Questionário de Diagnóstico de Competências Digitais

Academia Portugal Digital

No âmbito do plano de formação em execução pelo CFAE, financiado pelo PESSOAS 2030, no programa temático Demografia, qualificações e inclusão, solicita-se a colaboração dos docentes/formandos na realização do Questionário de Diagnóstico de Competências Digitais, disponível na Plataforma Academia Portugal Digital.

O preenchimento deste questionário reveste-se de especial importância por duas razões fundamentais:

  • Para os próprios formandos, constitui uma oportunidade de autoavaliação das suas competências digitais, permitindo identificar pontos fortes e áreas de desenvolvimento, com impacto direto na prática pedagógica e no percurso de formação contínua;
  • Para o CFAE, o convite e a realização deste diagnóstico correspondem ao cumprimento de um dispositivo legal obrigatório, previsto no aviso de abertura da candidatura, imposto pela entidade financiadora, sendo condição necessária para a correta execução e monitorização do plano de formação aprovado.

A participação dos formandos neste processo é, por isso, essencial, contribuindo simultaneamente para o desenvolvimento profissional individual e para a conformidade do projeto com os requisitos regulamentares do financiamento europeu.

Agradecemos, desde já, a vossa colaboração e disponibilidade.

Para aceder à plataforma “Academia Portugal Digital”, siga o link

Academia Portugal Digital – Melhora as tuas competências

No final, a plataforma apresenta os resultados que devem ser enviados para o CFAE (cfae.guilherminasuggia2529@gmail.com) como comprovativo da realização.

                                       

 

                                                                                         

                                        

                       

 

             

DIVULGAÇÃO

274

Ação x Reação: Técnicas de improvisação
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos 100 e 110

Agrupamento de Escolas Eugénio de Andrade
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

A Improvisação teatral, o Teatro propriamente dito e suas inúmeras técnicas aplicadas em contexto escolar, quer no âmbito curricular quer em projetos, é potenciadora de sociabilização estimulando a comunicação, a criatividade, o espírito crítico, a capacidade de resolver problemas, o autoconhecimento e, ao ...
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Ref. 2301 Inscrições abertas até 2026-09-09 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139393/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-10

Fim: 2026-11-26

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas Eugénio de Andrade

Formador

William Gaviao

Destinatários

Professores dos Grupos 100 e 110

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A Improvisação teatral, o Teatro propriamente dito e suas inúmeras técnicas aplicadas em contexto escolar, quer no âmbito curricular quer em projetos, é potenciadora de sociabilização estimulando a comunicação, a criatividade, o espírito crítico, a capacidade de resolver problemas, o autoconhecimento e, ao mesmo tempo, constitui fator de sensibilização para a cultura, instrumento de desenvolvimento humano. Esta oficina visa o desenvolvimento de competências que permitam ao docente a criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações e leituras dramatizadas dentro das escolas e no contexto de sala de aula.

Objetivos

- Desenvolver a utilização do Teatro – A Improvisação teatral em contexto escolar. - Explorar estratégias de autoconhecimento e de desinibição. - Explorar e estimular a criatividade e domínio dos conteúdos propostos. - Desenvolver a expressão oral - voz - Explorar o corpo e espaço - ritmo e equilíbrio. - Explorar e desenvolver capacidades de respostas imediatas ante os desafios e problemas - Desenvolver o equilíbrio entre o emocional e o racional como capacidades afirmativas de intervir e agir em simultaneidade com respostas assertivas aos desafios propostos. - Estimular competências individuais nas práticas coletivas para respostas coletivas - o jogo – doar e receber – partilha de forças para bem comum do grupo e das individualidades. - Estabelecer pontes entre o Teatro – A Improvisação e outras formas de arte inerentes ao universo teatral: a pintura, a dança, música e escultura. - Fomentar o gosto pela arte e fornecer ferramentas que capacitem o formando para a criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações, leituras dramatizadas dentro das escolas e no contexto de sala de aula.

Conteúdos

A. O teatro como desenvolvimento do espírito crítico, fomento da criatividade e capacidade de agir ante obstáculos e desafios. B. Estratégias de autoconhecimento e de desinibição. C. O desenvolvimento individual e interação com o coletivo. D. Os mecanismos do universo teatral e de técnicas específicas. E. O ato teatral, o ator, as personagens, ações e improviso. F. Técnicas teatrais e dinâmicas artísticas do improviso. G. A criação de um resultado final (no formato intimista ou como breve espetáculo) criado pelos alunos, como resultado de todo processo vivenciado. H. Apresentação pública ou em contexto intimista ou privado.

Metodologias

Presencial: As sessões terão um caracter predominantemente prático, suportadas por enquadramentos teóricos, em formato de textos e materiais multimédia acerca do universo teatral e das suas diversas práticas. Serão explorados jogos dramáticos, exercícios emocionais, físicos, de voz, de respiração, de concentração e de Improvisação. Será realizado um debate alargado sistemático, ao longo da oficina, a propósito de todos os trabalhos e ações teatrais desenvolvidas no contexto da escola e da sala de aula pelos formandos. Apresentação de trabalhos através da experimentação do teatro e sua aplicação, através de formatos adequados ao contexto da escola e da sala de aula, pelos formandos. Nas sessões práticas serão implementadas várias técnicas do universo teatral. Trabalho Autónomo: Essas técnicas serão depois testadas no contexto de cada formando no âmbito da criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações, leituras dramatizadas dentro da escola e no contexto de sala de aula.

Avaliação

A avaliação dos formandos será efetuada ao longo de toda a oficina de formação, assumindo um caracter contínuo e formativo. Esta avaliação basear-se-á no interesse, desempenho e reflexão individual, observados no decurso da oficina e na elaboração do trabalho individual. A avaliação será qualitativa (Insuficiente, Suficiente, Bom, Muito Bom e Excelente), a que corresponderá a avaliação quantitativa. 1 a 4,9 para uma ponderação <50% para quem não assistiu a 2/3 da formação; 5 a 6,4 para uma ponderação entre 50% a 64% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação e elaborou um trabalho individual; 6,5 a 7,9 para uma ponderação de 65% a 79% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível bom. Elaboração de trabalho individual. 8 a 8,9 para uma ponderação de 80% a 89% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível muito bom. Elaboração de trabalho individual. 9 a 10 para uma ponderação de 90% a 100% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível excelente. Elaboração de trabalho individual.

Bibliografia

Nietzsche,Spolin, Viola,Spolin, Viola,Boal, Augusto,


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-09-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
2 17-09-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
3 24-09-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
4 01-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
5 08-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
6 15-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
7 22-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
8 29-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
9 05-11-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
10 12-11-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
11 19-11-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Presencial
12 26-11-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

274
281

Compreender para Jogar Melhor: o ensino dos jogos desportivos centrado na tática em Educação Física
DOCENTES DOS GRUPOS 260 e 620

Oficina

 

30.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos 260 e 620

Escola Secundária Filipa de Vilhena
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

No âmbito da Educação Física, a pertinência desta acção assenta em várias razões:  Superar uma abordagem do ensino dos jogos desportivos ainda dominada pela técnica isolada e descontextualizada, oferecendo aos professores um modelo alternativo com forte suporte empírico e crescente adopção ...
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Ref. 2391 Inscrições abertas até 2026-09-18 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140158/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-19

Fim: 2026-12-19

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Filipa de Vilhena

Formador

Rui Marcelino Maciel Oliveira

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

No âmbito da Educação Física, a pertinência desta acção assenta em várias razões:  Superar uma abordagem do ensino dos jogos desportivos ainda dominada pela técnica isolada e descontextualizada, oferecendo aos professores um modelo alternativo com forte suporte empírico e crescente adopção internacional.  Actualizar os conhecimentos dos professores relativamente ao modelo Teaching Games for Understanding (TGfU), desenvolvido por Bunker e Thorpe na Universidade de Loughborough (1982), e cuja influência se reflecte em numerosas abordagens contemporâneas do ensino do jogo, como o Game Sense, o Play Practice e o modelo táctico.  Desenvolver competências de planeamento e condução de situações de aprendizagem centradas no jogo condicionado, onde a compreensão tática precede e contextualiza a aprendizagem técnica, potenciando a transferência para o jogo formal.  Promover práticas pedagógicas que valorizem o questionamento, a tomada de decisão e o pensamento táctico dos alunos, contribuindo para o desenvolvimento da sua literacia desportiva e para uma participação desportiva mais autónoma e informada.  Incentivar a reflexão crítica sobre a articulação entre jogo, tática e técnica no ensino dos jogos desportivos, e dotar os professores de ferramentas práticas e imediatamente aplicáveis às modalidades do programa nacional de Educação Física.

Objetivos

Compreender os fundamentos teóricos, a origem e a evolução do modelo Teaching Games for Understanding (TGfU), situando-o no quadro mais amplo das abordagens centradas no jogo e nos modelos pedagógicos para a Educação Física.  Capacitar os professores para conceberem, adaptarem e implementarem o TGfU no ensino dos jogos desportivos, em diferentes categorias de jogo (invasão, campo e taco, rede e parede, alvo) e em diferentes ciclos de ensino.  Desenvolver competências de design de jogos condicionados, capazes de criar os problemas táticos adequados ao nível dos alunos e de promover a transferência para o jogo formal.  Fomentar a utilização do questionamento estruturado como estratégia pedagógica central, habilitando os professores a orientar a reflexão dos alunos sobre o quê, quando e porquê agir em jogo.  Estimular a autonomia tática, a tomada de decisão informada e a literacia desportiva dos alunos, promovendo aprendizagens significativas e duradouras que ultrapassem os limites da aula de Educação Física.

Conteúdos

1. Modelos Pedagógicos para o Ensino dos Jogos Desportivos (5 horas presenciais + 5 horas de trabalho autónomo)  Definição e conceito de modelos pedagógicos aplicados ao ensino dos jogos.  Limitações das abordagens técnicas tradicionais no ensino dos jogos desportivos.  Características e princípios orientadores das abordagens centradas no jogo: TGfU, Game Sense, Play Practice e modelo táctico.  Análise crítica e comparada dos diferentes modelos: fundamentos, estrutura, evidência e aplicabilidade em contexto escolar.  Relação entre os modelos pedagógicos centrados no jogo e os objectivos educativos do programa de Educação Física. 2. Teaching Games for Understanding — TGfU (10 horas presenciais + 10 horas de trabalho autónomo)  Origem e evolução do TGfU: Bunker e Thorpe (1982) e os desenvolvimentos subsequentes à escala internacional.  O modelo original de seis componentes: jogo → apreciação do jogo → consciência táctica → tomada de decisão → execução técnica → desempenho.  Classificação dos jogos em categorias: jogos de invasão, de campo e taco, de rede e parede, e de alvo — implicações pedagógicas de cada categoria.  Design de jogos condicionados: princípios de modificação (representação e exagero), progressão táctica e ajuste às características e ao nível dos alunos.  O questionamento como ferramenta pedagógica central: tipos de questões, timing, estrutura e exemplos práticos por categoria de jogo e por nível de ensino.  Avaliação da compreensão táctica e do desempenho em jogo: GPAI (Game Performance Assessment Instrument), critérios de observação e instrumentos de registo.  Exemplos práticos de aplicação do TGfU em modalidades do programa nacional de Educação Física, por categoria de jogo e por ciclo de ensino.

Metodologias

Presencial: Exposição dialogada: o formador apresenta os conceitos e princípios do TGfU, incentivando a participação activa dos professores e promovendo a reflexão sobre a sua aplicabilidade na prática docente.  Dinâmicas em grupo: os professores são organizados em grupos para conceberem e experimentarem jogos condicionados, promovendo a troca de experiências e o aprofundamento do design de situações de aprendizagem.  Estudo de casos: são analisadas situações de ensino reais, onde os professores identificam as opções pedagógicas do modelo TGfU e discutem alternativas de intervenção.  Demonstração e vivência prática: o formador propõe situações de jogo condicionado que os formandos vivenciam na primeira pessoa, reflectindo sobre a experiência do aluno e sobre a eficácia da sequência pedagógica.  Utilização de recursos multimédia: vídeos de aulas, apresentações e exemplos práticos são utilizados para ilustrar os conceitos apresentados e estimular a reflexão e a participação dos formandos. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo, os professores são incentivados a conceberem e a aplicarem sequências de ensino baseadas no TGfU nas suas turmas, documentando o processo e recolhendo evidências para discussão nas sessões seguintes.

Avaliação

A avaliação dos formandos resultará da média ponderada de três parâmetros:  Planificação de Unidade Didáctica baseada no TGfU, incluindo a selecção e classificação dos jogos, a progressão táctica, o design dos jogos condicionados, o plano de questionamento e os instrumentos de avaliação da compreensão em jogo (60%)  Reflexão individual acerca dos conteúdos abordados nos vários blocos temáticos, a entregar até ao prazo máximo de uma semana após o término da acção (25%)  Participação e apresentação, avaliando a qualidade do envolvimento nas sessões presenciais, nas actividades práticas, nas discussões colectivas e na apresentação oral da planificação desenvolvida (15%) Na última sessão, será solicitado aos formandos o preenchimento de uma ficha de avaliação, com vista a avaliar a qualidade da ação de formação (em relação aos objetivos, metodologias, recursos utilizados, organização da ação, cumprimentos do cronograma, entre outros), e a atividade dos formadores (em relação às suas competências, capacidades comunicativas, disponibilidade, conhecimentos técnicos, entre outros).

Bibliografia

Bunker, D., & Thorpe, R. (1982). A model for the teaching of games in secondary schools. Bulletin of Physical Education, 18(1), 5–8.Griffin, L. L., & Butler, J. I. (Eds.). (2005). Teaching Games for Understanding: Theory, Research, and Practice. Human Kinetics.Kirk, D., & MacPhail, A. (2002). Teaching games for understanding and situated learning: Rethinking the Bunker- Thorpe model. Journal of Teaching in Physical Education, 21(2), 177–192. https://doi.org/10.1123/jtpe.21.2.177Light, R. L. (2013). Game Sense: Pedagogy for Performance, Participation and Enjoyment. Routledge.Metzler, M., & Colquitt, G. (2021). Instructional Models for Physical Education (4th ed.). Routledge.;Mitchell, S. A., Oslin, J. L., & Griffin, L. L. (2013). Teaching Sport Concepts and Skills: A Tactical Games Approach (3rd ed.). Human Kinetics.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 19-09-2026 (Sábado) 08:30 - 13:30 5:00 Presencial
2 10-10-2026 (Sábado) 08:30 - 13:30 5:00 Presencial
3 19-12-2026 (Sábado) 08:30 - 13:30 5:00 Presencial

INSCREVER-ME

281
249

Eu ensinei…, mas será que Eles aprenderam?
ONLINE

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Professores do Ensino Básico, Secundário

Online
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

A escola contemporânea enfrenta desafios complexos relacionados com a diversidade dos alunos, a motivação para aprender e a necessidade de promover aprendizagens significativas e duradouras. Esta ação de formação visa reforçar a reflexão pedagógica e dotar os docentes do ensino básico e secundário de ...
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Ref. 2151 Inscrições abertas até 2026-09-21 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138851/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-22

Fim: 2026-10-28

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Fernando Lima

Destinatários

Professores do Ensino Básico, Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Ensino Básico, Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A escola contemporânea enfrenta desafios complexos relacionados com a diversidade dos alunos, a motivação para aprender e a necessidade de promover aprendizagens significativas e duradouras. Esta ação de formação visa reforçar a reflexão pedagógica e dotar os docentes do ensino básico e secundário de métodos, estratégias e recursos que coloquem a aprendizagem no centro do processo educativo, promovendo práticas pedagógicas mais eficazes, inclusivas e ajustadas aos contextos reais de sala de aula. Partindo da análise de evidências de aprendizagem, serão exploradas estratégias de diferenciação pedagógica, metodologias ativas e práticas de avaliação formativa enquanto instrumentos reguladores do processo educativo. A crescente complexidade dos contextos educativos exige práticas pedagógicas que ultrapassem a mera transmissão de conteúdos, colocando a aprendizagem efetiva dos alunos no centro da ação docente, promovendo a reflexão crítica sobre o ensinar e o aprender e o papel do professor como mediador e facilitador da aprendizagem. Damos a matéria, cumprimos o programa, a aula corre bem…, mas será que os alunos estão, de facto, a aprender? Serão explorados métodos, estratégias e recursos pedagógicos que colocam o aprender no centro da aula. Uma formação reflexiva e diretamente ligada aos desafios reais. Se ensinar fosse suficiente, todos os alunos aprenderiam. Mas sabemos que não é assim. Esta ação de formação desafia os professores a olhar criticamente para a sua prática e a reencontrar o essencial: fazer aprender. Com base em fundamentos pedagógicos sólidos e estratégias concretas, a formação propõe caminhos para transformar aulas “que funcionam” em aulas que produzem aprendizagem. Porque ensinar não é o fim. Aprender é.

Objetivos

Objetivo geral: Promover a reflexão crítica sobre as práticas pedagógicas, desenvolvendo estratégias e metodologias que assegurem aprendizagens significativas, diferenciadas e sustentadas por avaliação formativa. Objetivos específicos: Analisar conceções de ensino centradas na transmissão de conteúdos e identificar limitações. Analisar criticamente práticas pedagógicas tradicionais e inovadoras. Distinguir ensino e aprendizagem, compreendendo as implicações pedagógicas dessa distinção. Analisar fatores que condicionam a aprendizagem dos alunos. Planificar situações de aprendizagem centradas no aluno e alinhadas com as Aprendizagens Essenciais. Aplicar metodologias ativas promotoras da aprendizagem significativa. Aplicar estratégias de diferenciação pedagógica. Aplicar estratégias pedagógicas que promovam envolvimento cognitivo e aprendizagem significativa. Utilizar avaliação formativa e feedback como instrumentos reguladores da aprendizagem.

Conteúdos

Este processo, assente no ato reflexivo e crítico das posturas assumidas no exercício profissional contextualizado, contribuirá para a construção de uma nova ordem escolar e social. Portanto e no sentido de fazer uma pedagogia e didática que resulte em maior motivação para os alunos e, sobretudo, aprendizagem que seja significativa para o discente, procura-se dar a conhecer e aprofundar um conjunto de percursos, meios, atividades do ensino e da aprendizagem, que sejam utilizadas como um campo em que o aluno é ator, pesquisador, construtor, aprendiz do seu saber, motivando-o para a descoberta e conhecimento, cativando-o para aprendizagens mais interessantes para ele. Os conteúdos propostos da ação, situam-se na utilização de um conjunto de métodos ativos e dinâmicos que ajudem o professor a realizar aulas ativas e eficazes. Os conteúdos da ação: Dinâmica da ação e interação entre formador e formandos. Reflexão sobre o estado da escola e da educação em Portugal – 2h Ensinar não é aprender – conceções de ensino e aprendizagem e evidência pedagógica sobre a aprendizagem significativa. – 2h Características e competências de um bom professor. O professor mediador e o aluno ativo. Fatores cognitivos e motivacionais. – 2h Metodologias ativas, aprendizagem com base em projetos e problemas, e aprendizagem colaborativa/cooperativa – 2h Diferenciação pedagógica e estratégias que fazem aprender num clima de envolvimento e motivador para a aprendizagem. Trabalho-projeto e o Jigsaw. – 2 h Dimensões da gestão da sala de aula: atitudes docentes e relações interpessoais. Ritmos, estilos e tipos de inteligência. – 2h A Avaliação formativa vs. Sumativa. Feedback eficaz e autorregulação da aprendizagem – 3h Apresentação, defesa e partilha dos trabalhos de grupo e respetivos materiais – 3h Trabalho assíncrono – Elaboração do produto final em grupo. – 7h Assim, teremos 18 horas síncronas distribuídas por 6 sessões (6x3h) com desenvolvimento dos conteúdos e discussões em grupo e 7 horas assíncronas com trabalhos colaborativos e cooperativos (pares ou grupos de 3, 4 elementos) conforme as disponibilidades dos formandos e orientados pelo formador.

Metodologias

Ação expositivo-dialógica, prevê e exige uma análise de práticas pedagógicas, uma reflexão crítica à gestão da aula e uma partilha de experiências entre formandos. As sessões síncronas destinam-se à sustentação teórica, recorrendo a exercícios práticos e debates. Privilegiará a interação entre a teoria e a prática, a conferência e o debate, a construção de produtos, com metodologia de investigação-reflexão, visando a (re)construção das práticas. Incidirá sobre cada um dos conteúdos previstos e serão abertos espaços para análise dos contextos, enquadramento teórico e/ou normativo-legal e de dinâmicas colaborativas. Nas assíncronas, em grupos e numa perspetiva de investigação sobre a prática e com o objetivo de apresentar, interpretar e analisar o processo das aprendizagens, vão elaborar planos de aula, sequência didática ou projeto interdisciplinar, com aplicação de estratégias ativas e avaliação formativa. Assim: enquadramento teórico e sínteses de conteúdos científicos atividades de pesquisa e recolha de informação em pequeno e médio grupo trabalho de campo acompanhamento dos trabalhos apresentação de trabalhos.

Avaliação

A avaliação dos formandos docentes é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação, trabalho de grupo e o trabalho individual, com as seguintes ponderações: Participação, interesse e motivação nas atividades – 30% Qualidade do trabalho produzido – 70%: -Relatório crítico final individual do trabalho desenvolvido – 40% -Trabalho de grupo – 60% Os formandos serão avaliados quantitativamente numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com os critérios definidos pela Comissão Pedagógica do Centro de Formação e pelo Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua de Professores.

Bibliografia

Black, P., & Wiliam, D. (2009). Assessment for learning: Why, what and how? Institute of Education, University of London Hattie, J. (2013). Visible Learning for Teachers: Maximizing Impact on Learning. London & New York: Routledge Tomlinson, Carol Ann (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora Vygotsky, L. S. (1978). Mind in society: The development of higher psychological processes. Harvard. University Press

Anexo(s)

Ficha de Ação


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-09-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 23-09-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
3 29-09-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 30-09-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
5 06-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 07-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
7 13-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
8 14-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
9 20-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
10 21-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
11 26-10-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
12 27-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
13 28-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona

INSCREVER-ME

249