OFERTA FORMATIVA

Ref. 130T1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130974/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15-01-2026

Fim: 26-03-2026

Regime: b-learning

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco

Destinatários

Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) da disciplina de PLNM, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina; - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Português Língua Não Materna (PLNM): enquadramento legal, documentos curriculares, definição de conceitos (língua, cultura, L1, L2, multilinguismo, plurilinguismo, multiculturalismo, pluriculturalismo, interculturalidade, entre outros), caracterização sociolinguística e avaliação diagnóstica. Relação entre multilinguismo e interculturalidade. Processos de mediação intercultural; modelos de política multicultural. Desafios da globalização e da mediatização.(5h) Módulo 3 - Didáticas específicas na língua não materna em diferentes domínios: oralidade e interação cultural. Descrição dos constituintes e processos fonológicos em função de ferramentas fonéticas e fonológicas. Conceitos de léxico e de unidade lexicais. Conceitos de prosódia. Avaliação da oralidade: contextos, instrumentos e critérios. A prática dos géneros orais em contextos formais e informais. Relação entre língua, cultura e linguagem; processos de construção e afirmação identitária. O multilinguismo como estratégia de aprendizagem. (5h) Módulo 4 - Módulo 4 Didáticas específicas da língua não materna nos domínios da leitura e escrita. Alfabetização: abordagem de métodos de ensino/aprendizagem de leitura e escrita. Identificação de relações entre sons da fala e sua representação (orto)gráfica. Abordagem de características de diferentes tipos de textos. Estratégias de leitura com diferentes níveis de complexidade cognitiva (localização de informação, realização de inferências). Avaliação da linguagem e do conteúdo. Dinâmicas e projetos de leitura. (promoção do gosto pela leitura e contributos para o desenvolvimento da educação literária). (5h) Módulo 5 - Escrita: abordagem de formatos associados a diferentes tipos textuais e aprofundamento de técnicas de aperfeiçoamento de produção escrita. Problematização de diferentes perspetivas/modelos quanto ao desenvolvimento da linguagem escrita. Géneros textuais e funções comunicativas; tomada de consciência da diversidade de géneros textuais a partir da prática comunicativa. Estratégias e recursos no âmbito da produção e revisão de texto. (5h) Módulo 6 – Gramática e desenvolvimento das competências comunicativas (gramática em uso); as dimensões: lexical, gramatical, sociolinguística, pragmática, discursiva e estratégica (5h) Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial: A oficina é constituída por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0




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Ref. 2151 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138851/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 22-09-2026

Fim: 28-10-2026

Regime: e-learning

Local: Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto

Destinatários

Professores do Ensino Básico, Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Ensino Básico, Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A escola contemporânea enfrenta desafios complexos relacionados com a diversidade dos alunos, a motivação para aprender e a necessidade de promover aprendizagens significativas e duradouras. Esta ação de formação visa reforçar a reflexão pedagógica e dotar os docentes do ensino básico e secundário de métodos, estratégias e recursos que coloquem a aprendizagem no centro do processo educativo, promovendo práticas pedagógicas mais eficazes, inclusivas e ajustadas aos contextos reais de sala de aula. Partindo da análise de evidências de aprendizagem, serão exploradas estratégias de diferenciação pedagógica, metodologias ativas e práticas de avaliação formativa enquanto instrumentos reguladores do processo educativo. A crescente complexidade dos contextos educativos exige práticas pedagógicas que ultrapassem a mera transmissão de conteúdos, colocando a aprendizagem efetiva dos alunos no centro da ação docente, promovendo a reflexão crítica sobre o ensinar e o aprender e o papel do professor como mediador e facilitador da aprendizagem. Damos a matéria, cumprimos o programa, a aula corre bem…, mas será que os alunos estão, de facto, a aprender? Serão explorados métodos, estratégias e recursos pedagógicos que colocam o aprender no centro da aula. Uma formação reflexiva e diretamente ligada aos desafios reais. Se ensinar fosse suficiente, todos os alunos aprenderiam. Mas sabemos que não é assim. Esta ação de formação desafia os professores a olhar criticamente para a sua prática e a reencontrar o essencial: fazer aprender. Com base em fundamentos pedagógicos sólidos e estratégias concretas, a formação propõe caminhos para transformar aulas “que funcionam” em aulas que produzem aprendizagem. Porque ensinar não é o fim. Aprender é.

Objetivos

Objetivo geral: Promover a reflexão crítica sobre as práticas pedagógicas, desenvolvendo estratégias e metodologias que assegurem aprendizagens significativas, diferenciadas e sustentadas por avaliação formativa. Objetivos específicos: Analisar conceções de ensino centradas na transmissão de conteúdos e identificar limitações. Analisar criticamente práticas pedagógicas tradicionais e inovadoras. Distinguir ensino e aprendizagem, compreendendo as implicações pedagógicas dessa distinção. Analisar fatores que condicionam a aprendizagem dos alunos. Planificar situações de aprendizagem centradas no aluno e alinhadas com as Aprendizagens Essenciais. Aplicar metodologias ativas promotoras da aprendizagem significativa. Aplicar estratégias de diferenciação pedagógica. Aplicar estratégias pedagógicas que promovam envolvimento cognitivo e aprendizagem significativa. Utilizar avaliação formativa e feedback como instrumentos reguladores da aprendizagem.

Conteúdos

Este processo, assente no ato reflexivo e crítico das posturas assumidas no exercício profissional contextualizado, contribuirá para a construção de uma nova ordem escolar e social. Portanto e no sentido de fazer uma pedagogia e didática que resulte em maior motivação para os alunos e, sobretudo, aprendizagem que seja significativa para o discente, procura-se dar a conhecer e aprofundar um conjunto de percursos, meios, atividades do ensino e da aprendizagem, que sejam utilizadas como um campo em que o aluno é ator, pesquisador, construtor, aprendiz do seu saber, motivando-o para a descoberta e conhecimento, cativando-o para aprendizagens mais interessantes para ele. Os conteúdos propostos da ação, situam-se na utilização de um conjunto de métodos ativos e dinâmicos que ajudem o professor a realizar aulas ativas e eficazes. Os conteúdos da ação: Dinâmica da ação e interação entre formador e formandos. Reflexão sobre o estado da escola e da educação em Portugal – 2h Ensinar não é aprender – conceções de ensino e aprendizagem e evidência pedagógica sobre a aprendizagem significativa. – 2h Características e competências de um bom professor. O professor mediador e o aluno ativo. Fatores cognitivos e motivacionais. – 2h Metodologias ativas, aprendizagem com base em projetos e problemas, e aprendizagem colaborativa/cooperativa – 2h Diferenciação pedagógica e estratégias que fazem aprender num clima de envolvimento e motivador para a aprendizagem. Trabalho-projeto e o Jigsaw. – 2 h Dimensões da gestão da sala de aula: atitudes docentes e relações interpessoais. Ritmos, estilos e tipos de inteligência. – 2h A Avaliação formativa vs. Sumativa. Feedback eficaz e autorregulação da aprendizagem – 3h Apresentação, defesa e partilha dos trabalhos de grupo e respetivos materiais – 3h Trabalho assíncrono – Elaboração do produto final em grupo. – 7h Assim, teremos 18 horas síncronas distribuídas por 6 sessões (6x3h) com desenvolvimento dos conteúdos e discussões em grupo e 7 horas assíncronas com trabalhos colaborativos e cooperativos (pares ou grupos de 3, 4 elementos) conforme as disponibilidades dos formandos e orientados pelo formador.

Metodologias

Ação expositivo-dialógica, prevê e exige uma análise de práticas pedagógicas, uma reflexão crítica à gestão da aula e uma partilha de experiências entre formandos. As sessões síncronas destinam-se à sustentação teórica, recorrendo a exercícios práticos e debates. Privilegiará a interação entre a teoria e a prática, a conferência e o debate, a construção de produtos, com metodologia de investigação-reflexão, visando a (re)construção das práticas. Incidirá sobre cada um dos conteúdos previstos e serão abertos espaços para análise dos contextos, enquadramento teórico e/ou normativo-legal e de dinâmicas colaborativas. Nas assíncronas, em grupos e numa perspetiva de investigação sobre a prática e com o objetivo de apresentar, interpretar e analisar o processo das aprendizagens, vão elaborar planos de aula, sequência didática ou projeto interdisciplinar, com aplicação de estratégias ativas e avaliação formativa. Assim: enquadramento teórico e sínteses de conteúdos científicos atividades de pesquisa e recolha de informação em pequeno e médio grupo trabalho de campo acompanhamento dos trabalhos apresentação de trabalhos.

Avaliação

A avaliação dos formandos docentes é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação, trabalho de grupo e o trabalho individual, com as seguintes ponderações: Participação, interesse e motivação nas atividades – 30% Qualidade do trabalho produzido – 70%: -Relatório crítico final individual do trabalho desenvolvido – 40% -Trabalho de grupo – 60% Os formandos serão avaliados quantitativamente numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com os critérios definidos pela Comissão Pedagógica do Centro de Formação e pelo Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua de Professores.

Bibliografia

Black, P., & Wiliam, D. (2009). Assessment for learning: Why, what and how? Institute of Education, University of London Hattie, J. (2013). Visible Learning for Teachers: Maximizing Impact on Learning. London & New York: Routledge Tomlinson, Carol Ann (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora Vygotsky, L. S. (1978). Mind in society: The development of higher psychological processes. Harvard. University Press

Anexo(s)

Ficha de Ação


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-09-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 23-09-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
3 29-09-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 30-09-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
5 06-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 07-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
7 13-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
8 14-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
9 20-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
10 21-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
11 26-10-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona
12 27-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
13 28-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online assíncrona


249

Ref. 1551 Inscrições abertas até 14-03-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123812/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 16-03-2026

Fim: 18-05-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Filipa de Vilhena

Formador

Roberto Manuel Ferreira Marques Rodrigues

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores de Tecnologias Especiais

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores de Tecnologias Especiais. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores de Tecnologias Especiais.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

É fundamental a atualização constante dos professores nas áreas tecnológica e pedagógica, sobretudo na utilização de recursos inovadores como a inteligência artificial generativa (IAG) - por exemplo, o ChatGPT. Estas tecnologias emergentes são revolucionárias para o setor educativo, abrindo portas para um ensino mais personalizado e a automatização de tarefas habituais. A presente ação formativa responde à exigência de manter os educadores a par das evoluções tecnológicas e pedagógicas características da atualidade. A integração destas ferramentas nas aprendizagens não apenas atualiza as metodologias de ensino, mas também prepara os alunos para um futuro marcado pela digitalização e crescente inovação tecnológica. Esta formação representa um esforço proativo para promover adaptação dos docentes às dinâmicas de ensino e aprendizagem na realidade atual, visando assegurar a concretização de aprendizagens profundas e significativas e o desenvolvimento profissional dos docentes. Com esta iniciativa, os professores terão a oportunidade de expandir seus conhecimentos, desenvolver competências e implementar eficazmente a inteligência artificial generativa (e não só) nas suas práticas educativas, promovendo metodologias aptas a enfrentar os desafios atuais e futuros. Os Planos de Formação das Escolas associadas, e do próprio Centro, também priorizam esta matéria, ligada às novas tecnologias, novos gadgets e novas aplicações, como sendo fundamentais para todos os docentes.

Objetivos

– Capacitar os formandos na compreensão e aplicação de Inteligência Artificial Generativa (IAG) para o desenvolvimento de práticas educativas. – Conceber contextos de aprendizagem que incorporem a IAG de forma a enriquecer o processo de aprendizagem. – Atualizar técnicas didáticas que integrem as potencialidades da IAG, preparando os alunos para desafios futuros. – Implementar estratégias didáticas com foco em IAG para melhorar a retenção de conhecimentos e competências e o interesse dos alunos. Oferecer formação prática sobre instrumentos de IAG, focando a sua aplicação no contexto educativo.

Conteúdos

Módulo 1: Adaptação de recursos didáticos (7h) • Adaptar e personalizar materiais didáticos existentes, utilizando a IAG para suportar diferentes necessidades de aprendizagem. • Metodologias e estratégias de interação com a IAG para adaptar materiais didáticos, com enfoque nas didáticas específicas, adaptação de instrumentos, linguagem, complexidade e formatos variados. • Criação de materiais com graus de complexidade variável, adaptação da tipologia de itens, indo ao encontro do perfil individual de cada aluno. • Produção de documentos promotores de autorreflexão, feedback e feedforward. Módulo 2: Utilização da IAG, envolvendo os alunos na conceção de materiais didáticos (6h) • Estratégias de envolvimento dos alunos nos processos de adaptação de materiais didáticos, promovendo a metacognição e a autorregulação. • Criação de quizzes e de outros jogos educativos com o apoio da IAG, estimulando nos alunos o espírito crítico, a validação da informação gerada pelo algoritmo e a sua integração no processo de aprendizagem. • Conceber protocolos e rotinas de feedback e feedward com a intervenção da IAG mediada pelo pelos alunos e professores. • Conceber, com a intervenção dos alunos, processos de avaliação e de validação dos conteúdos produzidos com o apoio da IAG. • Refletir sobre os processos éticos e as implicações do uso da IAG na educação, desenvolvendo nos alunos um sentido crítico e ético sobre esta tecnologia. Módulo 3: Apoio na criação e desenvolvimento de projetos de carácter pedagógico e didáctico (6 h) • Utilização da IAG no desenvolvimento de projetos pedagógicos. • Conceção de rubricas e de outros mecanismos de observação e avaliação de aprendizagens com suporte da IAG. • Apoio da IAG na conceção de planos de aula, na planificação de atividades didáticas e na preparação de materiais conexos. Módulo 4: Apoio em tarefas administrativas e participação em actividades. Avaliação (6 h) • Apoio da IAG para a elaboração e verificação de documentos administrativos – atas, relatórios; sínteses de informação; conversão de notas em textos estruturados. • Apoio da IAG do desenvolvimento de propostas de concursos educativos e de projetos escolares. • Automatização de procedimentos. • Apoio da IAG no planeamento e logística associados à organização de visitas de estudo • Avaliação com recurso a aplicações e instrumentos com apoio da AIG

Avaliação

Regime presencial - mínimo 2/3 de presenças; Avaliação quantitativa e qualitativa dos(as) formandos(as), pelo menos com um trabalho/teste individual escrito ou, se oral, com apresentação pessoal; Os(as) formandos(as) serão avaliados(as) tendo em consideração os seguintes referenciais/critérios e instrumentos, para além da auto-avaliação: Pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das actividades das sessões e da formação global; elaboração de trabalho final ou relatório crítico individual. A avaliação será quantitativa, numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, de acordo com a lei em vigor.

Bibliografia

Bozkurt, A. (2023). Generative AI, synthetic contents, open educational resources (OER), and open educational practices (OEP): A new front in the openness landscape. Open Praxis, 15(3), 178–184. https://doi.org/10.55982/openpraxis.15.3.579Holmes, W., Bialik, M., & Fadel, C. (2019). Artificial intelligence in education: Promises and implications for teaching and learning. Centre for Curriculum Redesign.Ojeda-Ramirez, S., Rismanchian, S., & Doroudi, S. (2023). Learning About AI to Learn About Learning: Artificial Intelligence as a Tool for Metacognitive Reflection [Preprint]. EdArXiv. https://osf.io/64ekvVries, M. de (Ed.). (2018). Handbook of technology education. Springer.Zhang, P., & Tur, G. (2023). A systematic review of ChatGPT use in K‐12 education. European Journal of Education, ejed.12599. https://doi.org/10.1111/ejed.12599


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 16-03-2026 (Segunda-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
2 23-03-2026 (Segunda-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
3 13-04-2026 (Segunda-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
4 27-04-2026 (Segunda-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
5 04-05-2026 (Segunda-feira) 14:00 - 18:30 4:30 Presencial
6 18-05-2026 (Segunda-feira) 14:00 - 18:30 4:30 Presencial

INSCREVER-ME

241

Ref. 181T1 Inscrições abertas até 20-03-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138307/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 21-03-2026

Fim: 16-05-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

Mirjam Francesca Dekker Viana

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Hoje em dia, toda gente concordará que o movimento físico e a dança em particular, aumenta a eficiência e desempenho da aprendizagem dos alunos. Ver ( https://www.rocketshipschools.org/your-classroom-needs-more-dance-parties/ ). A dança tradicional do Mundo é o meio de escolha preferencial, pois consegue incluir em si grande acessibilidade, flexibilidade e possui uma riqueza infinita em material de movimento em muitos níveis. Para além disso pode ligar-se facilmente com outras disciplinas como por exemplo música e canto, Português, matemática, estudo do meio, geografia, etc, e pode ajudar a inegrar alunos especiais, com dificuldades, várias e até migrantes. Podemos tomar esta área (a dança) como eixo de confluência de todas as áreas predominantemente expressivas unindo em si diversos valores. Pretende-se valorizar a dança, como meio didático em pleno, devendo ser tratada com uma tripla dimensão: primeiro como base expressiva de emoções e sentimentos, segundo, como desenvolvimento da consciência corporal e por último como veículo de comunicação ou recurso de diálogo e conhecimento do mundo. A dança faz parte do currículo escolar e esta formação visa ser uma inspiração, apoio e fonte de informação para os professores que queiram colocá-la em prática. Esta formação terá como apoio um manual (opcional) de caráter lúdico e didático, permitindo aos formandos um maior conhecimento de fundo desta temática

Objetivos

Pretende-se com esta formação fazer com que a dança una em si diversos objetivos: ● Fomentar o gosto pela dança; ● Oferecer ferramentas pedagógicas aos participantes/formandos para que possam melhorar e enriquecer os seus métodos pedagógico/didáticos, nomeadamente: a) Adquirir de conhecimentos para melhores resultados pedagógicos; b) Superar inibições do formando para levar a dança à sala de aula; ● Usar a dança como veículo para trabalhar: a expressão e criatividade, desenvolvimento corporal e musical, desenvolvimento de orientação no espaço e no tempo, desenvolvimento pessoal/mental, sociabilização; ● Propiciar abordagens interdisciplinares; ● valorizar a dança como forma cultural, despertando interesse pelos povos e suas culturas e dessa forma facilitar a interculturalidade e o diálogo cultural que é cada vez mais mais evidente e necessário nas escolas.

Conteúdos

25 horas divididas por 5 módulos: ● 2 horas - Apresentação do grupo e introdução aos módulos de formação. ● 13 horas - Prática através de exercícios de dança: Desenvolvimento de forma (postura); Formação de estrutura em tempo e espaço; Treinar o corpo no sentido de ritmo/compasso; possibilitar a autoexpressão. ● 3 horas - Métodos de ensino/aprendizagem; Estrutura de uma aula. ● 2 horas - Métodos de adaptação de dança a diferentes grupos etários/Trabalho de grupo. ● 5 horas - Avaliação Final

Metodologias

Utilizar-se-á o método teórico/prático, recorrendo a estratégias pedagógicas de aprendizagem cooperativa e permanente interação com os formandos. Na componente teórica e conceptual utilizar-se-á o método expositivo e de descoberta guiada e, em simultâneo, promover-se-á a discussão dos conteúdos e atividades com base em situações reais apresentadas pelo formador e/ou formandos. Apresentar-se-ão vídeos e outros recursos de âmbito académico (recurso a um manual de dança da formadora) relevantes para os conteúdos da formação.

Avaliação

Na avaliação dos formandos utilizar-se-á a avaliação quantitativa, cuja escala compreende o intervalo de 1 a 10 valores, a que corresponde uma menção qualitativa e a respectiva creditação, de acordo com a legislação em vigor. A avaliação basear-se-á na apreciação da participação dos formandos, nos trabalhos desenvolvidos em contexto de formação e na apreciação de uma reflexão crítica final, a qual obedecerá a critérios previamente definidos. A participação nas atividades em contexto de formação serão percentuadas em 60% e a reflexão crítica realizada em 40%. Da ponderação de todos estes factores resultará a avaliação quantitativa dos formandos

Bibliografia

Dekker, Mirjam - “Danças (En)Cantadas e outras não…” - EDitora Tradison - ISBN -978-972-8644-48-2


Observações

É proveniente dos Países Baixos e vive em Portugal desde 1995. Formou-se em 1987 na Academia de Dança de Roterdão, Países Baixos, como professora especializada em dança jazz e contemporânea (Bacharelato). No mesmo ano terminou o curso de monitora de Danças do Mundo. Foi bailarina de várias companhias profissionais de dança tradicional e participou em inúmeros festivais, cursos e workshops por toda a Europa. Nos primeiros anos em Portugal dedicou-se a lecionar aeróbica, dança Jazz e contemporânea em ginásios e escolas de dança em Barcelos e Esposende. Há mais de quinze anos que orienta oficinas no festival “Andanças”. Foi monitora de dança tradicional com vários grupos na Espanha. No dia a dia dança com adultos (aulas regulares em Braga e no Porto) e crianças de todas as idades (projectos escolares em Barcelos, Braga e Guimarães), organiza cursos e formações de dança para professores e educadores e é coreógrafa de dança tradicional mas também de dança histórica (baile oitocentista no âmbito da recriação histórica do cerco de Almeida, baile setecentista na Braga Barroca e dança “romana” na Braga Romana), contemporânea e Jazz (escolas de dança de Barcelos e Esposende) e de Marchas Populares (Fão). Na dança tradicional é especializada nas danças da Europa de leste e dos Balcãs com a sua riqueza em passos, estilos e ambientes. Em 2015 editou o livro “Danças (En)cantadas e outras não…” que contêm CD, DVD e descrições de 26 danças tradicionais de todo o mundo para crianças. É coordenadora do projecto “Dancemos no Mundo” desde 2017, do qual também é iniciadora.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 21-03-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
2 11-04-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
3 18-04-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
4 09-05-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
5 16-05-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial

INSCREVER-ME

206

Ref. 140T1 Inscrições abertas até 12-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130960/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 14-04-2026

Fim: 02-06-2026

Regime: b-learning

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

Filomena Morais

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar tendo por base as diversas áreas de competência e domínios das aprendizagens essenciais de inglês, refletindo a voz dos alunos; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Características dos alunos dos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário e metodologias (5h) -Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos -Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo -Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e comportamento. Módulo 3 – Competência comunicativa: Oralidade (10h) -Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de diferentes tipos de textos orais; atividades práticas com áudios/vídeos autênticos; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. -Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas de preparação para apresentações/debates; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 – Competência Comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) -Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com diferentes tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. -Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, (inter)disciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 – Mediação (5h) -No contexto das línguas -Nos documentos de referência: PA e AE -Na prática letiva - Exemplos de atividades. Módulo 6 – CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 – Competência Intercultural (5h) -Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa -Identificar e analisar textos literários adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial: A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Short, K, Day, D. & Schroeder, J. (2016). Teaching Globally. Reading the World Through Literature. Portland: Stenhouse Publishers.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-04-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Presencial
2 21-04-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
3 28-04-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
4 05-05-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
5 12-05-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
6 19-05-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
7 26-05-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
8 02-06-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Presencial

INSCREVER-ME

240

Ref. 195T1 Inscrições abertas até 13-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138084/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 15-04-2026

Fim: 20-05-2026

Regime: b-learning

Local: AE Eugénio de Andrade

Formador

Rosa Sandra Santos Paiva

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A promoção do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR) é hoje um desafio central na educação. Estudos internacionais (OECD; CAE, 2023) evidenciam baixos níveis de desempenho crítico e comunicativo, reforçando a necessidade de desenvolver o PCCR desde o ensino básico. O pensamento crítico requer abordagens instrucionais explícitas e metodologias ativas, como a aprendizagem baseada em problemas (PBL), apoiadas por instrumentos de avaliação adequados (Zapalska et al., 2018; Yu & Zin, 2023). O pensamento reflexivo implica autoanálise e tomada de decisão (Chen et al., 2019), enquanto o criativo, essencial na Sociedade 5.0, continua subvalorizado (Helaluddin et al., 2023). Com a Educação 4.0, a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) exige redefinir práticas pedagógicas e avaliativas (Thurzo et al., 2023), centrando o ensino no desenvolvimento do PCCR (Zhai, 2023). Quando usada eticamente, a IAGen — como o ChatGPT — pode potenciar o pensamento crítico e criativo (Kartal, 2024), desde que professores e alunos sejam capacitados para o seu uso responsável (García-Peñalvo, 2023). Esta oficina visa apoiar os docentes na integração pedagógica da IAGen, promovendo práticas inovadoras e colaborativas alinhadas com o Plano de Formação do AE Eugénio de Andrade e do CFAE Guilhermina Suggia.

Objetivos

A ação visa aperfeiçoar as práticas pedagógicas dos docentes no ensino explícito do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR), integrando a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) através do Modelo CRAIL2. Pretende-se incentivar metodologias ativas — sala de aula invertida, resolução de problemas e trabalho colaborativo — que promovam o desenvolvimento efetivo do PCCR. Valoriza-se a planificação de estratégias baseadas em problemas reais e na interação ética e formativa com o ChatGPT. Destaca-se o papel do pensamento reflexivo na metacognição e autoavaliação dos alunos. Os formandos irão conceber materiais pedagógicos inovadores e instrumentos de avaliação criterial que integrem a IAGen, reforçando a literacia digital, a autonomia e a confiança profissional no uso pedagógico da IA.

Conteúdos

M1 – Modelo CRAIL2 e Capacidades de Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (4h: 2h presencial + 1h síncrona + 1h assíncrona) Apresentação dos fundamentos teóricos e operacionais do Modelo CRAIL2 e das suas seis etapas. Análise comparativa entre o modelo original e o CRAIL2, com identificação das estratégias de melhoria incorporadas. Exploração dos três perfis de utilização do ChatGPT e da sua integração pedagógica nas diferentes fases do modelo. Definição de um problema real e interdisciplinar, aberto a múltiplas soluções e adequado ao desenvolvimento do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR). Produtos: problema real definido. Reflexão individual: aplicabilidade do CRAIL2 ao contexto profissional. M2 – Capacidades de Interação com a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) (4h: 2h presencial + 1h síncrona + 1h assíncrona) Exploração das quatro capacidades de interação com a IAGen: interpretação, formulação de prompts, análise crítica e reformulação criativa. Aplicação destas capacidades ao problema definido em M1, delimitando contextos e cenários que estimulem pensamento crítico e múltiplas interpretações. Criação de materiais pedagógicos visuais e textuais com recurso ao ChatGPT, orientados para o desenvolvimento das quatro capacidades e do PCCR. Produtos: versão reformulada do problema, conjunto de prompts e materiais criados/testados. Reflexão individual: contributo da IAGen no processo de cocriação pedagógica. M3 – Autoavaliação, Avaliação Formativa e Dinâmicas de Trabalho Colaborativo (8h: 4h presenciais + 2h síncronas + 2h assíncronas) Exploração do pensamento reflexivo como suporte à autoavaliação e à metacognição nas etapas do CRAIL2. Planeamento de dinâmicas de trabalho de pares e cooperativo, com definição de papéis e responsabilidades. Criação de guiões e materiais visuais de apoio à colaboração. Seleção e adaptação de técnicas de avaliação formativa (Mesa Redonda, Folha Giratória, “Olhar para trás”, “Variações K-W-L”), articulando-as com o uso ético e criterioso do ChatGPT. Estruturação do Portefólio CRAIL2, com categorias e evidências formativas. Produtos: workshop de pensamento reflexivo, materiais de suporte e estrutura-base do portefólio. Reflexão individual: sobre o processo de criação e o papel da IAGen na mediação cognitiva. M4 – Planificação Integrada e Grelhas de Avaliação Criterial (8h: 2h presenciais + 2h síncronas + 4h assíncronas) Integração de todas as aprendizagens na planificação das atividades do CRAIL2, articulando metodologias ativas e recursos de IAGen. Construção de grelhas de avaliação criterial para as seis etapas do modelo e para a interação com o ChatGPT. Validação e afinação das planificações, definindo momentos, papéis e perfis de utilização da IA em cada etapa. Produtos: planificação final e conjunto validado de grelhas de avaliação. Reflexão final: sobre o impacto da integração da IAGen na prática pedagógica e no desenvolvimento do PCCR.

Metodologias

As sessões presenciais e síncronas destinam-se à exploração, experimentação e construção colaborativa de metodologias ativas, materiais pedagógicos e instrumentos de avaliação alinhados com o Modelo CRAIL2. imersão prática, a análise de casos e o uso orientado do ChatGPT nos seus três perfis. atividades de cocriação e discussão reflexiva, elaborando problemas reais, prompts, guiões de apoio e grelhas de avaliação criterial. O trabalho autónomo centra-se na construção e consolidação dos produtos pedagógicos a aplicar após a oficina. Os docentes: reformulam problemas reais e elaboram prompts e materiais de suporte à interação dos alunos com o ChatGPT; produzem materiais textuais e visuais para o trabalho de pares e de grupo; desenvolvem workshops e instrumentos de avaliação formativa e autoavaliação reflexiva; estruturam a planificação CRAIL2 completa, com as respetivas grelhas de avaliação.

Avaliação

Participação e envolvimento ativo nas sessões presenciais e online, colaboração com o grupo e cumprimento de tarefas (25%). Produção de materiais pedagógicos (problema real, prompts, materiais de suporte, planificação CRAIL2, grelhas de avaliação) que evidenciem a integração do Modelo CRAIL2 e da Inteligência Artificial Generativa (50%). Reflexões modulares e autoavaliação final que expressem pensamento crítico, reflexivo e metacognitivo sobre o percurso formativo (25%). Será considerado ainda o interesse demonstrado, a pontualidade e a qualidade do trabalho individual final, integrado no Portefólio CRAIL2. A avaliação será expressa numa escala de 1 a 10 valores, com a correspondente menção qualitativa: Excelente (9–10), Muito Bom (8–8,9), Bom (6,5–7,9), Regular (5–6,4) e Insuficiente (1–4,9), nos termos do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio

Modelo

A avaliação será expressa numa escala de 1 a 10 valores, com a correspondente menção qualitativa: Excelente (9–10), Muito Bom (8–8,9), Bom (6,5–7,9), Regular (5–6,4) e Insuficiente (1–4,9), nos termos do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio

Bibliografia

Helaluddin, Mannahali, M., Purwati, D., Alamsyah, & Wijaya, H. (2023). An Investigation into the Effect of Problem-Based Learning on Learners’ Writing Performance, Critical and Creative Thinking CapabilitieCapabilities. Journal of Language and Education, 9(2), 101–117. https://doi.org/10.17323/jle.2023.14704 Paiva, R.S., Costa, A.P., Lourenço, F. T., Pino-Juste, M. & Reis, L. P. (2025) (submitted). The integration of Generative Artificial Intelligence and Critical and Creative Thinking in a Learning Model. Springer Nature. Van den Berg, G., & du Plessis, E. (2023). ChatGPT and Generative AI: Possibilities for Its Contribution to Lesson Planning, Critical Thinking and Openness in Teacher Education. Education Sciences, 13(10). https://doi.org/10.3390/educsci13100998 Zhai, X. (2023). ChatGPT User Experience: Implications for Education. ELSEVIER, 1-18. https://orcid.org/0000-0003-4519-1931 Urban, M., Dechterenko, F., Lukavsky, J., Hrabalová, V., Svacha, F., Brom, C., & Urban, K. (2023). ChatGPT Improves Creative Problem-Solving Performance in University Students: An Experimental Study. https://doi.org/10.31234/osf.io/9z2tc

Anexo(s)

Complemento à Ação de Formação - CRAIL


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-04-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Presencial
2 17-04-2026 (Sexta-feira) 15:30 - 16:30 1:00 Online assíncrona
3 22-04-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial
4 24-04-2026 (Sexta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Online assíncrona
5 29-04-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial
6 01-05-2026 (Sexta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Online assíncrona
7 06-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial
8 08-05-2026 (Sexta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Online assíncrona
9 13-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Presencial
10 15-05-2026 (Sexta-feira) 15:30 - 16:30 1:00 Online síncrona
11 20-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Online assíncrona

INSCREVER-ME

221

Ref. 2131 Inscrições abertas até 15-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138673/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 16-04-2026

Fim: 26-06-2026

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/PNA

Enquadramento

Esta formação em modalidade de online pretende capacitar os docentes para promoverem uma escola humanista, assente no pensamento crítico, no trabalho colaborativo e no respeito pelo diálogo intercultural. Através da valorização do legado islâmico na cultura portuguesa, fomentam-se abordagens educativas interdisciplinares, para uma compreensão mais ampla e inclusiva da nossa história comum. Propõe-se aos formandos a montagem de uma exposição e a sua dinamização com os alunos, criando recursos pedagógicos inovadores, úteis para a componente de Cidadania e Desenvolvimento e outras áreas. Esta formação estimula a interculturalidade e o combate à discriminação, em prol de uma cultura educativa democrática, articulando escola e comunidade.

Objetivos

1. Sensibilizar os docentes para a importância do património islâmico português no contexto de uma escola humanista e intercultural. 2. Capacitar os docentes para utilizar uma exposição em formato de posters como ferramenta pedagógica interdisciplinar. 3. Fomentar práticas educativas baseadas em pensamento crítico, criatividade, colaboração e valorização da diversidade. 4. Promover a integração do património e da história islâmica nos projetos curriculares e nas práticas educativas. 5. Incentivar a produção de recursos educativos inovadores com base na exposição.

Conteúdos

1. Apresentação: Objetivos e contextualização do curso; jogo em pequenos grupos para apresentação de cada participante (1 hora síncrona). 2. O Legado Islâmico na Cultura Portuguesa: memória, diversidade e identidade” (1 hora síncrona). 3. Apresentação do conceito de exposição em formato de posters: integração deste recurso pedagógico em projetos escolares e atividades interdisciplinares, bem como identificação de oportunidades curriculares em diferentes áreas disciplinares (2 horas síncronas). 4. Organização e dinamização da exposição através da criação de uma atividade e/ou recurso educativo complementar - transversal e/ou por disciplina:(17 horas assíncronas). 4.1. Planificação e implementação, com os alunos, de uma atividade ou recurso educativo baseado na exposição; 4.2. Recolha de evidências da experiência: fotografias, vídeos e/ou testemunhos. 5. Apresentação e partilha das experiências dos formandos: Discussão crítica dos resultados, dificuldades, aprendizagens. Reflexão coletiva sobre os impactos da exposição. Síntese de boas práticas emergentes (4 horas síncronas).

Metodologias

O modelo de formação é totalmente em regime de e-learning, combinando sessões síncronas com sessões assíncronas. A formação tem início com uma sessão síncrona que integra uma exposição teórica sobre o património islâmico em Portugal e uma reflexão sobre a sua relevância na construção de abordagens educativas interdisciplinares. Numa primeira fase, são também exploradas formas de utilizar uma exposição em formato de posters como recurso pedagógico transversal, articulado com os objetivos da Educação para a Cidadania e outras áreas disciplinares. Segue-se uma fase de trabalho prático assíncrono, durante a qual cada formando planifica e implementa, com os seus alunos, uma atividade educativa que inclua a montagem da exposição e um momento de dinamização comunitária. A formação encerra de forma síncrona, para partilha e discussão dos resultados, promovendo uma análise crítica das metodologias aplicadas e dos processos de aprendizagem desenvolvidos.

Avaliação

Cada formando deverá participar nas sessões calendarizadas, cumprindo o número de horas previstas na acreditação. O regime de avaliação pretende privilegiar a capacidade reflexiva dos formandos espelhada, quer nos relatórios de reflexão crítica que cada formando realiza após a ação, quer na intervenção oral e prática exploratória proposta em cada sessão. Os critérios de avaliação e respetiva ponderação são os seguintes: 1. Participação (50%) – grau de envolvimento e participação na ação: participação nas discussões e reflexões propostas; realização dos exercícios práticos de cada sessão. 2. Trabalho produzido (50%) – relatório de reflexão crítica sobre os conteúdos abordados, ligando-os às práticas desenvolvidas neste domínio e aos contextos de trabalho. A avaliação quantitativa será de 1 a 10 com a seguinte formulação: 1 a 4,9 – Insuficiente; 5 a 6,4 – Regular; 6 6,5 a 7,9 – Bom 8 a 8,9 – Muito Bom 9 a 10 - Excelente.

Bibliografia

Coelho, A. B. (2008). Portugal na Espanha Árabe. Alfragide: Caminho.Hooper-Greenhill, E. (2007). Museums and Education: Purpose, Pedagogy, Performance. Oxford e Nova Iorque: Routledge.Leite, P. P. (2020). ”Educação Popular Patrimonial”. Em Introdução à sociomuseologia. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas.Semedo, A. e Pinto, H. (edit.) (2022). Educação Patrimonial em Ação. Lisboa: Caleidoscópio.Torres, C. e Macias, S. (1998). Portugal Islâmico. Os últimos sinais do Mediterrâneo. Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 16-04-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
2 23-04-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
3 04-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
4 06-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
5 11-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 13-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
7 18-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 20-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
9 25-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 19-06-2026 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
11 26-06-2026 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

Ref. 1274 Inscrições abertas até 07-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130950/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 08-05-2026

Fim: 05-06-2026

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.

Metodologias

Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.

Modelo

Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf

Anexo(s)

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf


Observações

Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-05-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
2 15-05-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
3 20-05-2026 (Quarta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
4 22-05-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
5 05-06-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial

INSCREVER-ME

204

Ref. 12811 Inscrições abertas até 08-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121139/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 09-05-2026

Fim: 30-05-2026

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

José Maria Dias Pires

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-05-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 09-05-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
3 16-05-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 16-05-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 23-05-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 23-05-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
7 30-05-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial

INSCREVER-ME

246

Ref. 1971 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123143/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 10-03-2026

Fim: 28-04-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Filipa de Vilhena

Formador

Roberto Manuel Ferreira Marques Rodrigues

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores das Tecnologias Especiais

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores das Tecnologias Especiais. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores das Tecnologias Especiais.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A proposta de formação "Criação de Recursos Audiovisuais com Aplicações Suportadas por Inteligência Artificial" destina-se a capacitar professores para a integração eficiente de tecnologias IA nas suas práticas pedagógicas. Esta formação visa responder às exigências de um cenário educativo em constante evolução, caracterizado pela digitalização e inovação tecnológica. Justifica-se pela necessidade de atualização contínua dos docentes em tecnologias emergentes, especialmente em inteligência artificial generativa, que tem, entre muitos outros efeitos, a personalização do ensino. A formação preparará os educadores e professores para enfrentar desafios atuais e futuros, fomentando a adaptação a metodologias inovadoras e a criação de materiais didáticos mais motivadores e pedagogicamente eficazes. Os objetivos incluem: desenvolver competências no uso de IA para o desenvolvimento de recursos audiovisuais; incentivar a inovação pedagógica; sensibilizar sobre potencialidades e desafios da IA na educação, e promover a troca de experiências e boas práticas. A formação também enfatizará a importância da IA na personalização do ensino e na inclusão de alunos, promovendo a adaptação de materiais didáticos. Os Planos de Formação das Escolas associadas, e do próprio Centro, também priorizam esta matéria, ligada às novas tecnologias, novos gadgets e novas aplicações, como sendo fundamentais para todos os docentes.

Objetivos

1. Desenvolver competências dos formandos no uso de IA para diversificar estratégias de aprendizagem, com enfoque na criação de conteúdos audiovisuais adaptáveis, resultando na implementação de estratégias pedagógicas inovadoras. 2. Capacitar os formandos para a criar de materiais que atendam a uma ampla gama de necessidades educacionais, incluindo apoio a alunos com dificuldades de aprendizagem, competências variadas e contextos socioculturais distintos, incluindo alunos estrangeiros cuja língua materna não é o português ou é uma variedade do português diferente do português europeu. 3. Incentivar a aplicação de novas abordagens pedagógicas, explorando o potencial da IA para dinamizar o ensino e aumentar a participação ativa dos alunos. 4. Orientar os formandos na aplicação de técnicas que utilizem IA para melhorar o envolvimento dos alunos, a sua retenção de conhecimentos e desenvolvimento de competências, tornando a aprendizagem mais interativa e eficaz.

Conteúdos

Módulo 1: Fundamentos da IA em Recursos Audiovisuais (7h) • Introdução aos princípios básicos da IA e sua aplicação na criação de recursos audiovisuais. • Exploração de aplicações de IA para personalização e adaptação de conteúdos visuais e sonoros. • Desenvolvimento de materiais audiovisuais interativos, ajustando a complexidade e linguagem ao perfil de cada aluno. • Técnicas de feedback e feedforward aplicadas a recursos audiovisuais, promovendo autorreflexão e metacognição. Módulo 2: Criatividade audiovisual com IA (6h) • Estratégias para envolver os alunos na criação de conteúdos audiovisuais, estimulando a criatividade e a autonomia. • Utilização de aplicações como o Canva e o Genially, entre outras, para a conceção de materiais educativos dinâmicos. • Desenvolvimento de conteúdos com o editor de vídeo CapCut, com o apoio de IA integrada na aplicação. Módulo 3: Adaptação de conteúdos (6h) • Introdução a aplicações de IA para adaptação de conteúdos a alunos com dificuldades de leitura ou interação social (ex.: https://www.llmpeople.com). • Exploração de estratégias de leitura inovadoras suportadas por IA, incluindo o uso de funcionalidades de apoio à leitura do MS-Teams, como leitura em voz alta e ajustes de texto. • Utilização de ferramentas de legendagem automática e tradução instantânea, como o DeepL, para criar materiais acessíveis a alunos de diferentes línguas e capacidades auditivas. • Criação de conteúdos com legendagem prévia, ajustando o tamanho da letra para alunos com baixa visão. • Implementação de locução automática de textos. • Reflexão sobre a importância de personalizar a aprendizagem e o papel da IA em tornar o conteúdo educativo mais inclusivo e acessível. Módulo 4: Inovação e Inclusão em Ambientes de Aprendizagem com IA. Avaliação (6h) • Exploração de aplicações de IA para a criação de ambientes de aprendizagem inovadores e inclusivos, atendendo à diversidade de necessidades dos alunos. • Capacitação no uso de ferramentas de IA para o desenvolvimento de recursos didáticos que promovam a inclusão, como programas de síntese de voz e avatares interativos. • Aplicação de tecnologias de IA em atividades colaborativas e projetos de grupo, visando a inclusão de todos os alunos. • Técnicas para implementar a IA em planos de aula, considerando aspetos de acessibilidade e inclusão, como o uso de recursos audiovisuais adaptados. • Discussão sobre as implicações éticas e desafios na utilização de IA na educação inclusiva, fomentando um ambiente de aprendizagem equitativo e acessível. Avaliação.

Metodologias

Presencial: Trabalho individual de pesquisa, exploração e aplicação de recursos e de instrumentos decorrentes da aplicação daqueles recursos; trabalho de pares, em grupo e de análise de caso concreto, com apresentação de conclusões e debate inerente. Módulo 1: Utilização da IA em recursos audiovisuais o Princípios da IA combinadas com atividades práticas. Módulo 2: Criatividade audiovisual com IA o Design de conteúdos educativos com Canva e o Genially. Módulo 3: Adaptação de conteúdos o Adaptação de conteúdos a diferentes perfis de alunos. Módulo 4: Inovação e inclusão em ambientes de aprendizagem com IA o A utilização da IA na conceção de ambientes de aprendizagem mais inclusivos e envolventes. o Avaliar, recorrendo a aplicações tecnológicas e gadgets inovadores, adequados e eficazes. Impacto esperado • Integração consciente da IA na prática profissional. Trabalho Autónomo: Trabalho centrado na prática concreta em sala de aula, com os alunos, em trabalho individual de exploração de recursos e de instrumentos produzidos por esses recursos, de análise e aplicabilidade dos produtos daqueles recursos/instrumentos, a que acrescem trabalhos de grupo, nos Módulo 1: Utilização da IA em recursos audiovisuais o Desenvolvimento de recursos audiovisuais utilizando IA. Módulo 2: Criatividade audiovisual com IA o Projeto audiovisual com a incorporação de IA. Módulo 3: Adaptação de conteúdos o Desenvolvimento de materiais educativos personalizados – diferenciação pedagógica. Módulo 4: Inovação e inclusão em ambientes de aprendizagem com IA o Aplicação prática das ferramentas de IA em atividades didáticas.

Avaliação

Regime presencial - mínimo 2/3 de presenças; Avaliação quantitativa e qualitativa dos(as) formandos(as), pelo menos com um trabalho/teste individual escrito ou, se oral, com apresentação pessoal; Os(as) formandos(as) serão avaliados(as) tendo em consideração os seguintes referenciais/critérios e instrumentos, para além da auto-avaliação: Pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das actividades das sessões e da formação global; elaboração de trabalho final ou relatório crítico individual. A avaliação será quantitativa, numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, de acordo com a lei em vigor.

Bibliografia

Aranha, S. D. D. G., & Souza, F. M. D. (Eds.). (2018). Práticas de ensino e tecnologias digitais. EDUEPB. https://doi.org/10.7476/9786586221657Crompton, H., Jones, M. V., & Burke, D. (2022). Affordances and challenges of artificial intelligence in K-12 education: A systematic review. Journal of Research on Technology in Education, 0(0), 1–21. https://doi.org/10.1080/15391523.2022.2121344Farrokhnia, M., Banihashem, S. K., Noroozi, O., & Wals, A. (2023). A SWOT analysis of ChatGPT: Implications for educational practice and research. Innovations in Education and Teaching International, 0(0), 1–15. https://doi.org/10.1080/14703297.2023.2195846Freitas, E. L. S. X., Bittencourt, I. I., Isotani, S., Marques, L., Dermeval, D., Silva, A., & Mello, R. F. (2023). Inteligência Artificial para Educação: Um Caminho para um Campo mais Inclusivo. Revista Brasileira de Informática na Educação, 31, 307–322. https://doi.org/10.5753/rbie.2023.3156Jauhiainen, J. S., & Guerra, A. G. (2023). Generative AI and ChatGPT in School Children’s Education: Evidence from a School Lesson. Sustainability, 15(18), 14025. https://doi.org/10.3390/su151814025


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-03-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
2 17-03-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
3 24-03-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
4 14-04-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial
5 21-04-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:30 4:30 Presencial
6 28-04-2026 (Terça-feira) 14:00 - 18:30 4:30 Presencial


242

Ref. 1502 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132956/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 04-03-2026

Fim: 23-03-2026

Regime: Presencial

Local: AE do Cerco do Porto

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Professores dos Grupos 260, 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Proporcionar e promover a formação dos docentes de Educação Física e do 1º Ciclo do Ensino Básico em áreas específicas das Atividades de Exploração da Natureza, previstas nas aprendizagens essenciais da disciplina de Educação Física; Apresentar metodologias de ensino da Orientação, com início na escola e passagem para a Serra; Proporcionar formação em modalidades alternativas que podem ser lecionadas nos cursos profissionais, no módulo de “Atividades de Exploração da Natureza”; Incentivar à prática da modalidade desportiva de Exploração da Natureza no Geoparque de Arouca, rentabilizando os recursos naturais da região; Desenvolver o sentido de responsabilidade e autonomia nos alunos. Desenvolver um reportório motor apelativo e indutor da prática de exercício físico.

Objetivos

Dotar os docentes de conhecimentos técnicos que lhes permitam contruir pistas de orientação na escola; Apresentar metodologias de ensino de Orientação direcionadas ao contexto escolar e com aplicação em Atividades de Exploração da Natureza; Fomentar, através da prática desportiva, o respeito pela natureza e pelo ambiente; Divulgar locais para a prática das modalidades e logística de organização; Contribuir para a aquisição e manutenção de hábitos de vida saudáveis.

Conteúdos

1. Enquadramento da ação; 1 hora 2.Orientação; 3 horas 2.1. Objetivos da Orientação; 2.2. Equipamento, materiais e sua utilização; 2.3. Mapa – Titulo, data, escala e equidistância, legenda, cores, símbolos e curvas de nível; 2.4. Bússola – Descrição, informação e utilização. Regra 1, 2 e 3; 3.Corrida de Orientação; 2 horas 3.1. Objetivos da Corrida de Orientação; 3.2. Principais regras da modalidade. Quadros competitivos; 3.3. Postos de controlo. Balizas de orientação e alternativas. Alicate picotador e alternativas. Cartão de controlo e alternativa; 4.No terreno 4.1. Orientação na escola (pista de orientação) – comparação do mapa com o terreno; 2h 4.2. Orientação urbana – comparação do mapa com o terreno e introdução da bússola; 2h 4.3. Orientação na Serra – utilização da bússola; 6h 4.4. Corrida de Orientação (Serra da Freita); 6h 5. Avaliação. 3h

Metodologias

A ação terá uma forte componente prática ( 22 horas), ancorada num conjunto, necessáriamente breve (3 horas) de sessões em sala.

Avaliação

Os formandos serão avaliados pelo formador, com base na recolha de elementos de avaliação contínua e por uma reflexão individual, sobre a aplicabilidade das aprendizagens, em contexto de trabalho com os alunos. No final, os formandos serão classificados, na escala de 1 a 10, de acordo com a legislação em vigor.

Bibliografia

CRUZ, Sebastião. BRÁS, José. MIRA, Jorge. Manual de Educação Física – 1º ciclo do ensino básico. 4ª edição, Oeiras: Gabinete Coordenador do Desporto Escolar no âmbito do PRODEFDE. ISBN 972-97667-0-3Manual de Leitura de Cartas. 4ª edição, Lisboa: Instituto Geográfico do Exército, maio 2000. ISBN 972-765-785-0CARCELLER, Santiago, GARCÍA-YÉBENES, José, Créditos Variables de actividades en la Naturaleza (La orientación y la escalada). 1ª edição, Barcelona: Editorial Paidotribo. SBN 84-8019-343-3BOSWELL, John, Manual de sobrevivência. 2ª edição: Publicações europa-América, 1980. ISBN 972-1-02772-3MUGARRA, Ana, Sin Dejar Huella. 1ª edição, Madrid: Ediciones Desnivel, fevereiro 2000. ISBN 84-89969-54-X

Anexo(s)

Avaliação - Decisões da Comissão Pedagógica

Decisão do Conselho de Diretores

Cronograma - Orientação Nível I


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 11-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
3 14-03-2026 (Sábado) 09:00 - 17:00 8:00 Presencial
4 18-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
5 21-03-2026 (Sábado) 10:00 - 18:00 8:00 Presencial
6 23-03-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Presencial


175

Ref. 1273 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130950/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 27-02-2026

Fim: 27-03-2026

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.

Metodologias

Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.

Modelo

Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf

Anexo(s)

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf


Observações

Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 27-02-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
2 06-03-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
3 13-03-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
4 20-03-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
5 27-03-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial


203

Ref. 128T10 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121139/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 07-02-2026

Fim: 28-02-2026

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

José Maria Dias Pires

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 07-02-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
3 14-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 14-02-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 21-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 21-02-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
7 28-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


181

Ref. 1841 Em avaliação

Registo de acreditação: AFCD2526/13

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 07-02-2026

Fim: 07-02-2026

Regime: Presencial

Local: Teatro Carlos Alberto

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Teatro Nacional São João


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-02-2026 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial


210

Ref. 124Turma 2 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132194/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 03-02-2026

Fim: 28-02-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.

Objetivos

1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em “rapel", com bloqueador “Grigri ou Druid” 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração

Conteúdos

1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade

Metodologias

A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)

Bibliografia

Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228–232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto

Anexo(s)

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf


Observações

Formador Dr. Victor Sousa

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-02-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 07-02-2026 (Sábado) 13:30 - 16:30 3:00 Presencial
3 10-02-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
4 14-02-2026 (Sábado) 13:30 - 16:30 3:00 Presencial
5 19-02-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
6 24-02-2026 (Terça-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Presencial
7 28-02-2026 (Sábado) 10:00 - 18:00 8:00 Presencial


159

Ref. 1603 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121138/23

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 17-01-2026

Fim: 28-02-2026

Regime: Presencial

Local: Teatro Carlos Alberto

Formador

Maria Joana de Melo Ferreira Félix

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores do Ensino Especial e Professores das Tecnologias Especiais

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores do Ensino Especial e Professores das Tecnologias Especiais. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/TNSJ

Enquadramento

A escola, como comunidade de aprendizagem, deve promover o acesso à apropriação das diferentes linguagens e expressões artísticas, contribuindo para o desenvolvimento das inteligências múltiplas e diversos modos de expressão pessoal e compreensão do mundo. As artes e, particularmente, o Teatro, permitem encontrar outros códigos que complementam aqueles que tornámos centrais na nossa sociedade. Racionalizámos em demasia a educação/instrução, não promovendo suficientemente a formação dos afetos, a relação com o corpo, a valorização da autonomia, a capacitação para assumir os desafios e os falhanços, o prazer de aprender, de interpretar e intervir no mundo. É preciso educar e formar para as diversas linguagens, inteligências e modos de comunicar. Nem todos se enquadram na predominante, a da racionalidade lógico-verbal. Esses sentem-se excluídos – e poderão encontrar no Clube de Teatro o seu meio e o seu elemento, um caminho para a sua realização pessoal e participação no bem comum e, simultaneamente, desenvolver as competências enunciadas no PASEO. Dessa forma, poderá, ainda, desenvolver-se o sentido de pertença de cada um à comunidade que a escola pretende ser. Esta ação integra-se no plano de formação CFAE Guilhermina Suggia, e do Teatro Nacional S. João em parceria com o Plano Nacional das Artes.

Objetivos

- Assumir o Clube de Teatro na escola enquanto laboratório de inovação pedagógica; - Garantir espaço para a escuta e voz dos alunos, - Criar situações que promovam a sensibilidade de se colocar no lugar do outro (empatia e compaixão); - Potenciar processos de experimentação e fruição artística, tendo em vista o desenvolvimento de diversas áreas de competências do Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória: consciência e domínio do corpo; linguagens e textos; comunicação; pensamento crítico e criativo; resolução de problemas; saber técnico; relacionamento interpessoal; autonomia e desenvolvimento pessoal e sensibilidade estética e artística; - Empoderar os docentes para a criação e dinamização de clubes de teatro nas suas escolas, de modo enquadrado na política educativa vigente; -Desenvolver competências técnicas facilitadoras de um conjunto de metodologias e exercícios que lhes permitam ter a confiança necessária para trabalhar com os alunos neste âmbito.

Conteúdos

Sessões presenciais: 21 de outubro - 6 horas, 04 e 11 de novembro - 6 horas, 18 de novembro - 7 horas Total – 25h. 1asessão (6 horas): Vou ao teatro ver o mundo: o Teatro na construção da pessoa. Nesta sessão será feita uma contextualização teórica do Teatro à luz da legislação vigente para a Educação, abordando o seu potencial transformador e desenvolvedor das dez áreas de competência do Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, o seu contributo para a visão da Escola como um polo cultural, e o seu papel para a abordagem transdisciplinar do currículo, na assunção da importância da natureza transdisciplinar das aprendizagens, da mobilização de literacias diversas, de múltiplas competências, teóricas e práticas, promovendo o conhecimento científico, a curiosidade intelectual, o espírito crítico e interventivo, a criatividade e o trabalho colaborativo. Experimentar-se-ão, ainda, práticas artísticas de potencial aplicação na docência, indutoras de uma abordagem multinível. 2ª sessão (6 horas): A voz dos alunos: o Clube de Teatro como laboratório de inovação pedagógica Nesta sessão serão experimentadas as estratégias que permitirão aos docentes obter ferramentas para a implementação da inovação pedagógica, com uma tónica nas metodologias de trabalho de projeto, em exercícios que incentivam a participação e a vinculação, em estratégias inclusivas, que promovem a igualdade e a não discriminação, cuja diversidade, flexibilidade, inovação e personalização respondem à heterogeneidade dos alunos, dando-lhes voz, e eliminando obstáculos e estereótipos no acesso ao currículo e às aprendizagens. 3ª sessão (6 horas): Práticas artísticas na Escola: o Teatro como meio de empoderamento. Nesta sessão explorar-se-ão as formas como as práticas artísticas podem empoderar docentes e alunos, quer a um nível das competências de expressão e comunicação, quer ao nível do estímulo do pensamento crítico e criativo e da sensibilidade estética e artística. Trabalhar-se-ão conceitos como: Respiração; Partilha; Escuta ativa; Colaboração; Ritual; Corpo; Voz; Comunicação; Foco; Atenção; Dramaturgia; Performance; Instalação; Resposta Criativa. 4a Sessão (7 horas): E agora? Perspetivas para o futuro. Nesta sessão preparar-se-á um trabalho para avaliação e a respetiva apresentação. Far-se-á também uma reflexão sobre a operacionalização destas estratégias na escola, e os mecanismos legais em que elas se inserem. No final, haverá lugar à avaliação da formação.

Metodologias

Contextualização teórica com suporte visual; Metodologia participativa e ativa com dinâmicas de grupo; Aprendizagem a partir da experiência, da prática, da reflexão e do team building; Experimentação prática; Trabalho de projeto com apresentação final.

Avaliação

Formativa e continua, através da participação, trabalho em equipa e pensamento critico nos exercícios realizados. -Metodologias ativas, tais como trabalho de grupo. -Elaboração de um documento final de reflexão individual sobre a experiência pessoal derivada da participação na ação e implicações na sua prática. -Autoavaliação individual e grupal do processo, autonomia, desempenho e do produto final. A avaliação obedecerá aos critérios estabelecidos pelo Centro de Formação, de acordo com orientações emanadas do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua. A avaliação será de carácter quantitativo, na escala de 1 a 10 valores.

Bibliografia

BROOK, Peter (2008). O Espaço Vazio; Lisboa: Orfeu NegroSPOLIN, Viola. (2007). Jogos teatrais na sala de aula: um manual para o professor. Tradução de Ingrid Koudela. São Paulo: Perspectiva.SPOLIN, Viola. (2001). Jogos Teatrais: O Fichário de Viola Spolin. Tradução: Ingrid Koudela. São Paulo: Perspectiva.BOAL, Augusto. (2001). Jogos para atores e não-atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.PAVIS, P. (2005). Dicionário de Teatro. Tradução para língua portuguesa sob a direcção de J. Guinsburg e Maria Lúcia Pereira. São Paulo: Perspectiva.

Anexo(s)

cronograma da ação




179

Ref. 121T1 Em avaliação

Registo de acreditação: xxxxxxxxxxxxxx

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 28-11-2025

Fim: 30-12-2025

Regime: Presencial

Local: Local de realização

Destinatários

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

EquaçãoDigital

Enquadramento

xxxxxxxxx

Objetivos

xxxxxxxxxx

Conteúdos

xxxxxxxxxx

Metodologias

xxxxxxxxxx

Avaliação

xxxxxxxxxx

Modelo

xxxxxxxxxx

Bibliografia

xxxxxxxxxx

Anexo(s)


Observações

observações ação xxxxxxxxxx

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 28-11-2025 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
2 01-12-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
3 02-12-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
4 03-12-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
5 04-12-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
6 05-12-2025 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
7 08-12-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial


146

Ref. 1272 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130950/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 07-11-2025

Fim: 05-12-2025

Regime: b-learning

Local: AE António Nobre

Formador

Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.

Metodologias

Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.

Modelo

Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf

Anexo(s)

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf


Observações

Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra

Formadora Drª Conceição Menezes



158

Ref. 168T02 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134748/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 04-09-2025

Fim: 22-10-2025

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano

Destinatários

Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/Universidade Lusófona

Enquadramento

Atendendo que a aprendizagem da convivência cidadã vem constituindo um desafio central para a escola, importa encontrar respostas/modelos que proporcionem aos alunos a desejável internalização de regras e atitudes positivas, bem como a obtenção de ganhos de competências sociais e relacionais, quer na escola, quer na comunidade. A mediação é um instrumento de diálogo e de (re)encontro interpessoal, e por isso e estimuladora da sã convivência, visto que se baseia em princípios, técnicas e saberes ao nível da cooperação, da comunicação e da negociação integrativa entre os intervenientes do conflito, auxiliando-os na resolução dos problemas, através de soluções mutuamente satisfatórias. A mediação escolar é relevante dadas as oportunidades pedagógicas que oferece, apresentando-se também como uma estratégia de intervenção preventiva de comportamentos de incivilidade, agressividade e violência. A mediação escolar constitui, por isso, como um valioso contributo para a construção de um espaço social e cultural onde se aprende e se vive em conjunto. Segundo o Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI (Delors et al, 1997), um dos pilares fundamentais da educação do século XXI consiste em aprender a ser e aprender a viver juntos, a conhecer melhor os outros e a solucionar pacífica e inteligentemente os conflitos. A mediação enquadra-se também nos desafios perspetivados, a nível nacional, no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, que define um conjunto de áreas de competências a desenvolver ao longo da escolaridade, entre as quais se contam o desenvolvimento pessoal e autonomia, o relacionamento interpessoal e o bem-estar, e ainda no Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar.

Objetivos

. Contextualizar a mediação na escola como um instrumento de diálogo, de encontro interpessoal, de gestão das relações interpessoais e de conflitos; . Reconhecer a mediação de conflitos como estratégia de intervenção preventiva de comportamentos de incivilidade, indisciplina, agressão e violência; . Sensibilizar para a vertente integrada da mediação: preventiva, educativa e resolutiva; . Aprender técnicas para mediar conflitos; . Adquirir conhecimentos para a construção de dispositivos de mediação na escola; . Reconhecer na mediação uma metodologia de melhoria escolar.

Conteúdos

1- Fenómenos perturbadores da convivência na escola: indisciplina, violência e conflito. Modelos de gestão da convivência escolar. Tipos, dimensões e o processo do conflito. Análise do conflito. 2- Métodos de gestão e resolução de conflitos: Abordagens possíveis e métodos de gestão e resolução de conflitos. Habilidades de gestão e resolução de conflitos. 3- Comunicação eficaz: Comunicação e conflito; Competências de comunicação para uma gestão positiva dos conflitos; Atitudes e competências comunicativas do mediador. 4- A gestão de conflitos e de comportamento na sala de aula: estratégias de promoção de fatores de proteção da disciplina e remediação de fatores de risco para a disciplina. 5- A mediação de conflitos na escola: Definição e características; objetivos, vantagens e limites da mediação em contexto escolar. 6- O mediador na escola: Ser terceiro; Princípios de atuação; Espaços e momentos de mediação. 7- A mediação em ação: O processo da mediação; Co-mediação; Programas de mediação escolar; Aspetos organizativos e recursos para a prática da mediação nas escolas.

Metodologias

Presencial: As sessões terão um caráter teórico-prático. Nesta formação importa, com recurso ao método expositivo, familiarizar os professores com os conceitos associados à convivência, à educação do conflito e à mediação (em sessões presenciais e síncronas). Como complemento formativo, propõe-se a exploração de recursos disponibilizados na plataforma (momento assíncrono). Noutras sessões, com recurso e metodologias ativas e participativas (em sessões presenciais e síncronas), propõe-se ainda um conjunto de atividades para experimentar a prática da mediação. Para isso, propõe-se: análise de casos; brainstorming; visionamento de filmes; exercícios e jogos de representação. Trabalho Autónomo: Ao longo da formação, os professores devem desenvolver os seguintes trabalhos (opcionais): trabalho individual: identificação e exploração de exemplos de escolas com mediação; trabalho com os alunos: Construção, aplicação e descrição dos resultados de um plano de aula sobre o conflito; Conceção de dispositivos de mediação (ex: conceção, concretização e apresentação de resultados de uma sessão de sensibilização); Praticar ser mediador na escola (organizar, praticar e avaliar uma experiência real de mediação). Desta forma, pretende-se que os professores sedimentem os conhecimentos e os transfiram para o contexto de sala de aula.

Avaliação

Em conformidade com o Despacho nº4 59/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores. Os instrumentos de avaliação a utilizar são: a) do trabalho presencial elaborado nas sessões de formação valorizar-se-á o empenhamento e a participação dos formandos no processo formativo, tendo em consideração a pertinência, a qualidade e o rigor das intervenções, bem como a coerência interna das reflexões desenvolvidas. b) do trabalho autónomo tem-se em conta o trabalho de levantamento de dados sobre escolas com mediação; os trabalhos de pares/grupos: – a) conceção e aplicação do Plano de aula sobre conflito e b) prática de processo de mediação de conflitos. Em específico, o trabalho individual deve consistir na elaboração de um portfólio digital onde os formandos reunirão todos trabalhos efetuados. Considera-se o rigor e a qualidade teórica e técnica desses mesmos trabalhos. Inclui-se também um relatório de reflexão crítica dos trabalhos desenvolvidos e sua aplicação prática em contexto escolar.

Bibliografia

• Almeida, H. (2009). Um panorama das mediações nas sociedades. Na senda da construção de sentido da mediação em contexto educativo. In A. Simão; A. Caetano & I. Freire (Org.), Tutoria e Mediação em Educação (pp. 115-128). Lisboa: Educa.• Amado, J. & Vieira, C. (2016). Mediação de Conflitos em Contexto Escolar: Pressupostos e Desafios. In R. Vieira et al (Orgs), Pedagogias de Mediação e intervenção social. Porto: Edições Afrontamento• Soares, A. & Felipetto, S. (2021). Tratado de Mediação de Conflitos Escolares. Rio de Janeiro. Wack Editora.• Pinto da Costa, E. (2019). Mediação Escolar: da Teoria à Prática. Lisboa: Edições Académicas Lusófonas• Pinto da Costa, E. & Costa, I. (2020). Continuing Teacher Training in Conflict Mediation: A Socio-Educational Strategy for the Current School. International Journal of Management Science and Business Administration, 6(4), 63-69. http://dx.doi.org/10.18775/ijmsba.1849-5664-5419.2014.64.1006




177

Ref. 121T2 Em avaliação

Registo de acreditação: xxxxxxxxxxxxxx

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 11-03-2025

Fim: 01-04-2025

Regime: Presencial

Local: None

Destinatários

Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

EquaçãoDigital

Enquadramento

xxxxxxxxx

Objetivos

xxxxxxxxxx

Conteúdos

xxxxxxxxxx

Metodologias

xxxxxxxxxx

Avaliação

xxxxxxxxxx

Modelo

xxxxxxxxxx

Bibliografia

xxxxxxxxxx

Anexo(s)


Observações

observações ação xxxxxxxxxx