Formador

Marisa Pedrosa Tavares da Silva

Destinatários

Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Na saída da Escolaridade Obrigatória os alunos apresentam dificuldades: - em expressar ideias, projetos e emoções numa apresentação oral - na organização e compreensão do que potencia a eficácia na apresentação oral - na utilização e criação de conteúdos digitais que permitam contar histórias; Consideramos, por isso, importante dotar os docentes de técnicas e materiais que lhes permitam dinamizar momentos de Storytelling organizados que potenciem a capacidade de contar e narrar histórias, projetos e intenções de comunicação, quer em suporte de papel, quer no universo digital.

Objetivos

- Compreender a importância da oralidade enquanto elemento de comunicação e intervenção social. - Compreender a importância da oralidade e narração de histórias no sucesso dos alunos em todas as áreas académicas. - Motivar para a confiança na capacidade de exposição oral com eficácia, de forma assertiva e digital - Motivar para a estruturação prévia de uma narração em Storytelling nas diversas apps de Storitelling (scribe, artsetps, google spotligh stories, metaverse) - Contribuir para a expressão da criatividade dos alunos - Explorar as aplicações de Storytelling que permitam exportar para outros contextos fora da sala de aula e da biblioteca escolar, a oralidade, a criatividade e a afirmação social.

Conteúdos

- O início do princípio das histórias. - A estrutura macro e micro da história. - A importância dos elementos de comunicação (postura, vestuário…) na maior eficácia a passar a mensagem em Storytelling. - A construção de uma história útil usando a estrutura macro, a jornada do herói de Joseph Campbell usando apps digitais. - A construção de uma micronarrativa usando as apps digitais. - Utilização dos filtros básicos das histórias, emoções: medo, ansiedade, mistério e suspense. - Utilização de técnicas de Storytelling que tornem os textos mais poderosos e de forma a que possam causar impacto no ouvinte. Exercícios de aplicação dos conceitos de Storytelling.

Metodologias

A metodologia consistirá, na apresentação de vídeos, tutoriais, ficheiros podcast, PowerPoint, sobre o Storytelling e a importância de contar histórias, de forma eficaz e presente. Fornecimento de materiais que permitam que os formandos construam histórias em suporte de papel e digitalmente de forma a poderem replicá-los presencialmente e on-line. Nas sessões assíncronas pretende-se que os formandos, partindo da experimentação de diversos materiais, contem várias histórias utilizando as técnicas de Storytelling que possam ser utilizados nas suas aulas e na biblioteca escolar.

Avaliação

Os instrumentos de avaliação a utilizar, relativamente à Participação, esta será avaliada tendo em conta a qualidade dos materiais criados para leitura e exploração de uma obra adequada ao nível de ensino em que os docentes exercem a sua atividade. Estes materiais serão divulgados num ebook que ficará acessível ao público em geral. O Trabalho Individual incorporará as produções feitas, bem como as reflexões sobre o percurso formativo, o impacto da ação na atividade profissional. Em conformidade com o Despacho nº459/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: * Excelente – de 9 a 10 valores; * Muito Bom – de 8 a 8,9 valores; * Bom – de 6,5 a 7,9 valores; * Regular – de 5 a 6,4 valores; * Insuficiente – de 1 a 4,9 valores. Os critérios de avaliação adotados pelo CFEPO. Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o Artigo 5º do Despacho nº 459/2015.

Bibliografia

- Garcia de Oro, Gabriel, Storytelling, a Magia da Palavra,….- McSill, James, 50 Lições de Storytelling – factos, ficção e fantasia, Topbooks- Ramos, Pedro, Livro Conta-me (Mais) Estórias – Storytelling na Gestão de Pessoas na Lusofonia, Editora RH


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
2 13-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 13-10-2026 (Terça-feira) 20:30 - 22:30 2:00 Online assíncrona
4 20-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 20-10-2026 (Terça-feira) 20:30 - 22:30 2:00 Online assíncrona
6 27-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
7 27-10-2026 (Terça-feira) 20:30 - 21:30 1:00 Online assíncrona
8 03-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
9 10-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
10 17-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona


280

Ref. 2331 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140278/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-10-07

Fim: 2026-11-25

Regime: b-learning

Local: None

Formador

Marisa Pedrosa Tavares da Silva

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 100 e 110

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 100 e 110. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Guilhermina Suggia

Enquadramento

De acordo com as orientações emanadas no documento Perfil do Aluno à saída da escolaridade obrigatória, em que se pretende que o jovem, seja um cidadão munido de múltiplas literacias que lhe permitam analisar e questionar criticamente a realidade, avaliar e selecionar a informação, formular hipóteses e tomar decisões fundamentadas no seu dia a dia, capaz de pensar crítica e autonomamente, criativo, com competência de trabalho colaborativo e com capacidade de comunicação, apto a continuar a aprendizagem ao longo da vida, como fator decisivo do seu desenvolvimento pessoal e da sua intervenção social, considera-se fundamental que a escola seja capaz de criar e estimular a emergência de bons leitores, críticos e sensíveis a uma sociedade inclusiva. Considera-se, neste contexto, importante dotar os docentes de um conjunto de ferramentas, permitindo-lhes • dinamizar projetos de leitura interdisciplinares; • conhecer o género de obras que podem ser trabalhadas nas diversas faixas etárias. • conhecer plataformas de recursos para projetos de animação de leitura.

Objetivos

- Compreender a importância da escola na formação de leitores. - Compreender a importância da leitura no sucesso dos alunos em todas as áreas académicas e na compreensão do mundo. - Motivar para a leitura de diversos géneros literários. - Motivar para a leitura em diversos suportes. - Contribuir para a expressão da criatividade dos alunos. - Dotar os formandos de estratégias que possam motivar os alunos para a leitura digital.

Conteúdos

- A leitura na sociedade de informação. - O papel da escola na formação de leitores. - Como formar leitores utilizando apps. - Que tipo de obras utilizar em cada faixa etária. - Técnicas e materiais que podem ser utilizados na leitura de uma obra literária digital. - Exploração de aplicativos de leitura digital: Site do PNL, Histórias infantis para ler, Bamboleio, Storymax, Playkids Stories, Pequenos Grandes Contos… - Leitura e exploração de algumas obras literárias digitais. - Criação de um projeto de dinamização de uma obra literária digital (em grupo). - Apresentação dos projetos.

Metodologias

- A metodologia consistirá na apresentação teórica de alguns conceitos sobre a leitura na sociedade atual, o papel da escola na formação dos leitores e na apresentação e exploração de técnicas e materiais que podem ser utilizados em sala de aula em suporte digital. Na componente prática serão apresentados e explorados alguns aplicativos para leitura digital, analisadas propostas de leitura de obras específicas e os formandos desenvolverão um projeto para dinamizar a leitura digital de uma obra selecionada pelos mesmos.

Avaliação

A participação dos formandos será avaliada pela qualidade e pertinência das interações quer nas sessões presenciais, quer em fóruns nas sessões a distância. Os formandos terão de desenvolver um projeto para dinamizar a leitura digital de uma obra selecionada pelos mesmos, que será integrado no Trabalho Individual. Em conformidade com o Despacho nº459/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: * Excelente – de 9 a 10 valores; * Muito Bom – de 8 a 8,9 valores; * Bom – de 6,5 a 7,9 valores; * Regular – de 5 a 6,4 valores; * Insuficiente – de 1 a 4,9 valores. Os critérios de avaliação adotados pelo CFEPO. Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o Artigo 5º do Despacho nº 459/2015.

Bibliografia

• AGUILAR-AMAT, A. & PARCERISAS, F. (2004) El plácer de la lectura. Madrid: Síntesis.• AZEVEDO, F. (2007). Formar leitores: das teorias às práticas. Lisboa: Lidel• BASTOS, G. (1999). Literatura infantil e juvenil. Lisboa: Aberta• BETTELHEIM, B. (2008). Psicanálise dos contos de fadas. Lisboa: Bertrand.• CADÓRIO, L. (2001). O gosto pela leitura. Lisboa: Livros Horizonte.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Presencial
2 07-10-2026 (Quarta-feira) 19:30 - 22:30 3:00 Online assíncrona
3 14-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Presencial
4 21-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Online síncrona
5 22-10-2026 (Quinta-feira) 19:30 - 22:30 3:00 Online assíncrona
6 28-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Online síncrona
7 04-11-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Online síncrona
8 11-11-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Online síncrona


277

Ref. 2201 Prevista

Registo de acreditação: AFCD2526/23

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 2026-11-17

Fim: 2026-11-17

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Patrícia Isabel Silva Dias Venâncios dos Santos

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP)/ Centro de Formação Guilhermina Suggia

Enquadramento

Área de Formação nos termos do art.5º do Decreto -Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica

Objetivos

Identificar as componentes do trânsito; Reconhecer que os acidentes rodoviários são resultantes de várias causas; Reconhecer a importância dos principais indicadores de segurança rodoviária; Identificar os fatores de risco, características e consequências e comportamentos seguros a adotar; Conhecer os recursos pedagógicos digitais de apoio a atividades;

Conteúdos

Trânsito rodoviário: componentes e objetivos; O acidente rodoviário como fenómeno multifatorial; Principais desafios da sinistralidade rodoviária; Fatores de risco de acidentes rodoviários: distração, álcool, velocidade, fadiga; Recursos educativos de apoio às atividades;



Ref. 2211 Prevista

Registo de acreditação: AFCD2526/24

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 2026-11-24

Fim: 2026-11-24

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Patrícia Isabel Silva Dias Venâncios dos Santos

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP)/ Centro de Formação Guilhermina Suggia

Enquadramento

Área de formação nos termos do art.5º do Decreto-Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica

Objetivos

Identificar os pilares da mobilidade sustentável; Reconhecer a importância de proteger o ambiente, e o impacto a nível social e económico; Identificar fatores de risco e comportamentos dos utentes vulneráveis; Reconhecer a importância das várias formas de ecomobilidade; Conhecer os recursos pedagógicos digitais de apoio a atividades;

Conteúdos

Sinistralidade rodoviária juvenil e características de risco associadas aos jovens; Princípios-chave da educação para a Segurança Rodoviária e Mobilidade; Pilares da mobilidade sustentável - proteção ambiental, dimensão social e económica; Qualidade de vida e da segurança rodoviária; Micromobilidade: mobilidade ativa, mobilidade integrada, mobilidade partilhada; Recursos educativos de apoio às atividades;



Ref. 2351 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139514/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2027-01-04

Fim: 2027-01-25

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

É urgente agir na educação atual para mitigar os problemas relativos à ação climática (ODS 13), despertando uma consciência crítica nos educadores, professores e, consequentemente, nas crianças visando a construção de um mundo mais equilibrado. As narrativas e criações artísticas, profundamente enraizadas nesta problemática, têm vindo, ao longo dos anos, a transmitir mensagens sobre a forma como os seres humanos encaram esta realidade e possíveis soluções para superá-la. Esta formação, tanto pela apreciação de obras de arte como pela mensagem transmitida pelos artistas, procura despertar uma consciência para os desafios que enfrentamos hoje em relação à ação climática e promover medidas direcionadas à mudança do nosso estilo de vida. O objetivo é que esta ação de formação contribua para o desenvolvimento consciente de estratégias de intervenção e transformação social por meio da educação artística, fomentando uma cultura de corresponsabilidade em termos de sustentabilidade ambiental.

Objetivos

• Compreender a complexidade associada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 13. • Analisar a responsabilidade e o papel dos educadores/professores diante do impacto da atividade humana sobre a ação climática. • Apresentar obras e artistas contemporâneos relacionadas com Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 13 – Ação Climática. • Dar a conhecer projetos educativos que pressupõem metodologias artísticas ativas no combate à ação climática. • Explorar documentos fundamentais sobre a educação e o desenvolvimento sustentável para uma cidadania global.

Conteúdos

1.A Arte Contemporânea e a ação climática (7 horas) • Exploração da arte contemporânea como uma expressão significativa das questões relacionadas com a ação climática: Fruição; Interpretação e compreensão. • Métodos de exploração das obras de arte com crianças/jovens: o conhecimento cognitivo e o produtivo. • O processo criativo dos artistas e as suas preocupações ambientais. 2- Arte e Educação: metodologias ativas para uma nova cidadania (5 horas) • Apresentação de documentos fundamentais na área da Educação e Desenvolvimento Sustentável. • Dar a conhecer o ODS 13 - a ação climática por meio da educação artística: Diferentes projetos artísticos. • Explorar metodologias de criação artística como meios transversais de aprendizagem, descoberta e indagação. • Desenvolvimento de projetos educativos e artísticos para promover a cidadania global. 3. Expressão e comunicação (13 horas) • Conceção e produção de uma atividade pedagógico-artística para sensibilização sobre o ODS13. • Técnicas e materiais. • Análise e reflexão da ação de formação.

Metodologias

A ação de formação irá concretizar-se numa metodologia de e-learning. As sessões online (12h) estão estruturadas em formato cumpridor dos standards internacionais do regime e-learning. Este curso possui tutoria assíncrona e síncrona. Na tutoria online assíncrona (13h) o formando tem o apoio do formador, que responderá às suas questões ou esclarecerá as suas dúvidas em momentos fora das sessões. Na tutoria online síncrona, o professor e os formandos no início da sessão terão que marcar a sua presença. As sessões serão disponibilizadas via plataforma ZOOM. As sessões assíncronas, poderão ser via email ou através da plataforma eletrónica Moodle do Centro de Formação do Alto Cavado que tem protocolo de colaboração com a Academia do PNA. O formador, fará chegar aos formandos os documentos necessários para as tarefas a desempenhar e coloca-se à disposição para os esclarecimentos necessários. As tarefas levadas a cabo pelos formandos nas sessões assíncronas serão apresentadas e debatidas com os restantes formandos na última sessão e partilhados os comentários construtivos fundamentais para uma prática pedagógica emancipatória.

Avaliação

A avaliação dos formandos terá em conta os seguintes parâmetros: O regime de avaliação deste curso rege-se por duas modalidades: a avaliação contínua com um peso de 50% e a avaliação final com um peso de 50%. A avaliação contínua contempla a discussão e interação dos formandos no decurso das sessões de formação. Participação: nas tarefas; pela intervenção; pela assiduidade e pontualidade. A avaliação final corresponde à elaboração de uma proposta didática-artística, que envolva a conceção de uma atividade onde se apliquem os conhecimentos obtidos ao longo da ação de formação bem como uma reflexão critica. A classificação final, conforme previsto na Carta Circular CCPFC-3/2007 de setembro, será quantitativa e expressa na escala de 1 a 10, conforme abaixo se discrimina: • Excelente – de 9 a 10 valores; • Muito Bom – de 8 a 8,9 valores; • Bom – de 6,5 a 7,9 valores; • Regular – de 5 a 6,4 valores; • Insuficiente – de 1 a 4,9 valores”

Bibliografia

Estratégia Nacional de Educação Ambiental (ENEA), (2017). Estratégia Nacional de Educação Ambiental, 2020. Agência Portuguesa do Ambiente.Kurt, H. (2006). Arte e sustentabilidade: uma relação desafiadora, mas promissora. In H. Hara. Caderno Sesc¬¬_Videobrasil 2: Arte Mobilidade e Sustentabilidade (pp.135-143). Edições Sesc.Ministério da Educação (2006). Educação para a cidadania - Guião de Educação para a Sustentabilidade – Carta da Terra. ME.Oliveira, M. (2021), In: M. Oliveira; T. Torres de Eça, Â.; Saldanha, C.; Ferreira (Eds) Antologia de Educação Artística e Sustentabilidade: orientações para estratégias de educação ambiental através das artes. DOI:10.24981/2021-AEAS.Oliveira, M. (2016). Arte e Educação: um diálogo em tempo de mudança. Tear: Revista de Educação Ciência e tecnologia, 5(2),1-19.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-01-2027 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
2 05-01-2027 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online assíncrona
3 08-01-2027 (Sexta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
4 09-01-2027 (Sábado) 16:30 - 21:30 5:00 Online assíncrona
5 11-01-2027 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
6 12-01-2027 (Terça-feira) 16:30 - 21:30 5:00 Online assíncrona
7 25-01-2027 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona


279

Ref. 2291 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139699/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2027-02-03

Fim: 2027-03-24

Regime: b-learning

Local: b-learning

Formador

Marisa Pedrosa Tavares da Silva

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) iniciou a implementação de um repositório digital de Roteiros de Leitura realizados em torno de obras constantes das listas do PNL2027 e obras constantes das Aprendizagens Essenciais e Programas em vigor em Portugal (ver exemplo em https://youtu.be/k3BwgxFpU2s). Entre outras áreas de intervenção, o PNL 2027, pretende “[realizar o] incentivo à leitura extensiva, reflexiva e em profundidade de livros impressos e/ou digitais, através de estratégias e contextos diversificados (…); [promover] o fomento do uso de ferramentas digitais como estratégia pedagógica para motivação e melhoria da leitura e da escrita”. Nesse sentido esta ação de formação, inspirada no projeto "Google Lit Trips" da Associação Não Lucrativa GLT Global Ed (http://www.gltglobaled.org/aboutGLTGE/gltGlobalED.php) e, na continuidade de uma edição anterior que privilegiou ferramentas disponíveis nas escolas, pretende tirar partido das mais recentes possibilidades tecnológicas e necessidades de continuar a providenciar cenários de aprendizagem em ambiente presencial, a distância ou misto, nos diversos ciclos de ensino, permitindo de envolver os alunos, ajudando-os a ver as conexões e aplicações do que estão a aprender no seu ambiente de aprendizagem, ao mundo real.

Objetivos

- Compreender a importância de recursos educativos digitais de qualidade na organização dos processos de ensino e aprendizagem no século XXI; - Reforçar o entendimento do potencial da literacia digital na promoção da competência leitora, dotando professores e alunos de novos recursos e estratégias. - Conhecer as finalidades e estrutura de diversas ferramentas para a realização de recursos educativos digitais georreferenciados, nomeadamente o Google Earth Web e suas potencialidades pedagógicas; - Conceber Guiões Pedagógicos que contextualizam ferramentas digitais que beneficiem da georreferenciação para a realização de atividades de natureza interdisciplinar e que promovam a leitura, o pensamento crítico e a criatividade; - Compreender a importância do desenho de percursos de aprendizagem autónoma numa perspetiva de trabalho de projeto interdisciplinar; - Planificar e construir recursos educativos com o Google Earth Web e aplicá-los em contextos de ensino/aprendizagem, em projetos de aprendizagem ativa, promovendo aprendizagens significativas e o trabalho colaborativo e cooperativo entre docentes e entre alunos.

Conteúdos

A. O Conceito de aprendizagem ativa e exemplos de boas práticas explorando as potencialidades pedagógicas do Google Earth Web. Apresentação do projecto “ Google Lit Trips " (G LT Global Ed ). B. Aprendizagens Essenciais, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e o desenho de Domínios de Articulação Curricular. C. Literacia disciplinar, interdisciplinaridade e trabalho colaborativo (metodologia de trabalho de projeto). D. O conceito “Roteiro Digital de Leitura”: exploração de vários recursos construídos como projetos de aprendizagem interdisciplinar desenvolvidos por docentes e alunos de forma colaborativa / cooperativa com recurso a versões anteriores do Google Earth e integrando outras ferramentas da Google como a Google Drive. E. Ferramentas e tutoriais para a produção de RDL - georreferenciação: Google Earth, Google Os Meus Mapas, Google Tour Builder e Google Earth Web . - produção e partilha: Google Drive, Youtube. - o desenho de um Guião pedagógico F. Ferramentas para avaliação formativa da leitura: Formulários Google e Quizizz. G. Exploração do Google Earth Web tendo em vista o seu potencial educativo: 1. O Ecossistema Google (aplicação Conta, Navegador e Perfil) 2. Estrutura do Google Earth Web (para computador e dispositivos móveis) 3. Pesquisa 4. Voyager 4. Estilo do Mapa e Fotos 5. Definições 6. Marcadores e Separadores 7. Edição de conteúdo (texto, imagens e hiperligações); H. Criação de guiões pedagógicos que contextualizem e orientem o desenho de recursos educativos digitais, com base nos contextos específicos de cada grupo de formandos orientados para constituírem projetos de aprendizagem dos alunos nas várias disciplinas (Português, História, Geografia, História e Geografia de Portugal) e o desenvolvimento do perfil do aluno do séc. XXI.

Metodologias

Presencial: - Exemplificação da aplicabilidade prática do Google Earth e de outras ferramentas da Google - Construir recursos utilizando a metodologia de trabalho de projeto de forma a promover aprendizagens disciplinares e interdisciplinares, evidenciando as conexões e aplicações do que os alunos estão a aprender na sala de aula, no mundo real; - Desenho do Projeto de “Roteiro Digital de Leitura” individual, por cada formando integrando a contribuição de várias disciplinas de forma interdisciplinar; - Reflexão partilhada sobre as experiências dos formandos relativamente aplicação das atividades e recursos criados, sobre o desenho de “Roteiro Digital de Leitura” desenvolvido e explorado em contexto de ensino e aprendizagem junto dos alunos, e sobre a aplicação prática e interesse educativo das possibilidades da utilização de novas metodologias de ensino e de aprendizagem ativa e significativa com seus alunos utilizando, de forma colaborativa e integrada, o Google Earth Web e outras ferramentas Google. Trabalho Autónomo: - Planificar atividades e elaborar documentos, recursos e materiais utilizando as ferramentas exploradas nas sessões conjuntas, e explorá-los em sala de aula. - Desenho do Projeto de “Roteiro Digital de Leitura” individual, por cada formando integrando a contribuição de várias disciplinas de forma interdisciplinar, aplica-lo em sala de aula e refletir criticamente sobre essa aplicação.

Avaliação

Os formandos serão classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC n.° 3/ 2007, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, com base na qualidade de: - Participação nas atividades de discussão/reflexão propostas ao longo da ação - Tarefas realizadas nas sessões. - Planificação das atividades de aprendizagem ativa e do projeto “Viagens Literárias" para exploração com os alunos em contexto de ensino e aprendizagem (roteiro pedagógico). - Reflexão individual sobre a aplicação em contexto de ensino e aprendizagem das atividades de aprendizagem ativa e do projeto "Viagens Literárias" desenhado com ferramentas Google . - Apresentação e partilha final do trabalho desenvolvido.

Bibliografia

Annenberg Learner, What Is Disciplinary Literacy? , s.d. Disponível em https://www.learner.org/series/reading-writing-in-the-disciplines/what-is-disciplinary-lite racy/ Consultado a 19 de agosto de 2020.Coldwell, J., Craig, A. & Goold, A. ( 2011) Using e-Technologies for Active Learning . Interdisciplinary Journal of Information, Knowledge, and Management, 6, 95-106. Disponível em https://www.researchgate.net/publication/228986229_Using_eTechnologies_for_Active_ Learning Consultado a 10 de agosto de 2020.ILA (International Literacy Association) (2017). Content Area and Disciplinary Literacy: Strategies and Frameworks. Disponível em https://www.literacyworldwide.org/docs/default-source/where-we-stand/ila-content-are a-disciplinary-literacy-strategies-frameworks.pdf?sfvrsn=e180a58e_6 Consultado a 10 de agosto de 2020.Miragaia, E., & Balula, J. P. (2017). Estratégias para o desenvolvimento da compreensão de textos literários na sala de aula. In L. Menezes, A. P. Cardoso, B. Rego, J. P. Balula, M. Figueiredo, & S. Felizardo (Eds). Olhares sobre a Educação: em torno da formação de professores (pp. 131-139). Viseu: Escola Superior de Educação de Viseu (ESEV).Patterson, Todd C. (2007), Google Earth as a (Not Just) Geography Education Tool, Journal of Geography, Vol. 106 (4), 145 – 152. Disponível em http ://ww w.informaw orld.com/smpp /c ontent content=a788160864 Consultado a 10 de agosto de 2020.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-02-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 17-02-2027 (Quarta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
3 17-02-2027 (Quarta-feira) 20:00 - 22:00 2:00 Online assíncrona
4 24-02-2027 (Quarta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
5 24-02-2027 (Quarta-feira) 20:00 - 22:00 2:00 Online assíncrona
6 03-03-2027 (Quarta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
7 03-03-2027 (Quarta-feira) 20:00 - 22:00 2:00 Online assíncrona
8 10-03-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
9 17-03-2027 (Quarta-feira) 18:00 - 19:30 1:30 Online síncrona
10 17-03-2027 (Quarta-feira) 20:00 - 21:30 1:30 Online assíncrona
11 24-03-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial

Ref. 2321 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140300/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2027-03-18

Fim: 2027-05-20

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Luis Correia Antunes

Destinatários

Professores de 200 e 420

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de 200 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de 200 e 420.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

As tecnologias geoespaciais desempenham um papel fundamental na aplicação e no enriquecimento das aprendizagens essenciais para a aprendizagem de Geografia, sendo o motor para promover a integração dos alunos em matéria do nosso quotidiano. Essas tecnologias Geo, como são as ferramentas de acesso livre da Google, que englobam sistemas de mapeamento, GPS, navegação e imagens de satélite, proporcionam aos alunos uma nova perspetiva do mundo e abrem portas para a exploração de conceitos de forma interativa e envolvente com o mundo que os rodeia. Com o atual programa no ensino básico e secundário, estas ferramentas geoespaciais são um manancial de informação para os professores e um verdadeiro estimulo para os alunos para consolidar seu conhecimento, competências, valores e atitudes positivas em relação ao mundo que as rodeia. Ao trabalhar com informações geoespaciais, são desafiados a analisar e interpretar dados, fazer perguntas pertinentes e tomar decisões com base na exploração e no conhecimento. Os conteúdos desta formação vão de encontro às necessidades das aprendizagens essenciais para os vários anos de aprendizagem da Geografia como Orientação no espaço geográfico local e nacional, Relevo de Portugal, Clima e vegetação, Património e evolução do território, recursos naturais e economia, riscos naturais, globalização, entre outras explorações e conteúdos.

Objetivos

O objetivo estratégico é incutir no professor a visão de como aplicar a ferramenta Google Earth como fator inovador e promotor de uma componente mais prática em sala de aula dentro do seu grupo de recrutamento. Os objetivos específicos são: - Produzir materiais em forma de mapas personalizados de acordo com um tema que lecionam no grupo de recrutamento; - Promoção do trabalho geocolaborativo através da partilha das permissões de edição dos mapas; - Identificar, criar e editar os vários elementos gráficos e descritivos apresentados por pontos, linhas e áreas; - Aplicar ferramentas avançadas de medição de distância (2D e 3D), áreas (2D e 3D); - Consultar imagens históricas de satélite, importação automática de endereços (Geocodificação de endereços), - Recolher dados GPS no campo e importar para o Google Earth; - Produzir materiais que possibilitem a potencialização desta ferramenta como um fator inovador e promotor de uma componente mais prática em sala de aula.

Conteúdos

A formação a ministrar será maioritariamente prática, dividida pelas diversas plataformas Geo da Google, com maior foco no Google Earth Web, mas aceder a outras também de de acesso livre: Google Maps, Google Street View, Google Earth Desktop, Google Live View, Google Immersive maps, e outros. No decorrer da formação, os formandos tomarão conhecimento do uso e aplicação prática de cada uma das geoferramentas, priorizando a reutilização de dados geográficos abertos e criação de próprios mapas personalizados. No final da formação, cada formando irá ter oportunidade de apresentar o tema do mapa escolhido sobre um determinado conteúdo programatrico do respetivo grupo de recrutamento. As Horas/Blocos Temáticos/ObjetivosConteúdo programático 1H - Apresentação: - Dar a conhecer as expectativas dos formandos e apresentação do formador; - Projeto educativo, sem fins lucrativos, “Google Earth na Sala de Aula” e do sítio de internet Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG); 1h - Introdução às ferramentas Geo Google: - Google Earth Desktop Vs Google Earth Web; - Google Maps e as opções avançadas de imersão, Inteligência Artificial e de realidade aumentada; - Google Street View; 2h- Google Earth Desktop: - Instalação, configuração e identificar comandos na janela de trabalho; - Comandos de navegação sobre os mapas; 5h- Comandos do Google Earth Desktop: - Régua: Calcular distâncias e alturas entre 2 e mais pontos em 2D e 3D e áreas; - Alterne entre Céu, Terra e Outros Planetas: mapa as constelações, percorrer o sistema solar e explorar a lua e marte; - Mostrar Imagens Históricas: reconhecer as diferenças entre as diversas imagens de satélite históricas, recuando no tempo de modo a verificar as alterações de linha de costa, da ocupação de solos, vulcões; - Iluminar a paisagem com a luz do sol: evidenciar a relação da época do ano e da hora para calcular a inclinação do sol e nascer e por do sol e a sua consequência na sombra. 4h – Google Earth Web: - Navegação: comandos de navegação e calcular e executar percursos; - Medição: calcular distâncias, perímetros e áreas; - Imagens históricas: navegação nas imagens de satélite históricas e de stree view em arquivo no Google Earth Web; 10h – Construção de mapas geocolaborativos: - Programar uma aula com a aplicação do Google Earth Web; - Configurar um projeto de Google Earth Web colaborativo; - Adicionar e caracterizar com imagens, filmes e textos elementos do tipo “marcador”; - Adicionar e caracterizar com imagens, filmes e textos elementos do tipo “caminho ou polígono”; - Adicionar e caracterizar diapositivos; - Apresentação automática de diapositivos; 2h – Apresentação dos trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

A formação será maioritarimente prática através do método demonstrativo. O formador demonstra a aplicação das ferramentas e, posteriormente, os formandos terão oportunidade de executar as mesmas tarefas. Assim, ficam não só a conhecer as potencialidades do Google Earth, mas ficam a saber como tirar partido das ferramentas como recurso didático na sala de aulas. Haverá espaço para discussões e partilha de experiências entre participantes ao longo da temática abordada. No decorrer da formação, serão criados grupos e escolha de temas geocolaborativos a mapear, aplicando a nova componente do Google Earth Web: a edição partilhada de conteúdos cartográficos. Desta maneira, os formandos treinam os comandos apresentados enquanto criaam o seu próprio mapa (Training on the job). No final, cada formando terá oportunidade de apresentar e partilhar o mapa criado. Foi criado um manual próprio pelo formador e será ainda apoiado no livro do autor, da Areal Editores, Google Earth na Sala de Aula.

Avaliação

Em conformidade com o Despacho nº459/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente – de 9 a 10 valores; - Muito Bom – de 8 a 8,9 valores; - Bom – de 6,5 a 7,9 valores; - Regular – de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente – de 1 a 4,9 valores. Realização de um trabalho individual com o modelo e os critérios de avaliação adotados pelo CFEPO, sob forma escrita, baseado nas temáticas abordadas nas sessões de trabalho, acrescido de uma breve reflexão sobre o impacto da ação na atividade profissional do docente, com ponderação de 60%. Ao longo das sessões, os formandos terão de escolher um tema do mapa a apresentar que servirá de avaliação da participação nas sessões onde será valorizado a aplicação de todos os comandos, a qualidade e a originalidade do trabalho, registadas através de uma grelha de observação com a ponderação de 40%. Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o Artigo 5º do Despacho nº 459/2015.

Bibliografia

- Manual criado pelo formandor, 2025, “Google Earth Web na sala de Aula”;- Antuns, Luis, 2013, “Google Earth na Sala de Aula”, Areal Editores


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 18-03-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 08-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 15-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 22-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 29-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 06-05-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 13-05-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
8 20-05-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 22:00 4:00 Online síncrona


276

Ref. 2311 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140284/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2027-09-21

Fim: 2027-11-09

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Luis Correia Antunes

Destinatários

Professores do Grupo 420

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 420.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

As tecnologias geoespaciais, como o GPS e os SIG, desempenham um papel fundamental no ensino da Geografia e permitem o desenvolvimento de competências, no contexto da análise geoespacial e criação recursos cartográficos digitais, sendo o motor para promover a integração dos alunos em temas e assuntos do nosso quotidiano. Estas ferramentas permitem a recolha de dados de campo, visualização, sobreposição, caracterização e análise num ambiente geoespacial e permite a criação de mapas personalizados. Hoje em dia, com a quantidade de dados geográficos gratuitos existentes na Internet, estas tecnologias podem ser um manancial de informação para os professores, desde que sejam capacitados para tal. São ainda um verdadeiro estimulo para os alunos para o consolidar seu conhecimento, competências, valores e atitudes positivas em relação ao mundo que as rodeia. Ao trabalhar com informações geoespaciais, são desafiados a analisar e interpretar dados, fazer perguntas pertinentes e tomar decisões com base no conhecimento. No decorrer da formação serão utilizados dados abertos ou gratuitos de sítios de internet como o Dados.gov.pt e GeoData das Nações Unidas, entre outros, promovendo a reutilização responsável de dados públicos. Será usado um programa SIG de código aberto QGis, não hipotecando, assim, o uso e disseminação desta tecnologia nas escolas. Os conteúdos da formação pretendem capacitar os professores na implementação das Aprendizagens Essências para o ensino da Geografia.

Objetivos

- Familiarizar os formandos em conceitos básicos teóricos de cartografia e SIG e de ferramentas de tecnologia geoespacial; - Capacitar os professores no manuseamento e aplicação dos SIG em contexto educativo, permitindo a aplicação das aprendizagens essenciais do 3º ciclo e secundário; - Promover trabalho geocolaborativo, com a partilha de conteúdos cartográficos; - Criar conteúdos cartográficos próprios e adaptar e reutilizar conteúdos cartográficos de colegas ou existentes na Internet, permitindo a utilização destas ferramentas em contexto de sala de aula de uma forma autónoma; - Analisar os dados geográficos de uma forma crítica, estimulando os alunos para uma reflexão em relação ao mundo que os rodeia.

Conteúdos

- Introdução aos SIG e Cartografia: - Conceitos teóricos de SIG e Cartografia; - Repositório de dados geográficos de acesso livre nacionais (Sistema Nacional de Informação Cartográfico –SNIC - e Dados Abertos - dados.gov.pt) e internacionais (United Nations Geospatial Hub - geoservices.un.org); - Iniciação ao QGis - Instalação e configuração do programa QGis; - Criação de um projeto SIG - Importação de informação geoespacial - Criação de camada de dados geográficos - Vetorização - Análise e processamento de informação geográfica - Geocodificação de endereços - Importação de dados GPS - Análise espacial - Geoprocessamento - Simbologia e visualização - Cartografia - Fundamentos de Cartografia - Criação de um layout

Metodologias

A formação a ministrar será maioritariamente prática, dividida por diversas plataformas e recursos digitais de geografia, todas gratuitas e de acesso livre e, algumas, de código aberto: Google Maps, Google Street View, QGis, GPS entre outros, priorizando a reutilização de dados geográficos aberto e criação de próprios dados. No final da formação, cada formando terá oportunidade de apresentar o tema de um recurso cartográfico escolhido e criado no decorrer da formação, com uma reflecção crítica através de uma planificação didáticas e propostas de atividades, ajustando o seu uso em ambiente de sala de aula e/ou no ensino da geografia enquadrado nas aprendizagens essenciais. As sessões online em tempo real são antecedidas do anúncio prévio dos objetivos, do tópico de discussão, do formato, sendo que todas as sessões versarão sobre os conteúdos previstos para esta ação. No final de cada sessão, os formandos terão oportunidade de apresentar os trabalhos realizados, com uma reflexão crítica sobre a sua aplicação nas aprendizagens essenciais para o ensino da Geografia para o 3º ciclo e secundário.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação será contínua e formativa. A classificação final a atribuir aos formandos resultará dos seguintes parâmetros e critérios de classificação: - Participação na ação (qualidade dos contributos); - Observação direta feita pelo formador tendo como base a participação e desempenho dos formandos na realização dos trabalhos; - Relatório elaborado pelo formando a entregar ao formador após o término da formação, com reflecção crítica da aplicação dos SIG como apoio à aplicação das aprendizagens essenciais, através de uma planificação didáticas e propostas de atividades; - Mapa final sobre um determinado tema à escolha por parte do formando.

Bibliografia

Antunes, Luís. Google Earth na Sala de Aula, Areal Editores, 2013Longley, Paul, et Al. Sistemas e Ciência da Informação Geográfica, Bookman, 2012Menke, K. Discover QGIS 3.x - Second Edition, Locate Press, 2022


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 21-09-2027 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 28-09-2027 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 06-10-2027 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 12-10-2027 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 19-10-2027 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 26-10-2027 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 02-11-2027 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
8 09-11-2027 (Terça-feira) 18:00 - 22:00 4:00 Online síncrona


275

Ref. 2281 Inscrições abertas até 2026-06-16 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: AFCD2526/31

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-06-17

Fim: 2026-06-17

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Daniela Filipa Ferreira Pinto

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Universidade Aberta / FPCEUP/UTAD/ Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco /Agrupamento de Escolas de Ribeirão/ CFAE Guilhermina Suggia

Objetivos

Apresentar o modelo de observação de pares validado pelo projeto WAY; Demonstrar a relação entre a aplicação do Modelo e a promoção da autorregulação das aprendizagens.

Conteúdos

Justificação teórica do modelo WAY; Modelo de funcionamento; Resultados obtidos; Aplicação noutros contextos – discussão.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 17-06-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

Ref. 2221 Inscrições abertas até 2026-06-30 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: AFCD2526/25

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-07-01

Fim: 2026-07-01

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto

Formador

Rita Mafalda Amaral Nunes

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Comité Olímpico de Portugal/ Centro de Formação Guilhermina Suggia

Enquadramento

Área da docência - áreas do conhecimento, que constituem matérias curriculares nos vários níveis de ensino

Objetivos

Compreender os fundamentos do Olimpismo e o seu enquadramento na Educação Olímpica; Conhecer o Programa de Educação Olímpica, a sua estrutura e finalidades; Integrar e promover os Valores Olímpicos em contextos educativos e desportivos; Utilizar de forma eficaz os recursos pedagógicos e instrumentos de apoio disponíveis: Identificar mecanismos e critérios de reconhecimento no âmbito da Educação Olímpica; Desenvolver práticas colaborativas, incentivando a partilha de experiências e conhecimento entre profissionais;

Conteúdos

Fundamentos, princípios e valores da Educação Olímpica; Papel e funções do Comité Olímpico Internacional e do Comité Olímpico de Portugal; O Programa de Educação Olímpica: princípios orientadores e enquadramento curricular: objetivos e estrutura; estratégias de implementação; recursos pedagógicos associados; Integração dos Valores Olímpicos nas atividades educativas e/ou desportivas; Identificação, análise e reflexão sobre práticas em educação Olímpica; Recursos pedagógicos: tipologias, acesso e aplicação; Critérios, procedimentos e requisitos para a atribuição de níveis de reconhecimento em "Educação Olímpica"; Estratégias e planos de ação para a sustentabilidade e desenvolvimento da Educação Olímpica; Dinâmicas de trabalho em rede: colaboração entre docentes, treinadores e entidades parceiras;


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 01-07-2026 (Quarta-feira) 14:00 - 17:30 3:30 Presencial

INSCREVER-ME

Ref. 1274 Inscrições abertas até 2026-07-02 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130950/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-07-03

Fim: 2026-07-31

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.

Metodologias

Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.

Modelo

Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf

Anexo(s)

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf


Observações

Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-07-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
2 10-07-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
3 17-07-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
4 24-07-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
5 31-07-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial

INSCREVER-ME

205

Ref. 1672 Inscrições abertas até 2026-07-13 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127317/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-07-14

Fim: 2026-07-17

Regime: Presencial

Local: Batalha Centro de Cinema

Formador

Pedro Miguel Barbosa Alves

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial.

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial.. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/Teatro Nacional S.João

Enquadramento

O cinema é, na sua essência, pedagógico. Nele – ou com ele – aprendemos a olhar o mundo a partir de diferentes perspetivas. Cada filme suscita novos entendimentos sobre o que nos é próximo ou distante, convocando sentidos heterogéneos que crescem e se renovam em cada pessoa. É essa potência educativa que tem motivado várias atividades e projetos nas ou a partir das escolas, onde os docentes constituem-se como agentes fundamentais para o estímulo de conhecimentos, emoções e experiências significativas nos mais jovens através do cinema. Faz parte do Plano de Formação das Escolas associadas e do próprio Centro explorar metodologias de ensino e aprendizagem alternativas, onde se insere a ação que ora se propõe.

Objetivos

Integrar o Cinema, e as técnicas que dele fazem parte, em ambientes educativos; Promover um trabalho de aprofundamento crítico e criativo em torno da expressão e experiência cinematográfica; E desenvolver estratégias teórico-práticas que fomentem um contacto imersivo com a sétima arte.

Conteúdos

1. Apresentações (7h) Metodologias e reflexões sobre educação para o cinema. Introdução à linguagem cinematográfica. Visionamento, análise e discussão de filme(s)/excertos de filmes. 2. Apresentação e discussão dos trabalhos de análise cinematográfica (6h) O processo de rodagem cinematográfica como exercício educativo. Rodagem cinematográfica: da ideia à pré-produção. Planificação de exercícios práticos. 3. Rodagem dos exercícios práticos (3h); 4. Fecho e visionamento do(s) resultado(s) da rodagem: análise e discussão (7h). Balanço de aprendizagens e perspetivação de atividades futuras. 5. Avaliação final (2h) Total: 25 horas

Metodologias

A ação de formação decorrerá em regime presencial, privilegiando uma abordagem teórico-prática que combinará: 1) momentos de exposição, por parte do formador, de teorias e obras cinematográficas e com base em recursos textuais, visuais ou sonoros; 2) análise e discussão dos conteúdos com vista ao desenvolvimento de conhecimentos e competências relevantes para o curso; 3) aplicação das aprendizagens em exercícios práticos de âmbito cinéfilo e/ou pedagógico. Da metodologia referida espera-se desenvolver nos formandos: a) domínio de conceitos e articulação crítica de conteúdos teóricos ligados ao cinema: b) capacidade de análise e aplicação desses conceitos a exercícios de découpage e reflexão crítica em torno de filmes ou excertos de filmes; c) capacidade de aplicação prática dos conteúdos teóricos em práticas de filmagem; d) motivação e competências para replicação dos métodos e exercícios realizados na formação em contextos escolares (sobretudo dentro da sala de aula).

Avaliação

Dos Formandos: Regime presencial - mínimo 2/3 de presenças; Avaliação quantitativa e qualitativa, pelo menos com um trabalho/teste individual escrito ou, se oral, com apresentação; Referenciais/critérios e instrumentos, para além da auto-avaliação: pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das actividades das sessões e da formação global; elaboração de trabalho final ou relatório crítico individual. Escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa. Do Formador(a), em função de: A adequação às prioridades da formação definidas (na Escola ou no CFAE); o modo de funcionamento da ação; os resultados atingidos; e os impactos que se possam registar, na sua aplicabilidade, Da Formação, quanto: Aos objetivos definidos para a formação; à relevância, da formação, para a melhoria do ensino; à relevância, da formação, para os resultados escolares e para o desenvolvimento profissional dos docentes/técnicos; se aplicável, à melhoria organizacional da Escola. Será usada aplicação específica, no final das sessões presenciais.

Bibliografia

Marner, T. (2010). A Realização Cinematográfica, Edições 70Alves, L.A.; García García, F.; Alves, P. (2014). Aprender del cine: narrativa y didáctica, ICONO14/CITCEMAlves, P.; García García, F. (2017). Oficios del cine: manual para prácticas cinematográficas, ICONO14/CITCEMInsert (2022). 20 vídeo-tutoriais e Caderno Pedagógico


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-07-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
2 15-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
3 15-07-2026 (Quarta-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
4 16-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
5 16-07-2026 (Quinta-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
6 17-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
7 17-07-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial

INSCREVER-ME

Ref. 1832 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135531/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 54.0 horas (27.0 horas presenciais + 27.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-06-03

Fim: 2026-09-10

Regime: Presencial

Local: Salão Nobre da Junta de Freguesia de Rio Tinto

Formador

Paula Cristina Sousa Serôdio Dias

Destinatários

Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Ministério de Educação lançou em 2017 o Referencial para Educação para a Saúde definida como “um processo contínuo que visa o desenvolvimento de competências das crianças e dos jovens, permitindo-lhes confrontarem-se positivamente consigo próprios, construir um projeto de vida e serem capazes de fazer escolhas individuais, conscientes e responsáveis.” O referencial cobre áreas do desenvolvimento pessoal e social, saúde mental, prevenção da violência, sexualidade, comportamento alimentar, comportamentos aditivos e dependências (CAD) entre outras. O Programa Eu e os Outros é uma abordagem preventiva que aborda os CAD na sua interação com as restantes áreas do desenvolvimento. A sua formação capacita os docentes para a exploração dos conteúdos recomendados e proporciona uma base para a exploração das diferentes áreas incluídas no referido referencial.

Objetivos

Aprofundar conhecimentos teórico-práticos na área da Prevenção e da Promoção e Educação para a Saúde com especial destaque para os Comportamentos Aditivos e Dependências; Desenvolver competências e treinar metodologias para a abordagem dos temas integrados no Referencial de Educação para a Saúde através do Programa “Eu e os Outros”; Capacitar para a integração dos conhecimentos adquiridos na formação numa intervenção a realizar junto de grupos de adolescentes e jovens, segundo um planeamento construído no decurso da mesma e com acompanhamento técnico e supervisão; Promover a integração de conteúdos de outras áreas de intervenção, nomeadamente a Educação para a Cidadania e a Promoção da Literacia em Saúde. Promover o domínio dos procedimentos avaliativos do Programa “Eu e os Outros”, aplicando-os à análise de resultados da intervenção efetuada.

Conteúdos

Os conteúdos a abordar ao longo da formação dividem-se entre (1) a compreensão da base teórica que suporta o Programa Eu e os Outros e estratégias adotadas em função dos standards para uma prevenção eficaz, (2) o domínio das metodologias, (3) o domínio dos procedimentos e por fim, (4) o domínio dos temas abordados nas diferentes narrativas interativas que servem de base ao Programa. Dentro do primeiro ponto, serão explorados os modelos explicativos do comportamento aditivo e a sua aplicação à abordagem preventiva proporcionando aos formandos a adequada definição de objetivos para a sua intervenção. No segundo ponto pretende-se abordar as regras de utilização do Programa, bem como a atitude do aplicador, o domínio e a combinação de diferentes estratégias e dinâmicas de grupo e as competências de condução da reflexão a partir da ação proporcionada. O terceiro ponto será dedicado ao conhecimento das etapas de preparação e planeamento da intervenção, bem como o conhecimento dos instrumentos que lhe servem de suporte. Por fim, no quarto ponto explorar-se-á, de modo transversal, os múltiplos conteúdos integrados nas nove narrativas, proporcionando o conhecimento dos grandes temas abordados, analisando a sua importância para o processo de desenvolvimento pessoal e social, familiarizando o aplicador com o manual de suporte à aplicação, bem como com os referenciais bibliográficos sugeridos no referido manual para cada um dos grandes temas abordados. Entre estes grandes temas, destacamos, dentro dos comportamentos aditivos, as diferentes substâncias psicoativas e seus efeitos, motivações para o consumo, crenças e expectativas, riscos associados ao consumo, enquadramento legal e recursos disponíveis na rede de referenciação. Estes tópicos são alargados aos comportamentos aditivos sem substância, nomeadamente ao jogo online, à utilização abusiva da internet e redes sociais, entre outras. Destaca-se, igualmente, a abordagem aos comportamentos alimentares, ao exercício e saúde, à doença mental, à violência no namoro, à cidadania e voluntariado jovem, à prevenção rodoviária, à educação ambiental e à integração da pessoa com deficiência. Todos estes tópicos são abordados neste programa de formação de base, de forma superficial sendo remetido o seu aprofundamento para programas de formação de segundo nível, cada um deles centrado sobre uma única narrativa, programas estes que irão ser submetidos futuramente pelo SICAD à CCPFC para creditação.

Metodologias

Presencial: A metodologia do Programa de Formação Eu e os Outros integra técnicas e métodos diversificados, privilegiando a componente prática visando facilitar a aquisição de saberes, em particular as simulações pedagógicas. Recorrer-se-á aos métodos expositivo (exploração teórica), ativo (jogo pedagógico, discussão, debate de ideias) e interrogativo (formulação de perguntas). Serão distribuídos aos formandos, em formato digital, o programa de formação, as apresentações de suporte, o manual do programa, as narrativas interativas, materiais de apoio à exploração dos conteúdos e os instrumentos necessários à avaliação da intervenção. Serão integrados momentos de trabalho em pequeno grupo, sobretudo ao nível dos processos de exploração dos materiais de suporte à formação, preparação das simulações e planeamento de intervenções futuras. Serão respeitados todos os passos metodológicos previstos ao nível do ciclo de formação do diagnóstico à avaliação. Trabalho Autónomo: O formando deverá constituir um dossier pedagógico que integre a caracterização do grupo com quem irá intervir, a calendarização da intervenção, o planeamento global e sessão a sessão e a avaliação do processo de implementação. A implementação das sete sessões que compõe o programa bem como a aplicação dos questionários de avaliação de resultados fazem igualmente parte das responsabilidades do formando no seu trabalho em autonomia. Estes elementos deverão ser discutidos com o formador em contexto de supervisão e integrar como anexo o relatório final a entregar no términos da componente prática da formação.

Avaliação

A avaliação da formação terá em conta os seguintes critérios: Assiduidade a um mínimo de dois terços (2/3) das Sessões Presenciais (Módulo I); Implementar o Programa “Eu e os Outros” de acordo com os procedimentos definidos; Produzir o Relatório Final de Avaliação da implementação do Programa; A classificação final é obtida numa escala de 1 a 10 valores e resulta da aplicação da seguinte fórmula para uma média ponderada: Classificação Final = Avaliação Inicial (10%) + Avaliação Contínua (30%) + Avaliação Final (60%) Insuficiente - 1 a 4,9 Regular - 5 a 6,4 Bom - 6,5 a 7,9 Muito Bom - 8 a 8,9 Excelente - 9 a 10 Ponderação da AVALIAÇÃO FINAL: • Relatório entregue dentro do prazo estipulado. (até 1 valor) • Inclusão no relatório das seguintes fichas devidamente preenchidas: o De Sessão (até 2) o Caracterização do Grupo (até 1) o Planeamento da Intervenção com justificações para os desvios à sua implementação (até 1) o de Aplicação (até 1) • Descrição dos procedimentos de aplicação do protocolo de avaliação (até 2,5) • Reflexão final (até 1,5) Ao longo das sessões presenciais serão aplicados instrumentos para a avaliação de conhecimentos.

Bibliografia

Manual “Eu e dos Outros” (documento estruturante do projeto que contém as orientações específicas para aplicação do projeto preventivo e que integra 14 páginas de referências bibliográficas específicas para cada tema abordado ao longo do projeto formativo).Referencial de Educação para a Saúde, DGE/DGS 2017Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, DGE 2018


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-06-2026 (Quarta-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
2 05-06-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
3 15-06-2026 (Segunda-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
4 19-06-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
5 23-06-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
6 26-06-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
7 29-06-2026 (Segunda-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
8 10-07-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 16:00 2:00 Presencial
9 05-08-2026 (Quarta-feira) 14:00 - 16:00 2:00 Presencial
10 10-09-2026 (Quinta-feira) 14:00 - 16:00 2:00 Presencial


269

Ref. 2131 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138673/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-04-16

Fim: 2026-06-26

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Inês Pereira de Almeida de Bettencourt da Câmara

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/PNA

Enquadramento

Esta formação em modalidade de online pretende capacitar os docentes para promoverem uma escola humanista, assente no pensamento crítico, no trabalho colaborativo e no respeito pelo diálogo intercultural. Através da valorização do legado islâmico na cultura portuguesa, fomentam-se abordagens educativas interdisciplinares, para uma compreensão mais ampla e inclusiva da nossa história comum. Propõe-se aos formandos a montagem de uma exposição e a sua dinamização com os alunos, criando recursos pedagógicos inovadores, úteis para a componente de Cidadania e Desenvolvimento e outras áreas. Esta formação estimula a interculturalidade e o combate à discriminação, em prol de uma cultura educativa democrática, articulando escola e comunidade.

Objetivos

1. Sensibilizar os docentes para a importância do património islâmico português no contexto de uma escola humanista e intercultural. 2. Capacitar os docentes para utilizar uma exposição em formato de posters como ferramenta pedagógica interdisciplinar. 3. Fomentar práticas educativas baseadas em pensamento crítico, criatividade, colaboração e valorização da diversidade. 4. Promover a integração do património e da história islâmica nos projetos curriculares e nas práticas educativas. 5. Incentivar a produção de recursos educativos inovadores com base na exposição.

Conteúdos

1. Apresentação: Objetivos e contextualização do curso; jogo em pequenos grupos para apresentação de cada participante (1 hora síncrona). 2. O Legado Islâmico na Cultura Portuguesa: memória, diversidade e identidade” (1 hora síncrona). 3. Apresentação do conceito de exposição em formato de posters: integração deste recurso pedagógico em projetos escolares e atividades interdisciplinares, bem como identificação de oportunidades curriculares em diferentes áreas disciplinares (2 horas síncronas). 4. Organização e dinamização da exposição através da criação de uma atividade e/ou recurso educativo complementar - transversal e/ou por disciplina:(17 horas assíncronas). 4.1. Planificação e implementação, com os alunos, de uma atividade ou recurso educativo baseado na exposição; 4.2. Recolha de evidências da experiência: fotografias, vídeos e/ou testemunhos. 5. Apresentação e partilha das experiências dos formandos: Discussão crítica dos resultados, dificuldades, aprendizagens. Reflexão coletiva sobre os impactos da exposição. Síntese de boas práticas emergentes (4 horas síncronas).

Metodologias

O modelo de formação é totalmente em regime de e-learning, combinando sessões síncronas com sessões assíncronas. A formação tem início com uma sessão síncrona que integra uma exposição teórica sobre o património islâmico em Portugal e uma reflexão sobre a sua relevância na construção de abordagens educativas interdisciplinares. Numa primeira fase, são também exploradas formas de utilizar uma exposição em formato de posters como recurso pedagógico transversal, articulado com os objetivos da Educação para a Cidadania e outras áreas disciplinares. Segue-se uma fase de trabalho prático assíncrono, durante a qual cada formando planifica e implementa, com os seus alunos, uma atividade educativa que inclua a montagem da exposição e um momento de dinamização comunitária. A formação encerra de forma síncrona, para partilha e discussão dos resultados, promovendo uma análise crítica das metodologias aplicadas e dos processos de aprendizagem desenvolvidos.

Avaliação

Cada formando deverá participar nas sessões calendarizadas, cumprindo o número de horas previstas na acreditação. O regime de avaliação pretende privilegiar a capacidade reflexiva dos formandos espelhada, quer nos relatórios de reflexão crítica que cada formando realiza após a ação, quer na intervenção oral e prática exploratória proposta em cada sessão. Os critérios de avaliação e respetiva ponderação são os seguintes: 1. Participação (50%) – grau de envolvimento e participação na ação: participação nas discussões e reflexões propostas; realização dos exercícios práticos de cada sessão. 2. Trabalho produzido (50%) – relatório de reflexão crítica sobre os conteúdos abordados, ligando-os às práticas desenvolvidas neste domínio e aos contextos de trabalho. A avaliação quantitativa será de 1 a 10 com a seguinte formulação: 1 a 4,9 – Insuficiente; 5 a 6,4 – Regular; 6 6,5 a 7,9 – Bom 8 a 8,9 – Muito Bom 9 a 10 - Excelente.

Bibliografia

Coelho, A. B. (2008). Portugal na Espanha Árabe. Alfragide: Caminho.Hooper-Greenhill, E. (2007). Museums and Education: Purpose, Pedagogy, Performance. Oxford e Nova Iorque: Routledge.Leite, P. P. (2020). ”Educação Popular Patrimonial”. Em Introdução à sociomuseologia. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas.Semedo, A. e Pinto, H. (edit.) (2022). Educação Patrimonial em Ação. Lisboa: Caleidoscópio.Torres, C. e Macias, S. (1998). Portugal Islâmico. Os últimos sinais do Mediterrâneo. Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 16-04-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
2 23-04-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
3 04-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
4 06-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
5 11-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
6 13-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
7 18-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
8 20-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
9 25-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
10 19-06-2026 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
11 26-06-2026 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona

Ref. 2071 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132465/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-03-04

Fim: 2026-06-30

Regime: Presencial

Local: AE do Cerco do Porto

Formador

Susana Cristina Sinde de Oliveira Gonçalves Lourenço

Sandra Marlene Carvalho Oliveira

Destinatários

Docentes dos grupos 100 e 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Docentes dos grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Docentes dos grupos 100 e 110.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Por mais eficientes que sejam os serviços de saúde que qualquer sociedade possa oferecer aos seus cidadãos, a prevenção da doença e a preservação da saúde dependerão sempre, numa larga medida, da adopção de estilos de vida saudáveis por parte dos indivíduos. Estilos de vida que não são, como às vezes se pode julgar, o produto de dotes inatos ou de inclinações naturais da personalidade de cada um. Pelo contrário, são acima de tudo o resultado do combate a comportamentos de risco e da aquisição de conhecimentos e competências necessárias à adopção de hábitos e rotinas saudáveis. Uma parte muito importante de aquisição de tais conhecimentos e hábitos tem um lugar e um domínio privilegiados de expressão: o lugar é a escola e o domínio a alimentação. É neste contexto que surge esta formação, no sentido de fornecer ferramentas aos docentes que possam ser usadas no âmbito da educação alimentar e da alimentação saudável. Além da alimentação, são também trabalhadas outros determinantes da saúde como a saúde mental, a saúde oral e a atividade física. Face a ambos os Ministérios da Saúde e Educação considerarem a alimentação saudável como um dos determinantes de saúde prioritário na intervenção comunitária de promoção da saúde e a escola ser o meio ideal. Desta forma o Departamento de Saúde Pública do Norte emanou um programa com o objetivo de que os alunos desenvolvam comportamentos responsáveis e conscientes, nomeadamente no que se refere às escolhas alimentares.

Objetivos

Adquirir competências para desenvolver projetos na área de alimentação saudável, tendo em atenção a outros determinantes de saúde. Adquirir competências para dinamizar atividades ludopedagógicas. Fazer com que os alunos aprendam a escolher corretamente, adquirir conhecimentos, desenvolver atitudes salutogénicas e competências de tomada de decisão e auto-imagem, no âmbito da alimentação saudável. Ter, por parte dos formandos, um papel interventivo na escola no que respeita a determinantes de saúde - exemplo a disponibilização de uma alimentação promotora da saúde. Intervir com os alunos na área da promoção da saúde e prevenção da doença, de uma forma estruturada e organizada, com o apoio de profissionais de saúde.

Conteúdos

1 - Apresentação de manual de alimentação saudável em saúde escolar – Ensino Pré-escolar e dos assuntos a desenvolver em sessões ludopedagógicas sobre as quatro temáticas (4 horas): – Educação alimentar Promover a autonomia na preparação de lanches Promover a autonomia da ingestão de alimentos nos quais o seu manuseio pode ser mais difícil Consumo de alimentos que são mais ácidos ou mais amargos Consumo adequado dos alimentos de sabor doce Consumo de vegetais e pescado (alimentos de introdução habitualmente difícil) Favorecimento de ambientes, nos quais decorre a alimentação, determinantes para o bem-estar – Saúde mental Facilitar a integração da criança Desenvolvimento de competências e modos de encarar eventos de vida extremamente importantes nestas faixas etárias Expressão adequada dos afetos e dos medos Incentivo à leitura – Saúde oral Promoção da higiene oral Incentivo à escovagem dos dentes – Atividade física Sensibilização para a importância da atividade física Importância da prática de atividade física no âmbito de um estilo de vida saudável 2 - Exemplificação do desenvolvimento de uma das atividades ludopedagógicas a desenvolver em contexto de sala de aula (2 horas) 3 - Materiais ludopedagógicos complementares às sessões desenvolvidas em contexto de sala de aula (1 hora) 4 - Apresentação das atividades ludopedagógicas preparadas pelos grupos de formandos e reflexão crítica sobre o trabalho efetuado (3 horas) 5 – Exemplificação de projetos desenvolvidos no concelho de Valongo (2 horas) 6 - Instrumentos de avaliação a utilizar (1 hora) 7 - Elaboração de projeto de turma individualizado (com cronograma das sessões e atividades complementares) e planeamento das visitas aos formandos (3 horas) 8 - Avaliação da ação (3 horas)

Metodologias

Presencial: Apresentação dos conteúdos em grande grupo alternando entre exposições e discussões. Planificação da atuação no trabalho autónomo. Reflexão sobre resultados do trabalho autónomo. Trabalho Autónomo: Acompanhamento do desenvolvimento do trabalho planificado nas sessões presenciais. Execução do trabalho com os alunos. Preparação para a partilha nas sessões presenciais.

Avaliação

Os formandos são avaliados de acordo com as regras previstas no regulamento interno do centro de formação bem como a legislação vigente aplicável. Os formandos serão informados que a para sua avaliação serão tidos em conta os seguintes parâmetros/critérios: - Participação nas sessões presenciais – em que será tido em conta a realização das tarefas nas sessões presenciais; - Relatório/trabalho de reflexão individual – onde deverá constar memória descritiva do trabalho do formando nas sessões presenciais e o produto do trabalho autónomo apresentado.

Bibliografia

Tinoco, R. e outros, (2006), Programa Nacional de Saúde Escolar - Ministério da Saúde, “Educação Alimentar e Promoção da SaúdeTinoco, R, “PASSEzinho”, Manual do Dinamizador, Jardim de InfânciaTinoco, R., Cláudio, D., Sousa, N., Menezes, A., EA 1 Educação Alimentar no 1º ciclo do ensino básico -Manual do Docente da Dimensão Curricular - (2006)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-03-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 20:00 4:00 Presencial
2 11-03-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 20:00 4:00 Presencial
3 31-03-2026 (Terça-feira) 09:00 - 15:00 6:00 Presencial
4 06-05-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 20:00 4:00 Presencial
5 07-07-2026 (Terça-feira) 09:00 - 16:00 7:00 Presencial

Ref. 181T1 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138307/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-05-09

Fim: 2026-06-13

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

Mirjam Francesca Dekker Viana

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Hoje em dia, toda gente concordará que o movimento físico e a dança em particular, aumenta a eficiência e desempenho da aprendizagem dos alunos. Ver ( https://www.rocketshipschools.org/your-classroom-needs-more-dance-parties/ ). A dança tradicional do Mundo é o meio de escolha preferencial, pois consegue incluir em si grande acessibilidade, flexibilidade e possui uma riqueza infinita em material de movimento em muitos níveis. Para além disso pode ligar-se facilmente com outras disciplinas como por exemplo música e canto, Português, matemática, estudo do meio, geografia, etc, e pode ajudar a inegrar alunos especiais, com dificuldades, várias e até migrantes. Podemos tomar esta área (a dança) como eixo de confluência de todas as áreas predominantemente expressivas unindo em si diversos valores. Pretende-se valorizar a dança, como meio didático em pleno, devendo ser tratada com uma tripla dimensão: primeiro como base expressiva de emoções e sentimentos, segundo, como desenvolvimento da consciência corporal e por último como veículo de comunicação ou recurso de diálogo e conhecimento do mundo. A dança faz parte do currículo escolar e esta formação visa ser uma inspiração, apoio e fonte de informação para os professores que queiram colocá-la em prática. Esta formação terá como apoio um manual (opcional) de caráter lúdico e didático, permitindo aos formandos um maior conhecimento de fundo desta temática

Objetivos

Pretende-se com esta formação fazer com que a dança una em si diversos objetivos: ● Fomentar o gosto pela dança; ● Oferecer ferramentas pedagógicas aos participantes/formandos para que possam melhorar e enriquecer os seus métodos pedagógico/didáticos, nomeadamente: a) Adquirir de conhecimentos para melhores resultados pedagógicos; b) Superar inibições do formando para levar a dança à sala de aula; ● Usar a dança como veículo para trabalhar: a expressão e criatividade, desenvolvimento corporal e musical, desenvolvimento de orientação no espaço e no tempo, desenvolvimento pessoal/mental, sociabilização; ● Propiciar abordagens interdisciplinares; ● valorizar a dança como forma cultural, despertando interesse pelos povos e suas culturas e dessa forma facilitar a interculturalidade e o diálogo cultural que é cada vez mais mais evidente e necessário nas escolas.

Conteúdos

25 horas divididas por 5 módulos: ● 2 horas - Apresentação do grupo e introdução aos módulos de formação. ● 13 horas - Prática através de exercícios de dança: Desenvolvimento de forma (postura); Formação de estrutura em tempo e espaço; Treinar o corpo no sentido de ritmo/compasso; possibilitar a autoexpressão. ● 3 horas - Métodos de ensino/aprendizagem; Estrutura de uma aula. ● 2 horas - Métodos de adaptação de dança a diferentes grupos etários/Trabalho de grupo. ● 5 horas - Avaliação Final

Metodologias

Utilizar-se-á o método teórico/prático, recorrendo a estratégias pedagógicas de aprendizagem cooperativa e permanente interação com os formandos. Na componente teórica e conceptual utilizar-se-á o método expositivo e de descoberta guiada e, em simultâneo, promover-se-á a discussão dos conteúdos e atividades com base em situações reais apresentadas pelo formador e/ou formandos. Apresentar-se-ão vídeos e outros recursos de âmbito académico (recurso a um manual de dança da formadora) relevantes para os conteúdos da formação.

Avaliação

Na avaliação dos formandos utilizar-se-á a avaliação quantitativa, cuja escala compreende o intervalo de 1 a 10 valores, a que corresponde uma menção qualitativa e a respectiva creditação, de acordo com a legislação em vigor. A avaliação basear-se-á na apreciação da participação dos formandos, nos trabalhos desenvolvidos em contexto de formação e na apreciação de uma reflexão crítica final, a qual obedecerá a critérios previamente definidos. A participação nas atividades em contexto de formação serão percentuadas em 60% e a reflexão crítica realizada em 40%. Da ponderação de todos estes factores resultará a avaliação quantitativa dos formandos

Bibliografia

Dekker, Mirjam - “Danças (En)Cantadas e outras não…” - EDitora Tradison - ISBN -978-972-8644-48-2


Observações

É proveniente dos Países Baixos e vive em Portugal desde 1995. Formou-se em 1987 na Academia de Dança de Roterdão, Países Baixos, como professora especializada em dança jazz e contemporânea (Bacharelato). No mesmo ano terminou o curso de monitora de Danças do Mundo. Foi bailarina de várias companhias profissionais de dança tradicional e participou em inúmeros festivais, cursos e workshops por toda a Europa. Nos primeiros anos em Portugal dedicou-se a lecionar aeróbica, dança Jazz e contemporânea em ginásios e escolas de dança em Barcelos e Esposende. Há mais de quinze anos que orienta oficinas no festival “Andanças”. Foi monitora de dança tradicional com vários grupos na Espanha. No dia a dia dança com adultos (aulas regulares em Braga e no Porto) e crianças de todas as idades (projectos escolares em Barcelos, Braga e Guimarães), organiza cursos e formações de dança para professores e educadores e é coreógrafa de dança tradicional mas também de dança histórica (baile oitocentista no âmbito da recriação histórica do cerco de Almeida, baile setecentista na Braga Barroca e dança “romana” na Braga Romana), contemporânea e Jazz (escolas de dança de Barcelos e Esposende) e de Marchas Populares (Fão). Na dança tradicional é especializada nas danças da Europa de leste e dos Balcãs com a sua riqueza em passos, estilos e ambientes. Em 2015 editou o livro “Danças (En)cantadas e outras não…” que contêm CD, DVD e descrições de 26 danças tradicionais de todo o mundo para crianças. É coordenadora do projecto “Dancemos no Mundo” desde 2017, do qual também é iniciadora.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-05-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
2 16-05-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
3 30-05-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
4 06-06-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
5 13-06-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial


206

Ref. 195T1 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138084/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-04-29

Fim: 2026-06-03

Regime: b-learning

Local: AE Eugénio de Andrade

Formador

Rosa Sandra Santos Paiva

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A promoção do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR) é hoje um desafio central na educação. Estudos internacionais (OECD; CAE, 2023) evidenciam baixos níveis de desempenho crítico e comunicativo, reforçando a necessidade de desenvolver o PCCR desde o ensino básico. O pensamento crítico requer abordagens instrucionais explícitas e metodologias ativas, como a aprendizagem baseada em problemas (PBL), apoiadas por instrumentos de avaliação adequados (Zapalska et al., 2018; Yu & Zin, 2023). O pensamento reflexivo implica autoanálise e tomada de decisão (Chen et al., 2019), enquanto o criativo, essencial na Sociedade 5.0, continua subvalorizado (Helaluddin et al., 2023). Com a Educação 4.0, a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) exige redefinir práticas pedagógicas e avaliativas (Thurzo et al., 2023), centrando o ensino no desenvolvimento do PCCR (Zhai, 2023). Quando usada eticamente, a IAGen — como o ChatGPT — pode potenciar o pensamento crítico e criativo (Kartal, 2024), desde que professores e alunos sejam capacitados para o seu uso responsável (García-Peñalvo, 2023). Esta oficina visa apoiar os docentes na integração pedagógica da IAGen, promovendo práticas inovadoras e colaborativas alinhadas com o Plano de Formação do AE Eugénio de Andrade e do CFAE Guilhermina Suggia.

Objetivos

A ação visa aperfeiçoar as práticas pedagógicas dos docentes no ensino explícito do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR), integrando a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) através do Modelo CRAIL2. Pretende-se incentivar metodologias ativas — sala de aula invertida, resolução de problemas e trabalho colaborativo — que promovam o desenvolvimento efetivo do PCCR. Valoriza-se a planificação de estratégias baseadas em problemas reais e na interação ética e formativa com o ChatGPT. Destaca-se o papel do pensamento reflexivo na metacognição e autoavaliação dos alunos. Os formandos irão conceber materiais pedagógicos inovadores e instrumentos de avaliação criterial que integrem a IAGen, reforçando a literacia digital, a autonomia e a confiança profissional no uso pedagógico da IA.

Conteúdos

M1 – Modelo CRAIL2 e Capacidades de Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (4h: 2h presencial + 1h síncrona + 1h assíncrona) Apresentação dos fundamentos teóricos e operacionais do Modelo CRAIL2 e das suas seis etapas. Análise comparativa entre o modelo original e o CRAIL2, com identificação das estratégias de melhoria incorporadas. Exploração dos três perfis de utilização do ChatGPT e da sua integração pedagógica nas diferentes fases do modelo. Definição de um problema real e interdisciplinar, aberto a múltiplas soluções e adequado ao desenvolvimento do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR). Produtos: problema real definido. Reflexão individual: aplicabilidade do CRAIL2 ao contexto profissional. M2 – Capacidades de Interação com a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) (4h: 2h presencial + 1h síncrona + 1h assíncrona) Exploração das quatro capacidades de interação com a IAGen: interpretação, formulação de prompts, análise crítica e reformulação criativa. Aplicação destas capacidades ao problema definido em M1, delimitando contextos e cenários que estimulem pensamento crítico e múltiplas interpretações. Criação de materiais pedagógicos visuais e textuais com recurso ao ChatGPT, orientados para o desenvolvimento das quatro capacidades e do PCCR. Produtos: versão reformulada do problema, conjunto de prompts e materiais criados/testados. Reflexão individual: contributo da IAGen no processo de cocriação pedagógica. M3 – Autoavaliação, Avaliação Formativa e Dinâmicas de Trabalho Colaborativo (8h: 4h presenciais + 2h síncronas + 2h assíncronas) Exploração do pensamento reflexivo como suporte à autoavaliação e à metacognição nas etapas do CRAIL2. Planeamento de dinâmicas de trabalho de pares e cooperativo, com definição de papéis e responsabilidades. Criação de guiões e materiais visuais de apoio à colaboração. Seleção e adaptação de técnicas de avaliação formativa (Mesa Redonda, Folha Giratória, “Olhar para trás”, “Variações K-W-L”), articulando-as com o uso ético e criterioso do ChatGPT. Estruturação do Portefólio CRAIL2, com categorias e evidências formativas. Produtos: workshop de pensamento reflexivo, materiais de suporte e estrutura-base do portefólio. Reflexão individual: sobre o processo de criação e o papel da IAGen na mediação cognitiva. M4 – Planificação Integrada e Grelhas de Avaliação Criterial (8h: 2h presenciais + 2h síncronas + 4h assíncronas) Integração de todas as aprendizagens na planificação das atividades do CRAIL2, articulando metodologias ativas e recursos de IAGen. Construção de grelhas de avaliação criterial para as seis etapas do modelo e para a interação com o ChatGPT. Validação e afinação das planificações, definindo momentos, papéis e perfis de utilização da IA em cada etapa. Produtos: planificação final e conjunto validado de grelhas de avaliação. Reflexão final: sobre o impacto da integração da IAGen na prática pedagógica e no desenvolvimento do PCCR.

Metodologias

As sessões presenciais e síncronas destinam-se à exploração, experimentação e construção colaborativa de metodologias ativas, materiais pedagógicos e instrumentos de avaliação alinhados com o Modelo CRAIL2. imersão prática, a análise de casos e o uso orientado do ChatGPT nos seus três perfis. atividades de cocriação e discussão reflexiva, elaborando problemas reais, prompts, guiões de apoio e grelhas de avaliação criterial. O trabalho autónomo centra-se na construção e consolidação dos produtos pedagógicos a aplicar após a oficina. Os docentes: reformulam problemas reais e elaboram prompts e materiais de suporte à interação dos alunos com o ChatGPT; produzem materiais textuais e visuais para o trabalho de pares e de grupo; desenvolvem workshops e instrumentos de avaliação formativa e autoavaliação reflexiva; estruturam a planificação CRAIL2 completa, com as respetivas grelhas de avaliação.

Avaliação

Participação e envolvimento ativo nas sessões presenciais e online, colaboração com o grupo e cumprimento de tarefas (25%). Produção de materiais pedagógicos (problema real, prompts, materiais de suporte, planificação CRAIL2, grelhas de avaliação) que evidenciem a integração do Modelo CRAIL2 e da Inteligência Artificial Generativa (50%). Reflexões modulares e autoavaliação final que expressem pensamento crítico, reflexivo e metacognitivo sobre o percurso formativo (25%). Será considerado ainda o interesse demonstrado, a pontualidade e a qualidade do trabalho individual final, integrado no Portefólio CRAIL2. A avaliação será expressa numa escala de 1 a 10 valores, com a correspondente menção qualitativa: Excelente (9–10), Muito Bom (8–8,9), Bom (6,5–7,9), Regular (5–6,4) e Insuficiente (1–4,9), nos termos do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio

Modelo

A avaliação será expressa numa escala de 1 a 10 valores, com a correspondente menção qualitativa: Excelente (9–10), Muito Bom (8–8,9), Bom (6,5–7,9), Regular (5–6,4) e Insuficiente (1–4,9), nos termos do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio

Bibliografia

Helaluddin, Mannahali, M., Purwati, D., Alamsyah, & Wijaya, H. (2023). An Investigation into the Effect of Problem-Based Learning on Learners’ Writing Performance, Critical and Creative Thinking CapabilitieCapabilities. Journal of Language and Education, 9(2), 101–117. https://doi.org/10.17323/jle.2023.14704 Paiva, R.S., Costa, A.P., Lourenço, F. T., Pino-Juste, M. & Reis, L. P. (2025) (submitted). The integration of Generative Artificial Intelligence and Critical and Creative Thinking in a Learning Model. Springer Nature. Van den Berg, G., & du Plessis, E. (2023). ChatGPT and Generative AI: Possibilities for Its Contribution to Lesson Planning, Critical Thinking and Openness in Teacher Education. Education Sciences, 13(10). https://doi.org/10.3390/educsci13100998 Zhai, X. (2023). ChatGPT User Experience: Implications for Education. ELSEVIER, 1-18. https://orcid.org/0000-0003-4519-1931 Urban, M., Dechterenko, F., Lukavsky, J., Hrabalová, V., Svacha, F., Brom, C., & Urban, K. (2023). ChatGPT Improves Creative Problem-Solving Performance in University Students: An Experimental Study. https://doi.org/10.31234/osf.io/9z2tc

Anexo(s)

Complemento à Ação de Formação - CRAIL


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-04-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Presencial
2 01-05-2026 (Sexta-feira) 15:30 - 16:30 1:00 Online síncrona
3 06-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial
4 08-05-2026 (Sexta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Online assíncrona
5 13-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial
6 15-05-2026 (Sexta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Online assíncrona
7 20-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial
8 23-05-2026 (Sábado) 15:30 - 17:30 2:00 Online assíncrona
9 27-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Presencial
10 29-05-2026 (Sexta-feira) 15:30 - 16:30 1:00 Online assíncrona
11 03-06-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Online assíncrona


221

Ref. 1831 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135531/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 54.0 horas (27.0 horas presenciais + 27.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-04-14

Fim: 2026-05-05

Regime: Presencial

Local: Associação Para o Desenvolvimento Social "Querer Ser"

Formador

Paula Cristina Sousa Serôdio Dias

Destinatários

Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Ministério de Educação lançou em 2017 o Referencial para Educação para a Saúde definida como “um processo contínuo que visa o desenvolvimento de competências das crianças e dos jovens, permitindo-lhes confrontarem-se positivamente consigo próprios, construir um projeto de vida e serem capazes de fazer escolhas individuais, conscientes e responsáveis.” O referencial cobre áreas do desenvolvimento pessoal e social, saúde mental, prevenção da violência, sexualidade, comportamento alimentar, comportamentos aditivos e dependências (CAD) entre outras. O Programa Eu e os Outros é uma abordagem preventiva que aborda os CAD na sua interação com as restantes áreas do desenvolvimento. A sua formação capacita os docentes para a exploração dos conteúdos recomendados e proporciona uma base para a exploração das diferentes áreas incluídas no referido referencial.

Objetivos

Aprofundar conhecimentos teórico-práticos na área da Prevenção e da Promoção e Educação para a Saúde com especial destaque para os Comportamentos Aditivos e Dependências; Desenvolver competências e treinar metodologias para a abordagem dos temas integrados no Referencial de Educação para a Saúde através do Programa “Eu e os Outros”; Capacitar para a integração dos conhecimentos adquiridos na formação numa intervenção a realizar junto de grupos de adolescentes e jovens, segundo um planeamento construído no decurso da mesma e com acompanhamento técnico e supervisão; Promover a integração de conteúdos de outras áreas de intervenção, nomeadamente a Educação para a Cidadania e a Promoção da Literacia em Saúde. Promover o domínio dos procedimentos avaliativos do Programa “Eu e os Outros”, aplicando-os à análise de resultados da intervenção efetuada.

Conteúdos

Os conteúdos a abordar ao longo da formação dividem-se entre (1) a compreensão da base teórica que suporta o Programa Eu e os Outros e estratégias adotadas em função dos standards para uma prevenção eficaz, (2) o domínio das metodologias, (3) o domínio dos procedimentos e por fim, (4) o domínio dos temas abordados nas diferentes narrativas interativas que servem de base ao Programa. Dentro do primeiro ponto, serão explorados os modelos explicativos do comportamento aditivo e a sua aplicação à abordagem preventiva proporcionando aos formandos a adequada definição de objetivos para a sua intervenção. No segundo ponto pretende-se abordar as regras de utilização do Programa, bem como a atitude do aplicador, o domínio e a combinação de diferentes estratégias e dinâmicas de grupo e as competências de condução da reflexão a partir da ação proporcionada. O terceiro ponto será dedicado ao conhecimento das etapas de preparação e planeamento da intervenção, bem como o conhecimento dos instrumentos que lhe servem de suporte. Por fim, no quarto ponto explorar-se-á, de modo transversal, os múltiplos conteúdos integrados nas nove narrativas, proporcionando o conhecimento dos grandes temas abordados, analisando a sua importância para o processo de desenvolvimento pessoal e social, familiarizando o aplicador com o manual de suporte à aplicação, bem como com os referenciais bibliográficos sugeridos no referido manual para cada um dos grandes temas abordados. Entre estes grandes temas, destacamos, dentro dos comportamentos aditivos, as diferentes substâncias psicoativas e seus efeitos, motivações para o consumo, crenças e expectativas, riscos associados ao consumo, enquadramento legal e recursos disponíveis na rede de referenciação. Estes tópicos são alargados aos comportamentos aditivos sem substância, nomeadamente ao jogo online, à utilização abusiva da internet e redes sociais, entre outras. Destaca-se, igualmente, a abordagem aos comportamentos alimentares, ao exercício e saúde, à doença mental, à violência no namoro, à cidadania e voluntariado jovem, à prevenção rodoviária, à educação ambiental e à integração da pessoa com deficiência. Todos estes tópicos são abordados neste programa de formação de base, de forma superficial sendo remetido o seu aprofundamento para programas de formação de segundo nível, cada um deles centrado sobre uma única narrativa, programas estes que irão ser submetidos futuramente pelo SICAD à CCPFC para creditação.

Metodologias

Presencial: A metodologia do Programa de Formação Eu e os Outros integra técnicas e métodos diversificados, privilegiando a componente prática visando facilitar a aquisição de saberes, em particular as simulações pedagógicas. Recorrer-se-á aos métodos expositivo (exploração teórica), ativo (jogo pedagógico, discussão, debate de ideias) e interrogativo (formulação de perguntas). Serão distribuídos aos formandos, em formato digital, o programa de formação, as apresentações de suporte, o manual do programa, as narrativas interativas, materiais de apoio à exploração dos conteúdos e os instrumentos necessários à avaliação da intervenção. Serão integrados momentos de trabalho em pequeno grupo, sobretudo ao nível dos processos de exploração dos materiais de suporte à formação, preparação das simulações e planeamento de intervenções futuras. Serão respeitados todos os passos metodológicos previstos ao nível do ciclo de formação do diagnóstico à avaliação. Trabalho Autónomo: O formando deverá constituir um dossier pedagógico que integre a caracterização do grupo com quem irá intervir, a calendarização da intervenção, o planeamento global e sessão a sessão e a avaliação do processo de implementação. A implementação das sete sessões que compõe o programa bem como a aplicação dos questionários de avaliação de resultados fazem igualmente parte das responsabilidades do formando no seu trabalho em autonomia. Estes elementos deverão ser discutidos com o formador em contexto de supervisão e integrar como anexo o relatório final a entregar no términos da componente prática da formação.

Avaliação

A avaliação da formação terá em conta os seguintes critérios: Assiduidade a um mínimo de dois terços (2/3) das Sessões Presenciais (Módulo I); Implementar o Programa “Eu e os Outros” de acordo com os procedimentos definidos; Produzir o Relatório Final de Avaliação da implementação do Programa; A classificação final é obtida numa escala de 1 a 10 valores e resulta da aplicação da seguinte fórmula para uma média ponderada: Classificação Final = Avaliação Inicial (10%) + Avaliação Contínua (30%) + Avaliação Final (60%) Insuficiente - 1 a 4,9 Regular - 5 a 6,4 Bom - 6,5 a 7,9 Muito Bom - 8 a 8,9 Excelente - 9 a 10 Ponderação da AVALIAÇÃO FINAL: • Relatório entregue dentro do prazo estipulado. (até 1 valor) • Inclusão no relatório das seguintes fichas devidamente preenchidas: o De Sessão (até 2) o Caracterização do Grupo (até 1) o Planeamento da Intervenção com justificações para os desvios à sua implementação (até 1) o de Aplicação (até 1) • Descrição dos procedimentos de aplicação do protocolo de avaliação (até 2,5) • Reflexão final (até 1,5) Ao longo das sessões presenciais serão aplicados instrumentos para a avaliação de conhecimentos.

Bibliografia

Manual “Eu e dos Outros” (documento estruturante do projeto que contém as orientações específicas para aplicação do projeto preventivo e que integra 14 páginas de referências bibliográficas específicas para cada tema abordado ao longo do projeto formativo).Referencial de Educação para a Saúde, DGE/DGS 2017Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, DGE 2018


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-04-2026 (Terça-feira) 09:30 - 13:30 4:00 Presencial
2 16-04-2026 (Quinta-feira) 09:30 - 13:30 4:00 Presencial
3 21-04-2026 (Terça-feira) 09:30 - 13:30 4:00 Presencial
4 23-04-2026 (Quinta-feira) 09:30 - 13:30 4:00 Presencial
5 28-04-2026 (Terça-feira) 09:30 - 13:30 4:00 Presencial
6 30-04-2026 (Quinta-feira) 09:30 - 13:30 4:00 Presencial
7 05-05-2026 (Terça-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial

Ref. 1971 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123143/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-03-10

Fim: 2026-04-28

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Filipa de Vilhena

Formador

Roberto Manuel Ferreira Marques Rodrigues

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores das Tecnologias Especiais

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores das Tecnologias Especiais. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores das Tecnologias Especiais.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A proposta de formação "Criação de Recursos Audiovisuais com Aplicações Suportadas por Inteligência Artificial" destina-se a capacitar professores para a integração eficiente de tecnologias IA nas suas práticas pedagógicas. Esta formação visa responder às exigências de um cenário educativo em constante evolução, caracterizado pela digitalização e inovação tecnológica. Justifica-se pela necessidade de atualização contínua dos docentes em tecnologias emergentes, especialmente em inteligência artificial generativa, que tem, entre muitos outros efeitos, a personalização do ensino. A formação preparará os educadores e professores para enfrentar desafios atuais e futuros, fomentando a adaptação a metodologias inovadoras e a criação de materiais didáticos mais motivadores e pedagogicamente eficazes. Os objetivos incluem: desenvolver competências no uso de IA para o desenvolvimento de recursos audiovisuais; incentivar a inovação pedagógica; sensibilizar sobre potencialidades e desafios da IA na educação, e promover a troca de experiências e boas práticas. A formação também enfatizará a importância da IA na personalização do ensino e na inclusão de alunos, promovendo a adaptação de materiais didáticos. Os Planos de Formação das Escolas associadas, e do próprio Centro, também priorizam esta matéria, ligada às novas tecnologias, novos gadgets e novas aplicações, como sendo fundamentais para todos os docentes.

Objetivos

1. Desenvolver competências dos formandos no uso de IA para diversificar estratégias de aprendizagem, com enfoque na criação de conteúdos audiovisuais adaptáveis, resultando na implementação de estratégias pedagógicas inovadoras. 2. Capacitar os formandos para a criar de materiais que atendam a uma ampla gama de necessidades educacionais, incluindo apoio a alunos com dificuldades de aprendizagem, competências variadas e contextos socioculturais distintos, incluindo alunos estrangeiros cuja língua materna não é o português ou é uma variedade do português diferente do português europeu. 3. Incentivar a aplicação de novas abordagens pedagógicas, explorando o potencial da IA para dinamizar o ensino e aumentar a participação ativa dos alunos. 4. Orientar os formandos na aplicação de técnicas que utilizem IA para melhorar o envolvimento dos alunos, a sua retenção de conhecimentos e desenvolvimento de competências, tornando a aprendizagem mais interativa e eficaz.

Conteúdos

Módulo 1: Fundamentos da IA em Recursos Audiovisuais (7h) • Introdução aos princípios básicos da IA e sua aplicação na criação de recursos audiovisuais. • Exploração de aplicações de IA para personalização e adaptação de conteúdos visuais e sonoros. • Desenvolvimento de materiais audiovisuais interativos, ajustando a complexidade e linguagem ao perfil de cada aluno. • Técnicas de feedback e feedforward aplicadas a recursos audiovisuais, promovendo autorreflexão e metacognição. Módulo 2: Criatividade audiovisual com IA (6h) • Estratégias para envolver os alunos na criação de conteúdos audiovisuais, estimulando a criatividade e a autonomia. • Utilização de aplicações como o Canva e o Genially, entre outras, para a conceção de materiais educativos dinâmicos. • Desenvolvimento de conteúdos com o editor de vídeo CapCut, com o apoio de IA integrada na aplicação. Módulo 3: Adaptação de conteúdos (6h) • Introdução a aplicações de IA para adaptação de conteúdos a alunos com dificuldades de leitura ou interação social (ex.: https://www.llmpeople.com). • Exploração de estratégias de leitura inovadoras suportadas por IA, incluindo o uso de funcionalidades de apoio à leitura do MS-Teams, como leitura em voz alta e ajustes de texto. • Utilização de ferramentas de legendagem automática e tradução instantânea, como o DeepL, para criar materiais acessíveis a alunos de diferentes línguas e capacidades auditivas. • Criação de conteúdos com legendagem prévia, ajustando o tamanho da letra para alunos com baixa visão. • Implementação de locução automática de textos. • Reflexão sobre a importância de personalizar a aprendizagem e o papel da IA em tornar o conteúdo educativo mais inclusivo e acessível. Módulo 4: Inovação e Inclusão em Ambientes de Aprendizagem com IA. Avaliação (6h) • Exploração de aplicações de IA para a criação de ambientes de aprendizagem inovadores e inclusivos, atendendo à diversidade de necessidades dos alunos. • Capacitação no uso de ferramentas de IA para o desenvolvimento de recursos didáticos que promovam a inclusão, como programas de síntese de voz e avatares interativos. • Aplicação de tecnologias de IA em atividades colaborativas e projetos de grupo, visando a inclusão de todos os alunos. • Técnicas para implementar a IA em planos de aula, considerando aspetos de acessibilidade e inclusão, como o uso de recursos audiovisuais adaptados. • Discussão sobre as implicações éticas e desafios na utilização de IA na educação inclusiva, fomentando um ambiente de aprendizagem equitativo e acessível. Avaliação.

Metodologias

Presencial: Trabalho individual de pesquisa, exploração e aplicação de recursos e de instrumentos decorrentes da aplicação daqueles recursos; trabalho de pares, em grupo e de análise de caso concreto, com apresentação de conclusões e debate inerente. Módulo 1: Utilização da IA em recursos audiovisuais o Princípios da IA combinadas com atividades práticas. Módulo 2: Criatividade audiovisual com IA o Design de conteúdos educativos com Canva e o Genially. Módulo 3: Adaptação de conteúdos o Adaptação de conteúdos a diferentes perfis de alunos. Módulo 4: Inovação e inclusão em ambientes de aprendizagem com IA o A utilização da IA na conceção de ambientes de aprendizagem mais inclusivos e envolventes. o Avaliar, recorrendo a aplicações tecnológicas e gadgets inovadores, adequados e eficazes. Impacto esperado • Integração consciente da IA na prática profissional. Trabalho Autónomo: Trabalho centrado na prática concreta em sala de aula, com os alunos, em trabalho individual de exploração de recursos e de instrumentos produzidos por esses recursos, de análise e aplicabilidade dos produtos daqueles recursos/instrumentos, a que acrescem trabalhos de grupo, nos Módulo 1: Utilização da IA em recursos audiovisuais o Desenvolvimento de recursos audiovisuais utilizando IA. Módulo 2: Criatividade audiovisual com IA o Projeto audiovisual com a incorporação de IA. Módulo 3: Adaptação de conteúdos o Desenvolvimento de materiais educativos personalizados – diferenciação pedagógica. Módulo 4: Inovação e inclusão em ambientes de aprendizagem com IA o Aplicação prática das ferramentas de IA em atividades didáticas.

Avaliação

Regime presencial - mínimo 2/3 de presenças; Avaliação quantitativa e qualitativa dos(as) formandos(as), pelo menos com um trabalho/teste individual escrito ou, se oral, com apresentação pessoal; Os(as) formandos(as) serão avaliados(as) tendo em consideração os seguintes referenciais/critérios e instrumentos, para além da auto-avaliação: Pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das actividades das sessões e da formação global; elaboração de trabalho final ou relatório crítico individual. A avaliação será quantitativa, numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, de acordo com a lei em vigor.

Bibliografia

Aranha, S. D. D. G., & Souza, F. M. D. (Eds.). (2018). Práticas de ensino e tecnologias digitais. EDUEPB. https://doi.org/10.7476/9786586221657Crompton, H., Jones, M. V., & Burke, D. (2022). Affordances and challenges of artificial intelligence in K-12 education: A systematic review. Journal of Research on Technology in Education, 0(0), 1–21. https://doi.org/10.1080/15391523.2022.2121344Farrokhnia, M., Banihashem, S. K., Noroozi, O., & Wals, A. (2023). A SWOT analysis of ChatGPT: Implications for educational practice and research. Innovations in Education and Teaching International, 0(0), 1–15. https://doi.org/10.1080/14703297.2023.2195846Freitas, E. L. S. X., Bittencourt, I. I., Isotani, S., Marques, L., Dermeval, D., Silva, A., & Mello, R. F. (2023). Inteligência Artificial para Educação: Um Caminho para um Campo mais Inclusivo. Revista Brasileira de Informática na Educação, 31, 307–322. https://doi.org/10.5753/rbie.2023.3156Jauhiainen, J. S., & Guerra, A. G. (2023). Generative AI and ChatGPT in School Children’s Education: Evidence from a School Lesson. Sustainability, 15(18), 14025. https://doi.org/10.3390/su151814025


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-03-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
2 17-03-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
3 24-03-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
4 14-04-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
5 21-04-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:30 4:30 Presencial
6 28-04-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:30 4:30 Presencial


242

Ref. 1502 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132956/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-03-04

Fim: 2026-03-23

Regime: Presencial

Local: AE do Cerco do Porto

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Professores dos Grupos 260, 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Proporcionar e promover a formação dos docentes de Educação Física e do 1º Ciclo do Ensino Básico em áreas específicas das Atividades de Exploração da Natureza, previstas nas aprendizagens essenciais da disciplina de Educação Física; Apresentar metodologias de ensino da Orientação, com início na escola e passagem para a Serra; Proporcionar formação em modalidades alternativas que podem ser lecionadas nos cursos profissionais, no módulo de “Atividades de Exploração da Natureza”; Incentivar à prática da modalidade desportiva de Exploração da Natureza no Geoparque de Arouca, rentabilizando os recursos naturais da região; Desenvolver o sentido de responsabilidade e autonomia nos alunos. Desenvolver um reportório motor apelativo e indutor da prática de exercício físico.

Objetivos

Dotar os docentes de conhecimentos técnicos que lhes permitam contruir pistas de orientação na escola; Apresentar metodologias de ensino de Orientação direcionadas ao contexto escolar e com aplicação em Atividades de Exploração da Natureza; Fomentar, através da prática desportiva, o respeito pela natureza e pelo ambiente; Divulgar locais para a prática das modalidades e logística de organização; Contribuir para a aquisição e manutenção de hábitos de vida saudáveis.

Conteúdos

1. Enquadramento da ação; 1 hora 2.Orientação; 3 horas 2.1. Objetivos da Orientação; 2.2. Equipamento, materiais e sua utilização; 2.3. Mapa – Titulo, data, escala e equidistância, legenda, cores, símbolos e curvas de nível; 2.4. Bússola – Descrição, informação e utilização. Regra 1, 2 e 3; 3.Corrida de Orientação; 2 horas 3.1. Objetivos da Corrida de Orientação; 3.2. Principais regras da modalidade. Quadros competitivos; 3.3. Postos de controlo. Balizas de orientação e alternativas. Alicate picotador e alternativas. Cartão de controlo e alternativa; 4.No terreno 4.1. Orientação na escola (pista de orientação) – comparação do mapa com o terreno; 2h 4.2. Orientação urbana – comparação do mapa com o terreno e introdução da bússola; 2h 4.3. Orientação na Serra – utilização da bússola; 6h 4.4. Corrida de Orientação (Serra da Freita); 6h 5. Avaliação. 3h

Metodologias

A ação terá uma forte componente prática ( 22 horas), ancorada num conjunto, necessáriamente breve (3 horas) de sessões em sala.

Avaliação

Os formandos serão avaliados pelo formador, com base na recolha de elementos de avaliação contínua e por uma reflexão individual, sobre a aplicabilidade das aprendizagens, em contexto de trabalho com os alunos. No final, os formandos serão classificados, na escala de 1 a 10, de acordo com a legislação em vigor.

Bibliografia

CRUZ, Sebastião. BRÁS, José. MIRA, Jorge. Manual de Educação Física – 1º ciclo do ensino básico. 4ª edição, Oeiras: Gabinete Coordenador do Desporto Escolar no âmbito do PRODEFDE. ISBN 972-97667-0-3Manual de Leitura de Cartas. 4ª edição, Lisboa: Instituto Geográfico do Exército, maio 2000. ISBN 972-765-785-0CARCELLER, Santiago, GARCÍA-YÉBENES, José, Créditos Variables de actividades en la Naturaleza (La orientación y la escalada). 1ª edição, Barcelona: Editorial Paidotribo. SBN 84-8019-343-3BOSWELL, John, Manual de sobrevivência. 2ª edição: Publicações europa-América, 1980. ISBN 972-1-02772-3MUGARRA, Ana, Sin Dejar Huella. 1ª edição, Madrid: Ediciones Desnivel, fevereiro 2000. ISBN 84-89969-54-X

Anexo(s)

Avaliação - Decisões da Comissão Pedagógica

Decisão do Conselho de Diretores

Cronograma - Orientação Nível I


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 11-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
3 14-03-2026 (Sábado) 09:00 - 16:00 7:00 Presencial
4 18-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
5 21-03-2026 (Sábado) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
6 23-03-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Presencial


175

Ref. 1273 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130950/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-02-27

Fim: 2026-03-27

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.

Metodologias

Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.

Modelo

Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf

Anexo(s)

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf


Observações

Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 27-02-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
2 06-03-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
3 13-03-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
4 20-03-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
5 27-03-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial


203

Ref. 128T10 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121139/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-02-07

Fim: 2026-02-28

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

José Maria Dias Pires

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 07-02-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
3 14-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 14-02-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 21-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 21-02-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
7 28-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


181

Ref. 1841 Concluída

Registo de acreditação: AFCD2526/13

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-02-07

Fim: 2026-02-07

Regime: Presencial

Local: Teatro Carlos Alberto

Formador

Pedro Sobrado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Teatro Nacional São João


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-02-2026 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial


210

Ref. 124Turma 1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132194/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-02-04

Fim: 2026-02-25

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.

Objetivos

1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em “rapel", com bloqueador “Grigri ou Druid” 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração

Conteúdos

1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade

Metodologias

A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)

Bibliografia

Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228–232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto

Anexo(s)

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf

CRONOGRAMA - Escala e Manobra de Cordas - TURMA 1


Observações

Professores do 2º , 3º ciclo e secundário

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-02-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 07-02-2026 (Sábado) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial
3 11-02-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
4 14-02-2026 (Sábado) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial
5 18-02-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
6 21-02-2026 (Sábado) 10:00 - 18:00 8:00 Presencial
7 25-02-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Presencial


155

Ref. 124Turma 2 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132194/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-02-03

Fim: 2026-02-28

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.

Objetivos

1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em “rapel", com bloqueador “Grigri ou Druid” 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração

Conteúdos

1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade

Metodologias

A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)

Bibliografia

Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228–232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto

Anexo(s)

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf


Observações

Formador Dr. Victor Sousa

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-02-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 07-02-2026 (Sábado) 13:30 - 16:30 3:00 Presencial
3 10-02-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
4 14-02-2026 (Sábado) 13:30 - 16:30 3:00 Presencial
5 19-02-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
6 24-02-2026 (Terça-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Presencial
7 28-02-2026 (Sábado) 10:00 - 18:00 8:00 Presencial


159

Ref. 1603 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121138/23

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-01-17

Fim: 2026-02-28

Regime: Presencial

Local: Teatro Carlos Alberto

Formador

Maria Joana de Melo Ferreira Félix

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores do Ensino Especial e Professores das Tecnologias Especiais

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores do Ensino Especial e Professores das Tecnologias Especiais. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/TNSJ

Enquadramento

A escola, como comunidade de aprendizagem, deve promover o acesso à apropriação das diferentes linguagens e expressões artísticas, contribuindo para o desenvolvimento das inteligências múltiplas e diversos modos de expressão pessoal e compreensão do mundo. As artes e, particularmente, o Teatro, permitem encontrar outros códigos que complementam aqueles que tornámos centrais na nossa sociedade. Racionalizámos em demasia a educação/instrução, não promovendo suficientemente a formação dos afetos, a relação com o corpo, a valorização da autonomia, a capacitação para assumir os desafios e os falhanços, o prazer de aprender, de interpretar e intervir no mundo. É preciso educar e formar para as diversas linguagens, inteligências e modos de comunicar. Nem todos se enquadram na predominante, a da racionalidade lógico-verbal. Esses sentem-se excluídos – e poderão encontrar no Clube de Teatro o seu meio e o seu elemento, um caminho para a sua realização pessoal e participação no bem comum e, simultaneamente, desenvolver as competências enunciadas no PASEO. Dessa forma, poderá, ainda, desenvolver-se o sentido de pertença de cada um à comunidade que a escola pretende ser. Esta ação integra-se no plano de formação CFAE Guilhermina Suggia, e do Teatro Nacional S. João em parceria com o Plano Nacional das Artes.

Objetivos

- Assumir o Clube de Teatro na escola enquanto laboratório de inovação pedagógica; - Garantir espaço para a escuta e voz dos alunos, - Criar situações que promovam a sensibilidade de se colocar no lugar do outro (empatia e compaixão); - Potenciar processos de experimentação e fruição artística, tendo em vista o desenvolvimento de diversas áreas de competências do Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória: consciência e domínio do corpo; linguagens e textos; comunicação; pensamento crítico e criativo; resolução de problemas; saber técnico; relacionamento interpessoal; autonomia e desenvolvimento pessoal e sensibilidade estética e artística; - Empoderar os docentes para a criação e dinamização de clubes de teatro nas suas escolas, de modo enquadrado na política educativa vigente; -Desenvolver competências técnicas facilitadoras de um conjunto de metodologias e exercícios que lhes permitam ter a confiança necessária para trabalhar com os alunos neste âmbito.

Conteúdos

Sessões presenciais: 21 de outubro - 6 horas, 04 e 11 de novembro - 6 horas, 18 de novembro - 7 horas Total – 25h. 1asessão (6 horas): Vou ao teatro ver o mundo: o Teatro na construção da pessoa. Nesta sessão será feita uma contextualização teórica do Teatro à luz da legislação vigente para a Educação, abordando o seu potencial transformador e desenvolvedor das dez áreas de competência do Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, o seu contributo para a visão da Escola como um polo cultural, e o seu papel para a abordagem transdisciplinar do currículo, na assunção da importância da natureza transdisciplinar das aprendizagens, da mobilização de literacias diversas, de múltiplas competências, teóricas e práticas, promovendo o conhecimento científico, a curiosidade intelectual, o espírito crítico e interventivo, a criatividade e o trabalho colaborativo. Experimentar-se-ão, ainda, práticas artísticas de potencial aplicação na docência, indutoras de uma abordagem multinível. 2ª sessão (6 horas): A voz dos alunos: o Clube de Teatro como laboratório de inovação pedagógica Nesta sessão serão experimentadas as estratégias que permitirão aos docentes obter ferramentas para a implementação da inovação pedagógica, com uma tónica nas metodologias de trabalho de projeto, em exercícios que incentivam a participação e a vinculação, em estratégias inclusivas, que promovem a igualdade e a não discriminação, cuja diversidade, flexibilidade, inovação e personalização respondem à heterogeneidade dos alunos, dando-lhes voz, e eliminando obstáculos e estereótipos no acesso ao currículo e às aprendizagens. 3ª sessão (6 horas): Práticas artísticas na Escola: o Teatro como meio de empoderamento. Nesta sessão explorar-se-ão as formas como as práticas artísticas podem empoderar docentes e alunos, quer a um nível das competências de expressão e comunicação, quer ao nível do estímulo do pensamento crítico e criativo e da sensibilidade estética e artística. Trabalhar-se-ão conceitos como: Respiração; Partilha; Escuta ativa; Colaboração; Ritual; Corpo; Voz; Comunicação; Foco; Atenção; Dramaturgia; Performance; Instalação; Resposta Criativa. 4a Sessão (7 horas): E agora? Perspetivas para o futuro. Nesta sessão preparar-se-á um trabalho para avaliação e a respetiva apresentação. Far-se-á também uma reflexão sobre a operacionalização destas estratégias na escola, e os mecanismos legais em que elas se inserem. No final, haverá lugar à avaliação da formação.

Metodologias

Contextualização teórica com suporte visual; Metodologia participativa e ativa com dinâmicas de grupo; Aprendizagem a partir da experiência, da prática, da reflexão e do team building; Experimentação prática; Trabalho de projeto com apresentação final.

Avaliação

Formativa e continua, através da participação, trabalho em equipa e pensamento critico nos exercícios realizados. -Metodologias ativas, tais como trabalho de grupo. -Elaboração de um documento final de reflexão individual sobre a experiência pessoal derivada da participação na ação e implicações na sua prática. -Autoavaliação individual e grupal do processo, autonomia, desempenho e do produto final. A avaliação obedecerá aos critérios estabelecidos pelo Centro de Formação, de acordo com orientações emanadas do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua. A avaliação será de carácter quantitativo, na escala de 1 a 10 valores.

Bibliografia

BROOK, Peter (2008). O Espaço Vazio; Lisboa: Orfeu NegroSPOLIN, Viola. (2007). Jogos teatrais na sala de aula: um manual para o professor. Tradução de Ingrid Koudela. São Paulo: Perspectiva.SPOLIN, Viola. (2001). Jogos Teatrais: O Fichário de Viola Spolin. Tradução: Ingrid Koudela. São Paulo: Perspectiva.BOAL, Augusto. (2001). Jogos para atores e não-atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.PAVIS, P. (2005). Dicionário de Teatro. Tradução para língua portuguesa sob a direcção de J. Guinsburg e Maria Lúcia Pereira. São Paulo: Perspectiva.

Anexo(s)

cronograma da ação


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 17-01-2026 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
2 17-01-2026 (Sábado) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial
3 24-01-2026 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
4 24-01-2026 (Sábado) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial
5 21-02-2026 (Sábado) 09:30 - 13:00 3:30 Presencial
6 21-02-2026 (Sábado) 14:30 - 18:00 3:30 Presencial
7 28-02-2026 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
8 28-02-2026 (Sábado) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 1289 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121139/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-01-10

Fim: 2026-01-31

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

José Maria Dias Pires

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf

Anexo(s)

cronograma


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-01-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 10-01-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
3 17-01-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 17-01-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 24-01-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 24-01-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
7 31-01-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


170