OFERTA FORMATIVA

Ref. 130T1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130974/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15-01-2026

Fim: 26-03-2026

Regime: b-learning

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco

Destinatários

Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) da disciplina de PLNM, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina; - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Português Língua Não Materna (PLNM): enquadramento legal, documentos curriculares, definição de conceitos (língua, cultura, L1, L2, multilinguismo, plurilinguismo, multiculturalismo, pluriculturalismo, interculturalidade, entre outros), caracterização sociolinguística e avaliação diagnóstica. Relação entre multilinguismo e interculturalidade. Processos de mediação intercultural; modelos de política multicultural. Desafios da globalização e da mediatização.(5h) Módulo 3 - Didáticas específicas na língua não materna em diferentes domínios: oralidade e interação cultural. Descrição dos constituintes e processos fonológicos em função de ferramentas fonéticas e fonológicas. Conceitos de léxico e de unidade lexicais. Conceitos de prosódia. Avaliação da oralidade: contextos, instrumentos e critérios. A prática dos géneros orais em contextos formais e informais. Relação entre língua, cultura e linguagem; processos de construção e afirmação identitária. O multilinguismo como estratégia de aprendizagem. (5h) Módulo 4 - Módulo 4 Didáticas específicas da língua não materna nos domínios da leitura e escrita. Alfabetização: abordagem de métodos de ensino/aprendizagem de leitura e escrita. Identificação de relações entre sons da fala e sua representação (orto)gráfica. Abordagem de características de diferentes tipos de textos. Estratégias de leitura com diferentes níveis de complexidade cognitiva (localização de informação, realização de inferências). Avaliação da linguagem e do conteúdo. Dinâmicas e projetos de leitura. (promoção do gosto pela leitura e contributos para o desenvolvimento da educação literária). (5h) Módulo 5 - Escrita: abordagem de formatos associados a diferentes tipos textuais e aprofundamento de técnicas de aperfeiçoamento de produção escrita. Problematização de diferentes perspetivas/modelos quanto ao desenvolvimento da linguagem escrita. Géneros textuais e funções comunicativas; tomada de consciência da diversidade de géneros textuais a partir da prática comunicativa. Estratégias e recursos no âmbito da produção e revisão de texto. (5h) Módulo 6 – Gramática e desenvolvimento das competências comunicativas (gramática em uso); as dimensões: lexical, gramatical, sociolinguística, pragmática, discursiva e estratégica (5h) Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial: A oficina é constituída por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0




162

Ref. 124Turma 2 Inscrições abertas até 02-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132194/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 03-02-2026

Fim: 28-02-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.

Objetivos

1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em “rapel", com bloqueador “Grigri ou Druid” 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração

Conteúdos

1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade

Metodologias

A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)

Bibliografia

Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228–232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto

Anexo(s)

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf


Observações

Formador Dr. Victor Sousa

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-02-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 07-02-2026 (Sábado) 13:30 - 16:30 3:00 Presencial
3 10-02-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
4 14-02-2026 (Sábado) 13:30 - 16:30 3:00 Presencial
5 19-02-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
6 24-02-2026 (Terça-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Presencial
7 28-02-2026 (Sábado) 10:00 - 18:00 8:00 Presencial

INSCREVER-ME

159

Ref. 124Turma 1 Inscrições abertas até 03-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132194/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 04-02-2026

Fim: 25-02-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.

Objetivos

1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em “rapel", com bloqueador “Grigri ou Druid” 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração

Conteúdos

1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade

Metodologias

A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)

Bibliografia

Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228–232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto

Anexo(s)

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf

CRONOGRAMA - Escala e Manobra de Cordas - TURMA 1


Observações

Professores do 2º , 3º ciclo e secundário

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-02-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 07-02-2026 (Sábado) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial
3 11-02-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
4 14-02-2026 (Sábado) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial
5 18-02-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
6 21-02-2026 (Sábado) 10:00 - 18:00 8:00 Presencial
7 25-02-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Presencial

INSCREVER-ME

155

Ref. 128T10 Inscrições abertas até 04-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121139/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 07-02-2026

Fim: 28-02-2026

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

José Maria Dias Pires

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-02-2026 (Sábado) 09:00 - 17:00 8:00 Presencial
2 14-02-2026 (Sábado) 09:00 - 17:00 8:00 Presencial
3 21-02-2026 (Sábado) 09:00 - 17:00 8:00 Presencial
4 28-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial

INSCREVER-ME

181

Ref. 166T2 Inscrições abertas até 25-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126548/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 27-02-2026

Fim: 27-03-2026

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular

Metodologias

Presencial :As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo:A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdf Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdf Fullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdf Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf

Anexo(s)

Cronograma



INSCREVER-ME

172

Ref. 1502 Inscrições abertas até 25-02-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132956/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 04-03-2026

Fim: 23-03-2026

Regime: Presencial

Local: AE do Cerco do Porto

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Professores dos Grupos 260, 620

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Proporcionar e promover a formação dos docentes de Educação Física e do 1º Ciclo do Ensino Básico em áreas específicas das Atividades de Exploração da Natureza, previstas nas aprendizagens essenciais da disciplina de Educação Física; Apresentar metodologias de ensino da Orientação, com início na escola e passagem para a Serra; Proporcionar formação em modalidades alternativas que podem ser lecionadas nos cursos profissionais, no módulo de “Atividades de Exploração da Natureza”; Incentivar à prática da modalidade desportiva de Exploração da Natureza no Geoparque de Arouca, rentabilizando os recursos naturais da região; Desenvolver o sentido de responsabilidade e autonomia nos alunos. Desenvolver um reportório motor apelativo e indutor da prática de exercício físico.

Objetivos

Dotar os docentes de conhecimentos técnicos que lhes permitam contruir pistas de orientação na escola; Apresentar metodologias de ensino de Orientação direcionadas ao contexto escolar e com aplicação em Atividades de Exploração da Natureza; Fomentar, através da prática desportiva, o respeito pela natureza e pelo ambiente; Divulgar locais para a prática das modalidades e logística de organização; Contribuir para a aquisição e manutenção de hábitos de vida saudáveis.

Conteúdos

1. Enquadramento da ação; 1 hora 2.Orientação; 3 horas 2.1. Objetivos da Orientação; 2.2. Equipamento, materiais e sua utilização; 2.3. Mapa – Titulo, data, escala e equidistância, legenda, cores, símbolos e curvas de nível; 2.4. Bússola – Descrição, informação e utilização. Regra 1, 2 e 3; 3.Corrida de Orientação; 2 horas 3.1. Objetivos da Corrida de Orientação; 3.2. Principais regras da modalidade. Quadros competitivos; 3.3. Postos de controlo. Balizas de orientação e alternativas. Alicate picotador e alternativas. Cartão de controlo e alternativa; 4.No terreno 4.1. Orientação na escola (pista de orientação) – comparação do mapa com o terreno; 2h 4.2. Orientação urbana – comparação do mapa com o terreno e introdução da bússola; 2h 4.3. Orientação na Serra – utilização da bússola; 6h 4.4. Corrida de Orientação (Serra da Freita); 6h 5. Avaliação. 3h

Metodologias

A ação terá uma forte componente prática ( 22 horas), ancorada num conjunto, necessáriamente breve (3 horas) de sessões em sala.

Avaliação

Os formandos serão avaliados pelo formador, com base na recolha de elementos de avaliação contínua e por uma reflexão individual, sobre a aplicabilidade das aprendizagens, em contexto de trabalho com os alunos. No final, os formandos serão classificados, na escala de 1 a 10, de acordo com a legislação em vigor.

Bibliografia

CRUZ, Sebastião. BRÁS, José. MIRA, Jorge. Manual de Educação Física – 1º ciclo do ensino básico. 4ª edição, Oeiras: Gabinete Coordenador do Desporto Escolar no âmbito do PRODEFDE. ISBN 972-97667-0-3Manual de Leitura de Cartas. 4ª edição, Lisboa: Instituto Geográfico do Exército, maio 2000. ISBN 972-765-785-0CARCELLER, Santiago, GARCÍA-YÉBENES, José, Créditos Variables de actividades en la Naturaleza (La orientación y la escalada). 1ª edição, Barcelona: Editorial Paidotribo. SBN 84-8019-343-3BOSWELL, John, Manual de sobrevivência. 2ª edição: Publicações europa-América, 1980. ISBN 972-1-02772-3MUGARRA, Ana, Sin Dejar Huella. 1ª edição, Madrid: Ediciones Desnivel, fevereiro 2000. ISBN 84-89969-54-X

Anexo(s)

Avaliação - Decisões da Comissão Pedagógica

Decisão do Conselho de Diretores

Cronograma - Orientação Nível I


Observações

Grupos 260 e 620

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 11-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
3 14-03-2026 (Sábado) 09:00 - 17:00 8:00 Presencial
4 18-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
5 21-03-2026 (Sábado) 10:00 - 18:00 8:00 Presencial
6 23-03-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Presencial

INSCREVER-ME

175

Ref. 1603 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121138/23

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 17-01-2026

Fim: 28-02-2026

Regime: Presencial

Local: Teatro Carlos Alberto

Formador

Maria Joana de Melo Ferreira Félix

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores do Ensino Especial e Professores das Tecnologias Especiais

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores do Ensino Especial e Professores das Tecnologias Especiais. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/TNSJ

Enquadramento

A escola, como comunidade de aprendizagem, deve promover o acesso à apropriação das diferentes linguagens e expressões artísticas, contribuindo para o desenvolvimento das inteligências múltiplas e diversos modos de expressão pessoal e compreensão do mundo. As artes e, particularmente, o Teatro, permitem encontrar outros códigos que complementam aqueles que tornámos centrais na nossa sociedade. Racionalizámos em demasia a educação/instrução, não promovendo suficientemente a formação dos afetos, a relação com o corpo, a valorização da autonomia, a capacitação para assumir os desafios e os falhanços, o prazer de aprender, de interpretar e intervir no mundo. É preciso educar e formar para as diversas linguagens, inteligências e modos de comunicar. Nem todos se enquadram na predominante, a da racionalidade lógico-verbal. Esses sentem-se excluídos – e poderão encontrar no Clube de Teatro o seu meio e o seu elemento, um caminho para a sua realização pessoal e participação no bem comum e, simultaneamente, desenvolver as competências enunciadas no PASEO. Dessa forma, poderá, ainda, desenvolver-se o sentido de pertença de cada um à comunidade que a escola pretende ser. Esta ação integra-se no plano de formação CFAE Guilhermina Suggia, e do Teatro Nacional S. João em parceria com o Plano Nacional das Artes.

Objetivos

- Assumir o Clube de Teatro na escola enquanto laboratório de inovação pedagógica; - Garantir espaço para a escuta e voz dos alunos, - Criar situações que promovam a sensibilidade de se colocar no lugar do outro (empatia e compaixão); - Potenciar processos de experimentação e fruição artística, tendo em vista o desenvolvimento de diversas áreas de competências do Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória: consciência e domínio do corpo; linguagens e textos; comunicação; pensamento crítico e criativo; resolução de problemas; saber técnico; relacionamento interpessoal; autonomia e desenvolvimento pessoal e sensibilidade estética e artística; - Empoderar os docentes para a criação e dinamização de clubes de teatro nas suas escolas, de modo enquadrado na política educativa vigente; -Desenvolver competências técnicas facilitadoras de um conjunto de metodologias e exercícios que lhes permitam ter a confiança necessária para trabalhar com os alunos neste âmbito.

Conteúdos

Sessões presenciais: 21 de outubro - 6 horas, 04 e 11 de novembro - 6 horas, 18 de novembro - 7 horas Total – 25h. 1asessão (6 horas): Vou ao teatro ver o mundo: o Teatro na construção da pessoa. Nesta sessão será feita uma contextualização teórica do Teatro à luz da legislação vigente para a Educação, abordando o seu potencial transformador e desenvolvedor das dez áreas de competência do Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, o seu contributo para a visão da Escola como um polo cultural, e o seu papel para a abordagem transdisciplinar do currículo, na assunção da importância da natureza transdisciplinar das aprendizagens, da mobilização de literacias diversas, de múltiplas competências, teóricas e práticas, promovendo o conhecimento científico, a curiosidade intelectual, o espírito crítico e interventivo, a criatividade e o trabalho colaborativo. Experimentar-se-ão, ainda, práticas artísticas de potencial aplicação na docência, indutoras de uma abordagem multinível. 2ª sessão (6 horas): A voz dos alunos: o Clube de Teatro como laboratório de inovação pedagógica Nesta sessão serão experimentadas as estratégias que permitirão aos docentes obter ferramentas para a implementação da inovação pedagógica, com uma tónica nas metodologias de trabalho de projeto, em exercícios que incentivam a participação e a vinculação, em estratégias inclusivas, que promovem a igualdade e a não discriminação, cuja diversidade, flexibilidade, inovação e personalização respondem à heterogeneidade dos alunos, dando-lhes voz, e eliminando obstáculos e estereótipos no acesso ao currículo e às aprendizagens. 3ª sessão (6 horas): Práticas artísticas na Escola: o Teatro como meio de empoderamento. Nesta sessão explorar-se-ão as formas como as práticas artísticas podem empoderar docentes e alunos, quer a um nível das competências de expressão e comunicação, quer ao nível do estímulo do pensamento crítico e criativo e da sensibilidade estética e artística. Trabalhar-se-ão conceitos como: Respiração; Partilha; Escuta ativa; Colaboração; Ritual; Corpo; Voz; Comunicação; Foco; Atenção; Dramaturgia; Performance; Instalação; Resposta Criativa. 4a Sessão (7 horas): E agora? Perspetivas para o futuro. Nesta sessão preparar-se-á um trabalho para avaliação e a respetiva apresentação. Far-se-á também uma reflexão sobre a operacionalização destas estratégias na escola, e os mecanismos legais em que elas se inserem. No final, haverá lugar à avaliação da formação.

Metodologias

Contextualização teórica com suporte visual; Metodologia participativa e ativa com dinâmicas de grupo; Aprendizagem a partir da experiência, da prática, da reflexão e do team building; Experimentação prática; Trabalho de projeto com apresentação final.

Avaliação

Formativa e continua, através da participação, trabalho em equipa e pensamento critico nos exercícios realizados. -Metodologias ativas, tais como trabalho de grupo. -Elaboração de um documento final de reflexão individual sobre a experiência pessoal derivada da participação na ação e implicações na sua prática. -Autoavaliação individual e grupal do processo, autonomia, desempenho e do produto final. A avaliação obedecerá aos critérios estabelecidos pelo Centro de Formação, de acordo com orientações emanadas do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua. A avaliação será de carácter quantitativo, na escala de 1 a 10 valores.

Bibliografia

BROOK, Peter (2008). O Espaço Vazio; Lisboa: Orfeu NegroSPOLIN, Viola. (2007). Jogos teatrais na sala de aula: um manual para o professor. Tradução de Ingrid Koudela. São Paulo: Perspectiva.SPOLIN, Viola. (2001). Jogos Teatrais: O Fichário de Viola Spolin. Tradução: Ingrid Koudela. São Paulo: Perspectiva.BOAL, Augusto. (2001). Jogos para atores e não-atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.PAVIS, P. (2005). Dicionário de Teatro. Tradução para língua portuguesa sob a direcção de J. Guinsburg e Maria Lúcia Pereira. São Paulo: Perspectiva.

Anexo(s)

cronograma da ação




179

Ref. 1289 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121139/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 10-01-2026

Fim: 31-01-2026

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

José Maria Dias Pires

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf

Anexo(s)

cronograma


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-01-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 10-01-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
3 17-01-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 17-01-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 24-01-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 24-01-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
7 31-01-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


170

Ref. 121T1 Em avaliação

Registo de acreditação: xxxxxxxxxxxxxx

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 28-11-2025

Fim: 30-12-2025

Regime: Presencial

Local: Local de realização

Destinatários

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

EquaçãoDigital

Enquadramento

xxxxxxxxx

Objetivos

xxxxxxxxxx

Conteúdos

xxxxxxxxxx

Metodologias

xxxxxxxxxx

Avaliação

xxxxxxxxxx

Modelo

xxxxxxxxxx

Bibliografia

xxxxxxxxxx

Anexo(s)


Observações

observações ação xxxxxxxxxx

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 28-11-2025 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
2 01-12-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
3 02-12-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
4 03-12-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
5 04-12-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
6 05-12-2025 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
7 08-12-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial


146

Ref. 1261 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135220/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 13.0 horas

Início: 18-11-2025

Fim: 27-11-2025

Regime: Presencial

Local: Teatro do Bolhão

Formador

Alexandra Calado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O domínio de técnicas vocais implica estudo e trabalho, visando a integração e automatização; por outro lado, há a consciência da necessidade de formação a este nível, já que a voz é o instrumento privilegiado na comunicação com alunos, nomeadamente na transmissão de conhecimentos e o texto dramático é o seu veículo natural. A consciência da mecânica da respiração, da projeção, articulação e dicção, a par com o reconhecimento e apropriação de novas práticas nesses domínios, requer trabalho formativo e tempo. A automatização destas técnicas exige uma prática de repetição dos exercícios, orientada, sobretudo porque cada formando tem especificidades que implicam trajetos distintos de aprendizagem - desafios próprios que resultam de várias condicionantes (físicas, sociais, culturais). A utilização da voz obriga a um trabalho individualizado. Releva, ainda, a identificação de estratégias que promovam uma aprendizagem significativa, com impacto real na forma como nos expressamos ao nível da oralidade, promovendo a melhoria da performance vocal de cada um, sem esquecer as virtualidades da relação que se estabelece com textos dramáticos ou a sua interpretação dramatizada, sobretudo quando ligados a obras que devem ser tratadas, pela ligação ao que se deve trabalhar nas aulas. Esta formação, visando também o aprofundamento de conceitos antes trabalhados, responde aos Planos de formação das escolas associadas, que a indicam como uma área de interesse de desenvolvimento pessoal indesmentível, e ao Plano de Formação do próprio Centro, que reflecte, na essência, os Planos atrás referidos.

Objetivos

Adquirir e consolidar conhecimentos sobre a postura e relaxamento muscular na produção vocal; consciencializar para a respiração e os diferentes ressoadores; Realizar exercícios de articulação e dicção; Efectuar exercícios práticos de colocação de voz; Explorar alguns processos de apropriação de um texto na construção da personagem, definindo caraterísticas que ganham expressividade na oralidade; Explorar a abordagem do texto dramático, a partir da análise dramatúrgica do texto; Desenvolver as potencialidades da leitura dramatizada e encenada de um texto dramático - entendendo-a enquanto processo para-teatral, a partir da exploração de diferentes ritmos, vozes, volumes, entoações e emoções na relação com a palavra/texto; Reconhecer e superar possíveis limitações e fragilidades vocais relacionadas com aspetos técnicos (respiração, projeção, articulação, dicção).

Conteúdos

1. TÉCNICA VOCAL (6h) – o texto dramático como suporte da técnica vocal - exercícios de aquecimento, relaxamento e controlo respiratório; a colocação e a projecção vocal; exercícios de arrefecimento vocal; consciência da Língua e da Mandíbula no processo vocal. 2. TÉCNICA VOCAL – ORALIDADE (7h) - Exercícios de aquecimento e relaxamento; leitura em voz alta; análise dramatúrgica dum texto; as personagens; exploração da interpretação (da compreensão à apropriação do texto); escutar e responder; leitura encenada.

Metodologias

Esta formação, centrada no tratamento de conceitos e de técnicas, será composta por sessões essencialmente práticas, recorrendo a exercícios e propostas onde serão trabalhadas algumas técnicas vocais. Assim, neste trabalho, será utilizada a metodologia expositiva e demonstrativa contrabalançada por metodologias ativas que apelem à prática individual e ao trabalho em grupo, de pares ou do coletivo.

Avaliação

Formandos Regime presencial - mínimo 2/3 de presenças; Avaliação quantitativa e qualitativa, da participação e de trabalho individual escrito; Considerar-se-á: A autoavaliação e pontualidade, interesse, participação e produção; resultados das sessões e da formação global; trabalho final ou relatório. Será quantitativa, escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, nos termos da lei. Processo formativo Partindo dos critérios legais, será avaliado, através de aplicação própria, quanto: Aos objetivos e à relevância para a melhoria do ensino, dos resultados escolares, do desenvolvimento profissional dos docentes/técnicos e, se aplicável, da melhoria organizacional. Formadores Pelo mesmo processo, no âmbito científico/pedagógico, relacional, na organização/desenvolvimento, na avaliação concretizada, e autoavaliação.

Modelo

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)

Bibliografia

A Voz, a Fala, o Canto - Como Utilizar Melhor a Sua Voz - Cantores, Atores, Professores. Lopes,José de Oliveira - Thesaurus, 2011Sanchez, Inês Bustos – La Voz: la técnica y la expresión. Paidolibro, 2007Torrado, António - Teatro às Três Pancadas (PNL1º ciclo). Editorial Caminho, 2010António Pina, Manuel - Os Piratas (PNL- 2º ciclo). Porto Editora, 2018

Anexo(s)

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 18-11-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 20-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 25-11-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Presencial
4 27-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Presencial

Ref. 128T8 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121139/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 08-11-2025

Fim: 29-11-2025

Regime: Presencial

Local: AE António Nobre

Formador

José Maria Dias Pires

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-11-2025 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 08-11-2025 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
3 15-11-2025 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 15-11-2025 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 22-11-2025 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 22-11-2025 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
7 29-11-2025 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


160

Ref. 1271 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130950/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 07-11-2025

Fim: 05-12-2025

Regime: b-learning

Local: AE António Nobre

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.

Metodologias

Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.

Modelo

Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf

Anexo(s)

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf


Observações

Formadora Drª Conceição Menezes



158

Ref. 1661 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126548/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 07-11-2025

Fim: 05-12-2025

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular

Metodologias

Presencial :As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo:A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdf Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdf Fullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdf Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-11-2025 (Sexta-feira) 02:00 - 07:00 5:00 Presencial
2 14-11-2025 (Sexta-feira) 02:00 - 07:00 5:00 Presencial
3 21-11-2025 (Sexta-feira) 02:00 - 07:00 5:00 Presencial
4 28-11-2025 (Sexta-feira) 02:00 - 07:00 5:00 Presencial
5 05-12-2025 (Sexta-feira) 02:00 - 07:00 5:00 Presencial


169

Ref. 1251 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135221/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 04-11-2025

Fim: 13-11-2025

Regime: Presencial

Local: Teatro do Bolhão

Formador

Alexandra Calado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores de Tecnologias Especiais

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores de Tecnologias Especiais. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

sereducativo_Câmara Municipal do Porto

Enquadramento

Reconhecendo a voz como o meio privilegiado do professor para a sua comunicação, e a importância que esta representa para o bom exercício das suas funções, tendo em conta as dificuldades e exigências inerentes ao seu uso nos diferentes contextos da sala de aula, esta aprendizagem impõe-se como uma mais valia, interferindo positivamente em diversos aspectos da sua atividade. Apesar de ser uma formação vocacionada para os cantores e atores, é muito clara a relevância de a tornar acessível também aos professores, para os capacitar com ferramentas para serem, também eles, melhores comunicadores. Pretende-se proporcionar ao professor um percurso de descoberta nesta área: por um lado, fornecendo um conjunto de conhecimentos que atuem marcando a diferença na forma como é usada a voz no dia a dia, visando, assim, menorizar incidentes, como o cansaço vocal, e promovendo ao invés, uma prática saudável da sua utilização; e, por outro lado, fornecendo igualmente ferramentas para desenvolverem as capacidades expressivas vocais e, desse modo, experienciarem o prazer da comunicação oral. Assim, sendo a voz uma das maiores ferramentas de trabalho do Professor, esta formação visa consciencializar o Professor dos benefícios de uma técnica vocal sólida para que a possa usar de forma livre e a torne, verdadeiramente, uma aliada perante os desafios da comunicação. Também as Escolas associadas e o Centro de Formação inscreveram, nos seus Planos de Formação, as áreas de apoio à atividade letiva na sala de aula, onde estas técnicas vocais (para a boa utilização da Voz) naturalmente se inserem.

Objetivos

Os formandos deverão: - Consciencializar-se sobre a postura e relaxamento muscular na produção vocal; - Desenvolver a respiração; - Tomar consciência dos diferentes ressoadores; - Realizar exercícios de articulação e dicção; - Efetuar exercícios práticos de colocação de voz; - Desenvolver a prática de aquecimento e arrefecimento vocal. - Reconhecer as características da sua própria leitura. -Trabalhar diferentes ritmos, volumes, entoações e emoções na relação com a palavra/ texto. - Desenvolver as suas potencialidades expressivas na relação com a palavra/ texto. - Explorar alguns processos de apropriação de um texto. - Entender as potencialidades da leitura enquanto processo para-teatral.

Conteúdos

TÉCNICA VOCAL 1º Módulo (Duração: 2h) - Apresentação do curso. - Postura, relaxamento muscular, respiração e ressonância; 2º Módulo (Duração: 2h) - Articulação e dicção. 3º Módulo (Duração: 2h) - Colocação de Voz, aquecimento e arrefecimento vocal; TÉCNICA VOCAL – ORALIDADE 4º Módulo (Duração:2h) - Exercícios de aquecimento e relaxamento; - Exploração de diferentes ritmos, volumes, entoações e emoções na relação com o texto e a palavra. - Exploração de alguns processos de apropriação do texto e da palavra. - Consciência de algumas das próprias características adoptadas nas leituras (de textos trazidos pelos participantes) e a partir desse conhecimento exploração de diferentes técnicas de leitura em voz alta. - Indicações sobre as leituras. 5º Módulo (Duração: 2h) - Exercícios de aquecimento e relaxamento; - Consciência de algumas das próprias características adotadas nas leituras (de textos trazidos pelos participantes) e a partir desse conhecimento exploração de diferentes técnicas de leitura em voz alta. (Continuação e conclusão do trabalho iniciado na sessão anterior.) - Indicações sobre as leituras. (Continuação e conclusão do trabalho iniciado na sessão anterior.) - Consciência das potencialidades da leitura enquanto processo para-teatral. 6º Módulo (Duração: 2h) - Avaliação – Leitura dos textos trazidos pelos participantes, seguindo as indicações dadas antes. Total: 12 horas

Metodologias

Esta formação será composta por sessões essencialmente práticas, enquadradas por explicitações e demonstrações por parte do formador, recorrendo a exercícios e propostas onde serão trabalhadas, individualmente e em grupo (falas e movimentação em simulação de palco) algumas técnicas vocais que permitem ao formando adquirir uma maior consciência do aparelho fonador e de todo o processo físico de emissão sonora vocal, contribuindo, dessa forma, para um maior domínio da sua própria voz, bem como a possibilidade de explorar a sua oralidade, nomeadamente através da abordagem de técnicas de leitura em voz alta. Assim, neste trabalho de técnica vocal serão utilizadas as metodologias expositivas e, sobretudo, demonstrativas, contrabalançada por metodologias ativas que apelem à prática.

Avaliação

Regime presencial - mínimo 2/3 de presenças; Avaliação quantitativa e qualitativa dos(as) formandos(as), pelo menos com um trabalho/teste individual escrito ou, se oral, com demonstração prática sujeita a registo adequado; Os(as) formandos(as) serão avaliados(as) com recurso a instrumentos diversificados e tendo em consideração os seguintes referenciais/critérios, para além da auto-avaliação: Pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das atividades das sessões e da formação global; leitura de textos escolhidos pelos formandos tendo em conta as indicações antes dadas pelo formador. A avaliação será individual, escrita ou prática demonstrativa, quantitativa numa escala de 1 a 10, e com a correspondente menção qualitativa, de acordo com a lei em vigor.

Modelo

Os(as) formandos(as) serão avaliados(as) com recurso a instrumentos diversificados e tendo em consideração os seguintes referenciais/critérios, para além da auto-avaliação: Pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das atividades das sessões e da formação global; leitura de textos escolhidos pelos formandos tendo em conta as indicações antes dadas pelo formador. A avaliação será individual, escrita ou prática demonstrativa, quantitativa numa escala de 1 a 10, e com a correspondente menção qualitativa, de acordo com a lei em vigor.

Bibliografia

Oliveira Lopes, José – A Voz, a Fala, o Canto (Thesaurus, I Ed., 2011);Sanchez, Inês Bustos – La Voz: la técnica y la expresión (Paidotribo, II Ed., 2018).

Anexo(s)

Avaliação Decisões da Comissão Pedagógica

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf

Rodapé


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-11-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 06-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 11-11-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 13-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial

Ref. 168T03 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134748/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 23-09-2025

Fim: 31-10-2025

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano

Destinatários

Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/Universidade Lusófona

Enquadramento

Atendendo que a aprendizagem da convivência cidadã vem constituindo um desafio central para a escola, importa encontrar respostas/modelos que proporcionem aos alunos a desejável internalização de regras e atitudes positivas, bem como a obtenção de ganhos de competências sociais e relacionais, quer na escola, quer na comunidade. A mediação é um instrumento de diálogo e de (re)encontro interpessoal, e por isso e estimuladora da sã convivência, visto que se baseia em princípios, técnicas e saberes ao nível da cooperação, da comunicação e da negociação integrativa entre os intervenientes do conflito, auxiliando-os na resolução dos problemas, através de soluções mutuamente satisfatórias. A mediação escolar é relevante dadas as oportunidades pedagógicas que oferece, apresentando-se também como uma estratégia de intervenção preventiva de comportamentos de incivilidade, agressividade e violência. A mediação escolar constitui, por isso, como um valioso contributo para a construção de um espaço social e cultural onde se aprende e se vive em conjunto. Segundo o Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI (Delors et al, 1997), um dos pilares fundamentais da educação do século XXI consiste em aprender a ser e aprender a viver juntos, a conhecer melhor os outros e a solucionar pacífica e inteligentemente os conflitos. A mediação enquadra-se também nos desafios perspetivados, a nível nacional, no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, que define um conjunto de áreas de competências a desenvolver ao longo da escolaridade, entre as quais se contam o desenvolvimento pessoal e autonomia, o relacionamento interpessoal e o bem-estar, e ainda no Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar.

Objetivos

. Contextualizar a mediação na escola como um instrumento de diálogo, de encontro interpessoal, de gestão das relações interpessoais e de conflitos; . Reconhecer a mediação de conflitos como estratégia de intervenção preventiva de comportamentos de incivilidade, indisciplina, agressão e violência; . Sensibilizar para a vertente integrada da mediação: preventiva, educativa e resolutiva; . Aprender técnicas para mediar conflitos; . Adquirir conhecimentos para a construção de dispositivos de mediação na escola; . Reconhecer na mediação uma metodologia de melhoria escolar.

Conteúdos

1- Fenómenos perturbadores da convivência na escola: indisciplina, violência e conflito. Modelos de gestão da convivência escolar. Tipos, dimensões e o processo do conflito. Análise do conflito. 2- Métodos de gestão e resolução de conflitos: Abordagens possíveis e métodos de gestão e resolução de conflitos. Habilidades de gestão e resolução de conflitos. 3- Comunicação eficaz: Comunicação e conflito; Competências de comunicação para uma gestão positiva dos conflitos; Atitudes e competências comunicativas do mediador. 4- A gestão de conflitos e de comportamento na sala de aula: estratégias de promoção de fatores de proteção da disciplina e remediação de fatores de risco para a disciplina. 5- A mediação de conflitos na escola: Definição e características; objetivos, vantagens e limites da mediação em contexto escolar. 6- O mediador na escola: Ser terceiro; Princípios de atuação; Espaços e momentos de mediação. 7- A mediação em ação: O processo da mediação; Co-mediação; Programas de mediação escolar; Aspetos organizativos e recursos para a prática da mediação nas escolas.

Metodologias

Presencial: As sessões terão um caráter teórico-prático. Nesta formação importa, com recurso ao método expositivo, familiarizar os professores com os conceitos associados à convivência, à educação do conflito e à mediação (em sessões presenciais e síncronas). Como complemento formativo, propõe-se a exploração de recursos disponibilizados na plataforma (momento assíncrono). Noutras sessões, com recurso e metodologias ativas e participativas (em sessões presenciais e síncronas), propõe-se ainda um conjunto de atividades para experimentar a prática da mediação. Para isso, propõe-se: análise de casos; brainstorming; visionamento de filmes; exercícios e jogos de representação. Trabalho Autónomo: Ao longo da formação, os professores devem desenvolver os seguintes trabalhos (opcionais): trabalho individual: identificação e exploração de exemplos de escolas com mediação; trabalho com os alunos: Construção, aplicação e descrição dos resultados de um plano de aula sobre o conflito; Conceção de dispositivos de mediação (ex: conceção, concretização e apresentação de resultados de uma sessão de sensibilização); Praticar ser mediador na escola (organizar, praticar e avaliar uma experiência real de mediação). Desta forma, pretende-se que os professores sedimentem os conhecimentos e os transfiram para o contexto de sala de aula.

Avaliação

Em conformidade com o Despacho nº4 59/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores. Os instrumentos de avaliação a utilizar são: a) do trabalho presencial elaborado nas sessões de formação valorizar-se-á o empenhamento e a participação dos formandos no processo formativo, tendo em consideração a pertinência, a qualidade e o rigor das intervenções, bem como a coerência interna das reflexões desenvolvidas. b) do trabalho autónomo tem-se em conta o trabalho de levantamento de dados sobre escolas com mediação; os trabalhos de pares/grupos: – a) conceção e aplicação do Plano de aula sobre conflito e b) prática de processo de mediação de conflitos. Em específico, o trabalho individual deve consistir na elaboração de um portfólio digital onde os formandos reunirão todos trabalhos efetuados. Considera-se o rigor e a qualidade teórica e técnica desses mesmos trabalhos. Inclui-se também um relatório de reflexão crítica dos trabalhos desenvolvidos e sua aplicação prática em contexto escolar.

Bibliografia

• Almeida, H. (2009). Um panorama das mediações nas sociedades. Na senda da construção de sentido da mediação em contexto educativo. In A. Simão; A. Caetano & I. Freire (Org.), Tutoria e Mediação em Educação (pp. 115-128). Lisboa: Educa.• Amado, J. & Vieira, C. (2016). Mediação de Conflitos em Contexto Escolar: Pressupostos e Desafios. In R. Vieira et al (Orgs), Pedagogias de Mediação e intervenção social. Porto: Edições Afrontamento• Soares, A. & Felipetto, S. (2021). Tratado de Mediação de Conflitos Escolares. Rio de Janeiro. Wack Editora.• Pinto da Costa, E. (2019). Mediação Escolar: da Teoria à Prática. Lisboa: Edições Académicas Lusófonas• Pinto da Costa, E. & Costa, I. (2020). Continuing Teacher Training in Conflict Mediation: A Socio-Educational Strategy for the Current School. International Journal of Management Science and Business Administration, 6(4), 63-69. http://dx.doi.org/10.18775/ijmsba.1849-5664-5419.2014.64.1006




178

Ref. 168T02 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134748/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 04-09-2025

Fim: 22-10-2025

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Destinatários

Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/Universidade Lusófona

Enquadramento

Atendendo que a aprendizagem da convivência cidadã vem constituindo um desafio central para a escola, importa encontrar respostas/modelos que proporcionem aos alunos a desejável internalização de regras e atitudes positivas, bem como a obtenção de ganhos de competências sociais e relacionais, quer na escola, quer na comunidade. A mediação é um instrumento de diálogo e de (re)encontro interpessoal, e por isso e estimuladora da sã convivência, visto que se baseia em princípios, técnicas e saberes ao nível da cooperação, da comunicação e da negociação integrativa entre os intervenientes do conflito, auxiliando-os na resolução dos problemas, através de soluções mutuamente satisfatórias. A mediação escolar é relevante dadas as oportunidades pedagógicas que oferece, apresentando-se também como uma estratégia de intervenção preventiva de comportamentos de incivilidade, agressividade e violência. A mediação escolar constitui, por isso, como um valioso contributo para a construção de um espaço social e cultural onde se aprende e se vive em conjunto. Segundo o Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI (Delors et al, 1997), um dos pilares fundamentais da educação do século XXI consiste em aprender a ser e aprender a viver juntos, a conhecer melhor os outros e a solucionar pacífica e inteligentemente os conflitos. A mediação enquadra-se também nos desafios perspetivados, a nível nacional, no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, que define um conjunto de áreas de competências a desenvolver ao longo da escolaridade, entre as quais se contam o desenvolvimento pessoal e autonomia, o relacionamento interpessoal e o bem-estar, e ainda no Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar.

Objetivos

. Contextualizar a mediação na escola como um instrumento de diálogo, de encontro interpessoal, de gestão das relações interpessoais e de conflitos; . Reconhecer a mediação de conflitos como estratégia de intervenção preventiva de comportamentos de incivilidade, indisciplina, agressão e violência; . Sensibilizar para a vertente integrada da mediação: preventiva, educativa e resolutiva; . Aprender técnicas para mediar conflitos; . Adquirir conhecimentos para a construção de dispositivos de mediação na escola; . Reconhecer na mediação uma metodologia de melhoria escolar.

Conteúdos

1- Fenómenos perturbadores da convivência na escola: indisciplina, violência e conflito. Modelos de gestão da convivência escolar. Tipos, dimensões e o processo do conflito. Análise do conflito. 2- Métodos de gestão e resolução de conflitos: Abordagens possíveis e métodos de gestão e resolução de conflitos. Habilidades de gestão e resolução de conflitos. 3- Comunicação eficaz: Comunicação e conflito; Competências de comunicação para uma gestão positiva dos conflitos; Atitudes e competências comunicativas do mediador. 4- A gestão de conflitos e de comportamento na sala de aula: estratégias de promoção de fatores de proteção da disciplina e remediação de fatores de risco para a disciplina. 5- A mediação de conflitos na escola: Definição e características; objetivos, vantagens e limites da mediação em contexto escolar. 6- O mediador na escola: Ser terceiro; Princípios de atuação; Espaços e momentos de mediação. 7- A mediação em ação: O processo da mediação; Co-mediação; Programas de mediação escolar; Aspetos organizativos e recursos para a prática da mediação nas escolas.

Metodologias

Presencial: As sessões terão um caráter teórico-prático. Nesta formação importa, com recurso ao método expositivo, familiarizar os professores com os conceitos associados à convivência, à educação do conflito e à mediação (em sessões presenciais e síncronas). Como complemento formativo, propõe-se a exploração de recursos disponibilizados na plataforma (momento assíncrono). Noutras sessões, com recurso e metodologias ativas e participativas (em sessões presenciais e síncronas), propõe-se ainda um conjunto de atividades para experimentar a prática da mediação. Para isso, propõe-se: análise de casos; brainstorming; visionamento de filmes; exercícios e jogos de representação. Trabalho Autónomo: Ao longo da formação, os professores devem desenvolver os seguintes trabalhos (opcionais): trabalho individual: identificação e exploração de exemplos de escolas com mediação; trabalho com os alunos: Construção, aplicação e descrição dos resultados de um plano de aula sobre o conflito; Conceção de dispositivos de mediação (ex: conceção, concretização e apresentação de resultados de uma sessão de sensibilização); Praticar ser mediador na escola (organizar, praticar e avaliar uma experiência real de mediação). Desta forma, pretende-se que os professores sedimentem os conhecimentos e os transfiram para o contexto de sala de aula.

Avaliação

Em conformidade com o Despacho nº4 59/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores. Os instrumentos de avaliação a utilizar são: a) do trabalho presencial elaborado nas sessões de formação valorizar-se-á o empenhamento e a participação dos formandos no processo formativo, tendo em consideração a pertinência, a qualidade e o rigor das intervenções, bem como a coerência interna das reflexões desenvolvidas. b) do trabalho autónomo tem-se em conta o trabalho de levantamento de dados sobre escolas com mediação; os trabalhos de pares/grupos: – a) conceção e aplicação do Plano de aula sobre conflito e b) prática de processo de mediação de conflitos. Em específico, o trabalho individual deve consistir na elaboração de um portfólio digital onde os formandos reunirão todos trabalhos efetuados. Considera-se o rigor e a qualidade teórica e técnica desses mesmos trabalhos. Inclui-se também um relatório de reflexão crítica dos trabalhos desenvolvidos e sua aplicação prática em contexto escolar.

Bibliografia

• Almeida, H. (2009). Um panorama das mediações nas sociedades. Na senda da construção de sentido da mediação em contexto educativo. In A. Simão; A. Caetano & I. Freire (Org.), Tutoria e Mediação em Educação (pp. 115-128). Lisboa: Educa.• Amado, J. & Vieira, C. (2016). Mediação de Conflitos em Contexto Escolar: Pressupostos e Desafios. In R. Vieira et al (Orgs), Pedagogias de Mediação e intervenção social. Porto: Edições Afrontamento• Soares, A. & Felipetto, S. (2021). Tratado de Mediação de Conflitos Escolares. Rio de Janeiro. Wack Editora.• Pinto da Costa, E. (2019). Mediação Escolar: da Teoria à Prática. Lisboa: Edições Académicas Lusófonas• Pinto da Costa, E. & Costa, I. (2020). Continuing Teacher Training in Conflict Mediation: A Socio-Educational Strategy for the Current School. International Journal of Management Science and Business Administration, 6(4), 63-69. http://dx.doi.org/10.18775/ijmsba.1849-5664-5419.2014.64.1006




177

Ref. 1291 Em avaliação

Registo de acreditação: 27_2425

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 06-06-2025

Fim: 06-06-2025

Regime: Presencial

Local: None

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Direção Geral da Educação/Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia




161

Ref. 121T2 Em avaliação

Registo de acreditação: xxxxxxxxxxxxxx

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 11-03-2025

Fim: 01-04-2025

Regime: Presencial

Local: None

Destinatários

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

EquaçãoDigital

Enquadramento

xxxxxxxxx

Objetivos

xxxxxxxxxx

Conteúdos

xxxxxxxxxx

Metodologias

xxxxxxxxxx

Avaliação

xxxxxxxxxx

Modelo

xxxxxxxxxx

Bibliografia

xxxxxxxxxx

Anexo(s)


Observações

observações ação xxxxxxxxxx


Ref. 1281 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121139/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15-02-2025

Fim: 08-03-2025

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

José Maria Dias Pires

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf

Anexo(s)




163